Instalar num servidor Linux
Para uma máquina Linux sem tela: um comando instala o Elyra como serviço e deixa o servidor pronto para ativar.
Este caminho é para uma máquina Linux sem tela, como um servidor na nuvem acessado por SSH. Num computador com tela, em Windows, macOS ou Linux, o jeito mais simples é ligar o Cloud pelo app.
A instalação é um único comando, rodado no terminal do servidor.
Antes de começar
- Uma máquina Linux com systemd: Ubuntu 20.04 ou mais novo, ou Debian 11 ou mais novo, em x64 ou arm64.
- Acesso a ela pelo terminal, como root ou como um usuário comum com sudo.
- Internet de saída. Não é preciso abrir porta nem configurar DNS.
- Os requisitos da conta estão na visão geral.
- Rode como o usuário que vai manter o serviço. O instalador cria um serviço desse usuário, não do sistema todo.
- Sem ser root e sem
sudo, o instalador para antes de baixar qualquer coisa e diz isso.
Rodar o instalador
curl -fsSL https://app.elyra.sh/cloud/instalar.sh | shCada etapa aparece numa linha com o status. Ao final, o instalador espera o servidor subir e mostra o código de ativação: siga em Ativar o servidor.
Escolher como ativar
Em terminal interativo, a ativação começa com a pergunta “Como deseja entrar?”. Escolha com as setas
(ou digite 1 ou 2) e confirme com Enter:
- Entrar pelo link: abre o navegador quando há ambiente gráfico; senão, mostra o endereço para você abrir.
- Usar QR Code: mostra o QR no terminal, para apontar a câmera do celular.
Para pular a pergunta, use a forma direta:
curl -fsSL https://app.elyra.sh/cloud/instalar.sh | sh -s -- --linkcurl -fsSL https://app.elyra.sh/cloud/instalar.sh | sh -s -- --qrSem terminal para perguntar, a ativação segue pelo link. --help mostra o resumo das opções, e qualquer
outro argumento é recusado.
Idioma
O instalador fala português, inglês e espanhol. Ele segue o idioma do sistema (LC_ALL, LC_MESSAGES ou
LANG, nessa ordem): português e espanhol são reconhecidos, e qualquer outro, inclusive C e POSIX, fica
em inglês. Para escolher, use --lang:
curl -fsSL https://app.elyra.sh/cloud/instalar.sh | sh -s -- --lang pt-brcurl -fsSL https://app.elyra.sh/cloud/instalar.sh | sh -s -- --lang en --link--lang aceita pt-br, en e es, e também formas como pt, pt_BR, en-US e es-419. Ele vale
mais que o idioma do sistema e combina com --link, --qr e --help.
O que o instalador faz
- Confere a distribuição e a arquitetura, e recusa as que não suporta.
- Baixa o pacote do Elyra para Linux e confere a soma de verificação (SHA-256) antes de instalar.
Prefere o pacote
.deb; quando ele não está disponível, usa um AppImage de reserva, guardado na pasta de dados do seu usuário. - Instala as bibliotecas que o Elyra precisa e que ainda faltam, mais o
xvfb(tela virtual). Elas permanecem no sistema depois, porque outros programas podem usá-las. - Cria e habilita o serviço de usuário
elyra-cloud.service, que volta sozinho depois de reiniciar a máquina. - Liga o linger do usuário, se estava desligado, para o serviço rodar mesmo sem nenhuma sessão aberta. Se já estava ligado, não mexe.
- Escreve uma regra de
sudosem senha, mínima, em/etc/sudoers.d/elyra-cloud-<usuário>. Ela permite que o seu usuário rode, como root e sem senha, só quatro comandos: ligar o linger, desligar o linger,dpkg -r elyrae apagar esse próprio arquivo. São os que o desinstalador precisa; o desinstalador remove a regra por último. - Grava um inventário do que instalou no perfil do Cloud, para a desinstalação desfazer só o que é do Elyra.
- Inicia o serviço e acompanha o início para mostrar o código de ativação.
Rodar de novo é seguro
O instalador é idempotente: rodar duas vezes dá o mesmo resultado que rodar uma.
- Serviço, regra de
sudoe arquivos iguais não são reescritos. - Com o pacote já instalado, ele atualiza quando há versão mais nova e nunca volta para uma mais antiga.
- O que já existia na máquina antes (um pacote, o linger) nunca é tomado como dele nem removido depois.
- Arquivo que o instalador não reconhece como dele não é sobrescrito: ele para, avisa e não altera nada.
Se algo falhar no meio, o instalador desfaz o que fez naquela execução e mostra as últimas linhas do que rodou e onde está o registro completo.

