v0.0.11
8 de setembro de 2026
Adicionado
- Todo workspace novo começa com Orquestrador, Supervisor e Executor: os três já trazem responsabilidades, instruções e permissões próprias, sem recriar um papel que você apagar.
- Cada área de trabalho tem seus próprios papéis de agente: você cria "orquestrador", "revisor", "executor" — com instruções, cor e permissões — em Configurações, e cada cartão do Canvas mostra o papel que tem, pela cor, sem precisar abrir nada.
- Trocar o papel de um cartão não reinicia mais nada: a sessão continua de onde estava e o agente só recebe um aviso de que os dados dele mudaram.
- Um Canvas pode ter vários orquestradores: dá para criar um cartão já como orquestrador e para promover um cartão que já existe, sem perder o trabalho dele.
- Os agentes descobrem que agentes existem:
elyra agents listmostra o que o Elyra sabe iniciar, com o nome, o comando e se está instalado — antes o agente chutava e errava. - Um agente consegue ler o terminal de outro por inteiro:
elyra terminal readganhou--all,--lines <n>e--node <cartão>, e passa a mostrar também a tela viva de quem roda em tela cheia, que antes não aparecia em lugar nenhum. - Toda resposta em JSON da linha de comando sugere o próximo passo, com o comando pronto para colar.
- Papéis podem restringir o que um agente faz — quem não tem permissão de orquestrar não cria cartões — e um cartão que já existe pode ser promovido a orquestrador com
elyra canvas set-orchestrator, sem reiniciar a sessão dele. - Cada coluna do Quadro tem um "Adicionar item" sempre à vista, no rodapé, como num quadro de cartões — antes o único jeito era um "+" que só aparecia ao passar o mouse.
- A descrição e os comentários do item do Quadro aceitam formatação: negrito, itálico, títulos, listas, citação, links e código, com o menu de barra "/" do resto do app.
- Dá para sair do Quadro mesmo entrando direto nele: quando não há projeto anterior para onde voltar, o cabeçalho oferece "Voltar à tela inicial".
- Grupo de notas: várias notas passam a caber num cartão só, como páginas — arraste uma nota sobre a outra para criar o grupo, ou crie um pelo menu do Canvas; tirar uma página ou desfazer o grupo devolve as notas ao Canvas, e nenhuma nota é apagada.
- O primeiro uso foi refeito: agora a pergunta divide a tela com uma miniatura do Elyra que se redesenha a cada resposta — escolher Terminal mostra um terminal, escolher o agente troca o selo do compositor, trocar o tema vira tudo junto.
- O Elyra pergunta em qual tela você quer começar (Canvas, Conversa ou Terminal) e passa a abrir nela; dá para trocar depois em Primeiros passos.
- O primeiro uso termina abrindo um projeto, com a pasta ou o clone ali mesmo, em vez de deixar você numa lista vazia.
- O último passo do primeiro uso tem as mesmas três portas de Adicionar projeto: selecionar pasta existente, clonar de um repositório ou criar um projeto novo — o mesmo gesto que você vai repetir depois.
- O raciocínio do agente abre numa moldura, com o título fixo na rolagem: dá para recolher de onde você estiver, sem subir a conversa inteira, e o cabeçalho diz do que o trecho trata — mais quanto tempo o modelo pensou, quando dá para medir.
- Um subagente que termina deixa um mini cartão na conversa: dobrado diz o nome e que terminou; um clique reabre tudo o que ele fez e falou, que agora fica guardado em vez de sumir.
- Uma faixa acima do campo de mensagem mostra a equipe de agentes do turno, com o estado de cada um, quanto tempo levam, um clique que leva ao cartão dele na conversa e parar por agente ou de uma vez.
- O Quadro passa a organizar itens de trabalho próprios: crie e acompanhe tarefas com descrição, checklist, comentários e anexos, manualmente ou por agentes pela CLI, sem criar workspaces.
- Guias por tela no menu Ajuda, com exemplos curtos, realce dos controles e orientação para encontrar o que ainda não está visível.
- O Elyra oferece o guia da tela na primeira vez que você entra nela, num cartão discreto no canto; recusar não oferece aquele guia de novo, e a recusa vale depois de fechar o app.
- Os guias pedem o gesto e reconhecem quando você faz: criar o cartão, abrir a busca ou digitar o sinal de menção avança o passo sozinho.
