Emulador de celular
Abra um Android Virtual Device ou um iOS Simulator dentro do Elyra e trabalhe nele sem sair do app.
O emulador abre um aparelho de celular virtual — um Android Virtual Device (AVD) ou um iOS Simulator — e traz a tela dele para dentro do Elyra. O aplicativo do seu projeto roda no aparelho emulado, na máquina onde o Elyra está rodando. Nada é copiado para um celular físico.
Quando usar
- Testar o app em Android ou iOS sem depender de um aparelho na mesa.
- Reproduzir um toque, um gesto ou um texto digitado e ver a tela reagir.
- Deixar um agente trabalhar no aparelho enquanto você acompanha o mesmo aparelho numa aba ou no Canvas.
Onde o emulador aparece
- Aba Emulador — a tela do aparelho, com o painel do aparelho na barra de cima para escolher e conectar. A aba é aberta pela ação de novo dispositivo, ao lado do código.
- Canvas > cartão de celular — o mesmo aparelho em forma de cartão, com transmissão de tela e gestos.
- Ajustes > Navegador > Emulador — o interruptor “Abrir dispositivos no Elyra”, a escolha de “Qual dispositivo abre” (“Automático” prefere um aparelho já ligado) e o diagnóstico da máquina.
Pré-requisitos
- Android: o SDK do Android instalado — o Android Studio instala o
adbe oemulator— comANDROID_HOMEouANDROID_SDK_ROOTapontando para ele (o Elyra também procura nos caminhos padrão do sistema) e um AVD já criado. - iOS: macOS com o Xcode e um runtime do Simulador do iOS instalado. Em Windows e Linux não existe Simulator para abrir.
- Em Ajustes > Navegador > Emulador, o bloco “Esta máquina” diz se dá para abrir um aparelho ali e mostra o caminho do SDK encontrado. Use “Conferir de novo” depois de instalar alguma peça.
Passos
- Abra Ajustes > Navegador > Emulador e leia o veredito do bloco “Esta máquina”. Se o SDK não foi encontrado, use “Baixar o Android Studio” ou aponte a pasta com “Trocar a pasta”.
- Abra a aba Emulador pela ação de novo dispositivo, ao lado do código.
- No painel do aparelho, escolha o dispositivo na lista e conecte. A lista mostra o que existe na máquina, com a plataforma e o estado de cada um.
- Se preferir o Canvas, adicione um cartão Celular e escolha o mesmo dispositivo na lista do cartão. Um aparelho já ligado é adotado sem perguntar; com vários desligados, quem escolhe é você.
- Espere a transmissão começar: o painel mostra o estado da tela — “Sem transmissão”, “Conectando” ou “Transmitindo”.
Resultado
- O aparelho escolhido fica ativo para o workspace: a aba, o cartão do Canvas e os comandos passam a falar com ele sem repetir o alvo a cada ação.
- A tela ao vivo aparece na aba e no cartão, e o app roda no aparelho emulado.
- Nada é transferido para um celular físico.
Limites
- A disponibilidade depende da toolchain instalada. Sem SDK/AVD no Android ou sem Xcode e runtime no iOS, o aparelho não abre — o Elyra não instala essas peças por você.
- Um AVD que o Elyra liga sozinho roda sem janela própria (headless): a imagem é a aba do Elyra, não uma janela separada do emulador.
- Escolher um AVD desligado pelo nome liga esse aparelho, e é por isso que a primeira conexão é a mais lenta.
- O emulador não é um caminho para telefone físico: o alvo é sempre o aparelho emulado, e o aparelho não é o seu celular.
- Não existe captura de tela nesta família de comandos. No Android, o que se lê de volta é a árvore de acessibilidade.
Recuperação
- “Não encontrado aqui. Instale o Android Studio e crie um dispositivo virtual.” — falta o SDK. Instale, use “Conferir de novo” ou aponte a pasta com “Trocar a pasta”.
- “Instale o Xcode e adicione um runtime do Simulador do iOS.” — falta a toolchain do iOS, que só existe no macOS.
- A lista veio vazia — crie um AVD no Android Studio ou um Simulator no Xcode; o Elyra lista o que já existe na máquina, não cria aparelhos.
- A tela não transmite — confira o estado no painel do aparelho e conecte de novo. O aparelho continua operável pela CLI mesmo sem transmissão.