Preparar e criar um commit
Escolha o que entra no próximo commit, escreva a mensagem e registre a mudança no repositório do projeto.
Este é o caminho do trabalho até o registro: escolher o que entra, escrever a mensagem e commitar.
Antes de começar
- Um projeto aberto, com repositório Git.
- Nenhum conflito não resolvido. Com conflito aberto, a doca de commit fica bloqueada de propósito: registrar uma resolução pela metade é pior do que não registrar nada.
- Para usar o botão que escreve a mensagem com o agente, um assistente configurado. Sem ele, o botão simplesmente não aparece.
1. Pôr arquivos no commit
Cada linha da seção Alterações tem a ação de preparar ou retirar:
- Pôr no commit — a mudança daquele arquivo passa a fazer parte do próximo commit.
- Tirar do commit — desfaz a preparação daquele arquivo, sem tocar no conteúdo dele.
Há dois atalhos para trabalhar em volume:
- Escolher vários arquivos — entra num modo de seleção; com a seleção feita, as ações valem para o conjunto, e o painel informa quantos arquivos estão escolhidos.
- Pôr tudo no commit — age sobre o grupo inteiro de uma vez (o mesmo menu tem a versão por grupo e a versão para todos os arquivos elegíveis).
O que não é preparado em lote: linhas em conflito não resolvido. Preparar um arquivo em conflito sem ter olhado a resolução apaga o registro do conflito antes de você revisá-lo — o painel deixa essa decisão para o gesto individual.
2. Escrever a mensagem
A doca, no rodapé do painel, é onde a mensagem vive. Ela fica ancorada ali de propósito: no modelo antigo a caixa de commit subia e descia conforme o número de arquivos alterados, e o mesmo gesto mudava de lugar.
Duas formas de escrever:
- Digitar a mensagem no campo.
- Escrever a mensagem com o agente — o botão dentro do campo pede a um assistente um resumo das alterações. Enquanto ele trabalha, o painel diz que o agente está escrevendo e oferece parar. Se não houver alterações para resumir, o painel avisa em vez de devolver uma mensagem vazia.
Ctrl+Enter (ou ⌘+Enter) commita sem tirar as mãos do teclado.
3. Commitar
O botão Commit tem um comportamento que vale conhecer: com nada preparado, ele prepara todas as alterações elegíveis e commita — o nome promete o commit, não dois cliques. O texto do próprio botão muda para dizer qual dos dois casos é o seu: “Commitar o que está no commit” ou “Põe todas as alterações no commit e commita”.
Depois do sucesso, o rascunho da mensagem é limpo. Depois de uma falha, ele não é: você não perde o que escreveu.
Resultado
- O commit existe no repositório do projeto e aparece na seção Commits.
- A árvore limpa: os arquivos que entraram saem da lista de alterações.
- O cabeçalho atualiza a contagem de commits não publicados.
Limpeza e cuidado
- A mensagem vazia é recusada. “Escreva uma mensagem para commitar” é a resposta do painel.
- Sem nada para commitar, o painel avisa; ele não cria commit vazio.
- Prepare com atenção o caso de “pôr tudo”. Preparar automaticamente pode incluir arquivos que você não queria naquele commit — build, log, rascunho. Quando o commit tiver um assunto só, prepare por arquivo ou por grupo.
- Commit não é publicação. Nada sai da sua máquina até você publicar a branch.
- Desfazer um commit não tem botão no painel. Se você commitou errado, o caminho é pelo terminal do projeto, com o cuidado que a operação exige — e, com usuários reais trabalhando no repositório, prefira um commit novo que corrija ao reescrever história já publicada.