- Primeiros passos ganhou "Aprender a usar", com os onze guias, quais você já viu e um clique para reabrir qualquer um.
- Os guias levam você até a tela certa e apontam cada controle: abrir um guia pelo menu Ajuda troca para a tela dele em vez de avisar que você está no lugar errado, cada passo rola até o ajuste que explica, e o resto da tela escurece deixando só aquele controle à mostra.
- Busque na conversa com Cmd/Ctrl+F: a barra localiza qualquer trecho (mensagens, ferramentas, planos e erros), navega por todos os resultados e abre dobras e passos de ferramenta automaticamente, ignorando acentos.
- Aprovações do Claude ganham profundidade: um cartão em foco com “1 de N” e as demais dobradas abaixo — responda com
1–4e troque o foco comj/kou↑/↓. - A conversa do Claude mostra o custo acumulado da sessão, o botão Compactar no medidor de contexto e um divisor quando a conversa é compactada.
- A conversa do Claude mostra o que cada subagente está fazendo, em cartões no lugar da linha “Delegou …”, com os passos, o texto e os tokens de cada um.
- Cada turno da conversa mostra o que está fazendo agora, e ao terminar dobra com a duração, o custo e os arquivos que mudaram.
- Adicionar projeto abre uma paleta. Você busca a fonte, escolhe a pasta no seletor do sistema, e clone e import ficam empilhados.
- O Espaço aparece na barra de projetos. Sem projeto aberto, o app cai no Canvas do Espaço, rotulado Elyra. Dá para promover uma pasta a projeto.
- O que você digitou e não enviou na conversa é guardado, mesmo ao trocar de tela, minimizar ou fechar o app.
- A tela Git ganhou a aba Worktrees. Lista os checkouts do repositório, mostra worktrees descobertas fora do Elyra e deixa criar um checkout git novo.
- O compositor de workspace explica o que é um workspace. O subtítulo diz que ele é uma área de trabalho neste projeto, sem mexer no resto.
- Blocos de código da conversa ganham destaque de sintaxe, e caminhos
arquivo:linhano texto viram link para abrir o arquivo. - Cada commit do histórico abre o detalhe. Na aba Commits da tela Git, clicar mostra mensagem inteira, autoria, arquivos e o diff de cada arquivo, sem sair do painel.
- Abrir PR/MR escolhe origem e destino. O diálogo lista os branches reais do repositório, cria direto sem trocar de checkout, e a aba PR ganha o botão Nova para abrir de qualquer estado.
- Um projeto que entra sem abrir agora diz isso, em vez de deixar a tela parada como se nada tivesse acontecido.
Alterado
- A linha de comando avisa quando você mira um cartão em algo que não é cartão:
--nodee--pageexistiam em quase todo comando, mas só o navegador e o Canvas os liam — emchat, no Quadro e em outros a opção era aceita e ignorada em silêncio, e agora ela é recusada, com o nome dela na mensagem. - O agente olha o Canvas antes de criar: a skill manda rodar
elyra canvas liste mirar o cartão que já está lá com--node, criando um novo só quando não existe — antes o pedido "me mostra o navegador daqui" abria um segundo navegador. - O primeiro uso ficou mais direto: cartões de agente deitados e em duas colunas, o modo YOLO virou um interruptor, "Sua máquina está pronta?" e "Avisos e privacidade" viraram cartões curtos, uma linha por ajuste, e o botão de sair é só "Pular".
- O primeiro uso fala de três telas (Canvas, Conversa e Terminal): o Navegador não é uma tela inicial.
- Abrir o Elyra entra direto no seu primeiro projeto, em vez de parar numa lista; sem nenhum projeto, ele abre o Espaço, e sair de um workspace leva ao próximo projeto.
- A conversa do Claude volta a parear com a versão atual do Claude Code: o motor foi atualizado e acompanha de novo o Claude Code 2.1.263, em vez de ficar 34 versões atrás.
- Os terminais atualizam a tela 26 vezes por segundo em vez de até 250: com vários agentes escrevendo, o app usa menos placa de vídeo e menos processador, e nada do que eles escrevem se perde. Digitar continua respondendo na hora.
- Com vários agentes escrevendo ao mesmo tempo, o app agrupa a saída antes de entregar à tela: menos idas e vindas entre o servidor de terminais e a janela (20% a menos de operações de entrada e saída) e menos uso da placa de vídeo, sem mudar o que aparece. Quem está digitando continua vendo a tecla na hora.
- Abrir o app ficou mais leve: só o workspace ativo volta com os terminais rodando; os demais ficam em repouso, sem processo consumindo memória, com o conteúdo guardado.
- Abrir um workspace em repouso traz os terminais de volta: o conteúdo anterior aparece na tela, cada aba volta no próprio diretório e agentes com sessão retomável continuam de onde pararam.
- Um workspace que você deixou de lado entra em repouso sozinho depois de 15 minutos, liberando a memória dos terminais dele com o conteúdo guardado; o que está na tela, o que você está olhando e o que tem agente trabalhando nunca entram em repouso.
- Fechar a janela flutuante agora encerra os terminais dela, liberando a memória que ficava presa em segundo plano; ao reabrir, as abas voltam no mesmo diretório, com o conteúdo anterior na tela, e agentes com sessão retomável continuam de onde pararam.
- A conversa do Codex passa a mostrar o contexto medido e o resultado real de cada turno, sem transformar interrupções em erros ou inventar uma porcentagem quando o modelo não informa a janela.
- A configuração inicial e Primeiros passos foram reorganizados, com exemplos de Canvas, Conversa e Terminal, escolha da tela inicial e preferências que podem ser revistas sem exigir projetos extras ou recursos opcionais.
- Falhas ao salvar preferências no onboarding ficam visíveis, e o fluxo só avança quando a gravação é confirmada.
- A tela inicial de projetos foi redesenhada. No lugar da grade de cartões, uma lista atravessada por um traçado que liga cada projeto aos seus workspaces e acende onde há trabalho rodando; o projeto de onde você veio fica no topo, marcado, e criar workspace virou o último ramo dele.
- A tela inicial aguenta muitos projetos. Acima de 50, ela desenha só o que cabe na janela — a ordem, a busca e o arrastar continuam valendo sobre a lista inteira.
- O cabeçalho do Quadro deixou de oferecer "Novo workspace" e "Todos os assistentes". A descrição agora identifica os itens de trabalho.
- A fila da conversa do Claude sobrevive ao fechamento do app, e direcionar entra no turno em curso em vez de esperar a vez.
- A conversa do Claude envia só o texto novo enquanto a resposta é escrita, em vez de reenviar a mensagem inteira a cada trecho.
- Criar workspace pede só nome e pasta. A pasta do projeto já vem preenchida e, se não existir, é criada na hora; o agente se escolhe depois, no Canvas.
- Criar worktree no painel Git abre um diálogo. Você escolhe a branch (existente ou nova, partindo da padrão do repositório), vê a pasta antes de criar, pode rodar um comando uma vez na pasta nova e abrir um workspace nela no mesmo clique. Erro de criação chega em português, com o que fazer.
- Pasta sem git entra direto. Um repositório aninhado entra sem revisão; dois ou mais viram grupo, com Ajustar e Desfazer no aviso.
- A tela Git passou a ser do projeto. Ela assume o repositório da pasta sozinha, sem seletor, e reler o estado atualiza a pasta inteira — não o workspace em que você está.
- A unidade de trabalho se chama workspace. A palavra worktree fica só na tela Git e no conhecimento do agente, para trabalho em paralelo.
- O formulário de novo workspace cria um workspace, não um checkout git. Nome e pasta; worktree git nasce na tela Git ou no
git worktree. - Abrir o app ou um projeto sempre cai no Canvas. A tela em que você estava (Terminal, Conversa, Navegador) continua valendo enquanto o app está aberto; fechar e reabrir volta ao Canvas.
- Apagar o projeto em que você está abre o próximo da lista. Se era o último, abre o anterior. Se não sobrar nenhum, cai no Espaço.
- Apagar um projeto pede o nome e deixa claro que a pasta no disco fica. O diálogo ficou compacto, com um chip para copiar o nome; o botão só arma quando o nome bate.
- Apagar um workspace cabe em poucas linhas. Sai da lista e a pasta fica; só quando a pasta é exclusiva e foi criada aqui o diálogo oferece apagar o disco — nunca na raiz do projeto nem em pasta compartilhada.
- O + global só adiciona projeto. Novo workspace aparece dentro do projeto — no header da lista e no menu de contexto.
- A lista de workspaces não mostra mais branch nem pull request. Workspace não é worktree; o git fica na tela Git.
- O Quadro deixa de mostrar PR e alterações. Cada cartão fica com o nome, o agente e quando mexeu.
- O diff da conversa agora mostra o que mudou de verdade, com números de linha; a saída do comando traz o código de saída e as últimas linhas; cada ferramenta fecha com um resumo.
- O diff e a leitura de arquivo na conversa passam a ter destaque de sintaxe e números de linha.
- O pedido de permissão do Claude mostra o diff real do arquivo (e o comando com o diretório) antes de você decidir; quando a prévia não é possível, o cartão avisa que mostra o par antigo.
- Ajustes › Workspaces explica o workspace de outro jeito. Ele agora é um nome e uma pasta: vários workspaces podem apontar para a mesma pasta ou para pastas diferentes.
- A lista do projeto aberto mostra os workspaces sem dobrar os parados. Quem está parado aparece como linha simples, igual a quem está com algo aberto; concluídos seguem na prateleira própria.
- Um cartão de terminal coberto, minimizado ou fora da tela para de desenhar. Ele solta a placa de vídeo enquanto está escondido e volta a pintar quando reaparece — antes todos os terminais do Canvas continuavam desenhando ao mesmo tempo, inclusive os que ninguém estava vendo.
Corrigido
- O relato de falha foi refeito: diagnóstico dentro de um expansor, anexos como cartões com pré-visualização de imagem e vídeo em fileira horizontal, botão de anexar com ícone e a dica reduzida a "Imagem ou vídeo até 20 MB (até 4)".
- O cartão de erro do terminal oferece "Relatar falha" no lugar de "abrir uma issue", e o texto do erro já chega dentro do relato; o cartão também deixou o visual herdado.
- Colar um print anexa a imagem de novo, no relato de falha e no campo de conversa: o guarda de colar texto grande engolia o gesto porque a imagem não traz texto, e o anexo nunca aparecia.
- Notas podem ser renomeadas dentro do grupo, mantendo o nome ao sair; o gerenciador mostra o total de notas e ações por ícones com dicas.
- Títulos automáticos de notas ficam limitados a 15 caracteres, preservando nomes definidos manualmente.
- Grupos de notas ganham setas nas abas e um gerenciador com pesquisa, abertura, retirada e exclusão com confirmação; os botões de criar e de opções ficam sempre visíveis.
- Uma nota retirada aparece ao lado do grupo e recebe foco, e suas ligações continuam visíveis enquanto ela está agrupada.
- Só cartões de Terminal e Chat oferecem a opção de orquestrador, e agentes ligados a um grupo passam a enxergar suas notas nos comandos de pares.
- Editar ou apagar notas pela CLI respeita gravações pendentes do editor, e falhas na exclusão preservam o cartão.
- Notas mantêm o conteúdo ao sair de um grupo, e novas notas dentro do grupo já abrem com foco para escrever.
- Fechar um grupo permite manter ou apagar suas notas, com confirmação; o botão direito nas abas oferece as opções do grupo, e os textos passam a chamar cada item de nota.
- Criar grupo de notas fica no botão direito do botão Nota, deixando o clique comum para criar uma nota; o menu do Canvas também mostra o ícone do grupo.
- Adicionar projeto fica ao lado de Outros projetos na barra expandida, e Outra máquina reúne o seletor de host e o navegador de pastas na mesma tela, sem pedir o caminho novamente.
- Pastas sem Git abrem diretamente como projetos, no computador ou em outra máquina, sem aviso nem confirmação adicional.
- Papéis atribuídos ou removidos pela linha de comando aparecem imediatamente no Canvas: a etiqueta e a cor do cartão agora acompanham a mudança sem recarregar o app.
- Operações Git em segundo plano não abrem mais uma janela de senha herdada do terminal ou do editor: o Elyra limpa os auxiliares gráficos de autenticação nesses comandos e falha de forma visível quando precisa de credenciais.
- O host SSH agora se escolhe dentro de "Outra máquina": a lista de máquinas some da tela principal e aparece onde a escolha importa, com o estado de cada uma e o botão de conectar ao lado. Antes, quem entrava por ali sem nenhuma máquina conectada não encontrava lista nenhuma para escolher.
- "Outra máquina (SSH)" não joga mais você para fora do diálogo: a porta abre a escolha da máquina ali mesmo, em vez de fechar tudo e levar aos ajustes de hosts quando a lista ainda não tinha carregado — o que acontecia mesmo com várias máquinas já cadastradas.
- O aviso de troca de papel não é mais digitado no terminal como se fosse um comando: em um terminal sem assistente rodando, as frases "Role ... assigned"/"changed" caíam no shell e viravam erro na tela; agora o Elyra só avisa quem tem assistente, o papel continua registrado e a tela diz que ninguém foi avisado.
- Fechar um cartão de nota diz o que aconteceu com o arquivo: a linha de comando avisa se o
.mdsaiu do disco ou ficou, em vez de só dizer que fechou. - Apagar um workspace passa a dizer o que realmente aconteceu: se a pasta continuou no disco, a linha de comando avisa e diz por quê, em vez de responder só "removido".
- O seletor de pastas abre no caminho que já está escrito na tela: clicar em procurar ao adicionar um projeto ou um workspace levava a uma pasta qualquer, em vez da que o campo mostrava; se o caminho ainda não existe no disco, o seletor abre na pasta mais próxima que existe. Vale nos três sistemas.
- O nome do workspace novo é só o que você digitou: escolher uma branch trazia junto o dono do repositório na frente do nome, como em
alguem/minha-coisa. O git continua recebendo o nome completo da branch; o nome do workspace, não. - O nome já vem preenchido ao criar um workspace ou um projeto, como um valor que dá para editar, e não como um texto cinza que some ao clicar.
- O Quadro com muitas colunas rola em vez de cortar: a última coluna ficava presa fora da tela e não havia como alcançá-la.
- Um projeto novo já mostra as colunas "A fazer", "Em andamento", "Em revisão" e "Concluído", em vez de parecer vazio até você criar o primeiro item.
- Apagar todas as colunas do Quadro agora vale: elas voltavam sozinhas na leitura seguinte, e o quadro vazio era confundido com arquivo corrompido.
- O Quadro sem coluna nenhuma convida a criar uma coluna, e não a criar um item que não teria onde ficar.
- O ponteiro do mouse deixa de ficar carregando no Windows: a sonda que descobre se um terminal tem processo rodando criava um processo novo a cada segundo, e o Windows acendia a seta com a roda a cada nascimento; agora um único processo residente responde a todas as perguntas.
- A varredura de processos do Windows deixa de abrir um PowerShell novo a cada segundo: um único PowerShell fica de plantão e responde por 40 ms de CPU o que antes custava 347 ms de partida a frio; sem terminal aberto ele se encerra em um minuto.
- O Elyra passa a recolher as sobras de atualização de plugins que se acumulavam no disco: versões antigas do Claude Code e do Codex deixam para trás uma cópia do catálogo de plugins a cada verificação, e isso podia ocupar dezenas de GB. Trinta segundos depois de abrir, o app apaga as que já estão paradas há horas, sem tocar em nada que não tenha sido o próprio CLI a criar.
- Quando o antivírus impede o Elyra de abrir um terminal, a tela diz isso e o que fazer, em vez de mostrar um erro cru: o aviso explica que um antivírus, um EDR ou uma política de segurança bloqueou o app, e mantém o erro técnico à vista para você mostrar a quem for liberar.
- O medidor de contexto do Grok passa a preferir a medida viva da conversa, sem voltar para uma leitura antiga do histórico nem inventar uso quando o agente envia dados incompletos.
- O link termina onde a URL termina: colar ou digitar um endereço e continuar escrevendo depois do espaço deixava o texto novo com cara de link; agora só a URL é link, o resto sai normal.
- A conversa do Codex mantém modelo e permissões isolados por conta e computador, e só confirma uma mudança de modo depois que o próprio agente devolve a configuração aplicada.
- Uma interjeição recusada pelo OpenCode não encerra mais o turno que já estava em andamento. A conversa continua ativa e avisa que a nova mensagem não foi aceita.
- A tela inicial escolhida continua valendo quando as preferências demoram para carregar, sem desfazer uma tela que você já abriu nesse intervalo; se a leitura falhar, o app avisa e continua disponível.
- Uma pasta Documentos que o sistema não consegue localizar não derruba mais a restauração da sessão: as suas abas, terminais e projetos voltam normalmente, o app continua salvando, e quem não pôde usar o Espaço avisa o que ficou por fazer.
- Listar qualquer pasta local voltou a funcionar quando o sistema não resolve a pasta Documentos — antes a árvore de arquivos falhava inteira, com um erro que ainda apontava permissão de acesso como culpada.
- Fechar um terminal que está com algo rodando volta a perguntar antes de matar o processo. O app fechava calado tanto quando não conseguia saber se havia processo filho quanto quando o processo era outro PowerShell — invisível para a checagem por nome. Agora a lista real de processos do console decide, e o X da janela segue o mesmo caminho do botão de fechar.
- Uma automação rodando em segundo plano não arranca mais você de onde clicou. Ao terminar, ela devolve o foco só quando foi ela quem o tomou e ninguém navegou no meio do caminho.
- Um desligamento no meio de uma gravação não esvazia mais seus dados. Licença, identidade do dispositivo, chave de fala, histórico do terminal e o marcador de vídeo passam a gravar numa cópia e só então substituir o arquivo — antes o arquivo era esvaziado antes de o conteúdo novo existir.
- O serviço que hospeda os terminais deixa de morrer quando o Windows falha ao preparar o primeiro console na abertura. A falha chegava tarde demais para a proteção que existia e derrubava o serviço inteiro, levando junto os terminais de todo mundo.
- Se o arquivo de estado não puder ser lido na abertura, seus projetos voltam pelo backup em vez de o app começar vazio. Ele tenta ler de novo (a trava do antivírus ou da sincronização costuma passar em segundos) e, se ainda não der, carrega o backup mais recente — inclusive quando o arquivo continua no lugar e não pode ser substituído, que era justamente o caso em que tudo se perdia com cinco backups íntegros ao lado. Enquanto o arquivo estiver ilegível, nada é gravado por cima do seu perfil, e a tela diz o que houve com os botões de tentar de novo e sair sem salvar.
- Ao abrir um PR ou MR, uma lista incompleta de branches agora se identifica, em vez de parecer completa quando não foi possível consultar o repositório local ou o remoto.
- O resumo do turno não inventa mais tempo nem custo: quando o assistente não informa quanto demorou, some o "Trabalhou por 0s"; quando não informa custo, some o "US$ 0,00" do painel de contexto.
- O cartão do subagente não mostra mais contagem de tokens que ninguém mediu: quando o provedor não informa o uso, o número simplesmente não aparece, em vez de um “0” que parecia medida.
- Minimizar o Elyra agora reduz o consumo de verdade. Com a janela escondida ele para de varrer o disco atrás de mudanças nos workspaces, os relógios param e as animações congelam — antes trabalhava igual, como se estivesse aberto na sua frente. Medido na mesma máquina, com 22 workspaces e 12 terminais: 79% menos operações de disco e 81% menos processador com a janela minimizada. Ao voltar, tudo se atualiza na hora.
- O pedido de permissão de um subagente diz que veio de um subagente. Ele chegava idêntico a um pedido da conversa principal, e a pessoa respondia achando que era a conversa falando com ela.
- A faixa de agentes rodando mostra cada agente com o ícone dele, o mesmo do cartão na conversa, e diz o que ele está fazendo. Antes o agente aparecia ali como um ponto e um nome, enquanto no corpo da conversa tinha ícone e cor próprios — dois desenhos para o mesmo agente.
- A lista de tarefas em segundo plano parou de mostrar o código interno da tarefa. Onde aparecia um código interno agora se lê "Subagente", cada tarefa abre com o glifo do que ela é, e a frase do subagente deixou de ser monoespaçada como se fosse comando. Um tipo que o app não conhece some em vez de vazar o nome cru.
- Parar um subagente para de verdade. O botão mandava o identificador da chamada da ferramenta onde o motor esperava o da tarefa, então clicar não fazia nada e ninguém avisava; agora ele só aparece quando existe algo que possa ser parado.
- Um agente na fila deixa de ser anunciado como se estivesse trabalhando, e um agente pausado deixa de aparecer como parado. Fila, pausa, execução e fim viraram estados distintos, com a mesma palavra na conversa e na faixa.
- Os números de tokens do subagente param de fingir precisão: o que foi medido pelo provedor vai cru, o que é estimativa vai marcado, e a duração some quando não há como medi-la em vez de mostrar zero.
- Mover o terminal para um cartão preserva a sessão também em layouts antigos, sem recriar o terminal ao entrar ou sair do Canvas.
- Trocar de tela respeita o workspace ativo, sem deixar grupos ocultos alterarem sua seleção de abas.
- Arquivos na Conversa usam um único editor, preservando o rascunho ao alternar as telas.
- Projetos e workspaces mantêm a seleção alinhada: abrir um projeto novo não conserva o Canvas do anterior, e uma conclusão atrasada não troca o workspace que você acabou de escolher.
- A tela escolhida não volta sozinha ao Canvas quando o app recebe uma atualização das preferências de interface.
- A aba de revisão do PR no painel Git deixa de quebrar a barra lateral. Com um PR aberto, entrar na revisão derrubava a barra inteira; os contadores voltam a aparecer.
- Ao recomeçar uma conversa encerrada, o texto que estava no campo vem junto.
- A migração de workspace grava o formato novo no disco. Ao abrir um perfil antigo, os workspaces passam a ser gravados em vez de ficar só na memória.
- Criar um workspace num projeto git volta a aparecer na lista. O workspace nomeado não some mais depois do recarregar dos checkouts git.
- A tela Git usa o repositório do projeto aberto. Deixa de mostrar “esta pasta não usa git” num repositório de verdade, e pasta sem git deixa de gerar um erro técnico.
- O Quadro e o cartão de chat deixam de mostrar a branch. Fora da tela Git, a linha técnica da branch e o subtítulo
mainsaem. - O app abre em instalação nova. As bibliotecas usadas na abertura agora viajam dentro do próprio aplicativo, evitando uma falha na abertura quando a instalação fica incompleta.
- O convite para rodar o script de setup do projeto volta a aparecer. Ele mora na lista de workspaces da margem.
- O campo de pasta do Novo workspace mostra o rótulo certo em cada idioma. Em PT-BR ele diz “Pasta”.
- A conversa do cartão do Canvas não é mais encerrada sozinha ao trocar de tela ou de projeto.
- Notificações nascem desligadas. Instalação nova já abre quieta; quem já usa é desligado uma única vez ao atualizar — religar nos Ajustes é escolha sua e continua valendo.
- As skills do Elyra se reinstalam mesmo quando o marcador gerenciado quebrou. Um marcador de instalação corrompido ou apagado travava a skill velha em silêncio; agora o app reinstala com backup e avisa onde guardou a cópia. Uma pasta que não é do Elyra continua intocada — e o app avisa o que fazer para receber a skill oficial ali.
- As skills do Elyra atualizam sozinhas no boot, sem perguntar. O que estava no lugar de uma skill oficial — com marcador, sem marcador ou pasta alheia — vai para backup em
~/.agents/.elyra-skill-backups/e a skill oficial entra por cima. Não há diálogo: o backup fica guardado caso você precise. Se o app não conseguir gravar (permissão, disco), ele avisa. - O instalador do macOS deixa de sair sem o motor do app. A imagem de disco era criada pequena demais e perdia o maior arquivo em silêncio; agora ela nasce com folga e o build confere, arquivo por arquivo, que o DMG é igual ao app antes de terminar.
- Os erros da conversa do Claude passaram a dizer o que aconteceu e o que fazer. A faixa acima do campo explica o motivo — sessão expirada, limite de uso, falta de memória, crash do processo — e oferece o próximo passo (tentar de novo, entrar, compactar, começar outra). Parar o turno continua “Parado por você”, sem faixa de erro.
- A conversa do Claude deixa de herdar chave de API do ambiente. Sem configuração explícita no Elyra, uma chave no
.envdo projeto ou no shell não é usada. - A margem recolhida volta a mostrar os workspaces ao passar o mouse no projeto. O balão com a lista não abria; agora ele abre com todos os workspaces do projeto, e o clique ativa como na lista aberta.
- Os cartões de terminal do Espaço voltam com o terminal ao reabrir o app. Quem usava o Espaço e fechava o aplicativo reencontrava os cartões com o corpo vazio; agora as sessões remontam e os terminais reaparecem onde estavam.
- O cartão de navegador criado pela CLI passa a ser encontrado.
elyra canvas create browsercriava o cartão e oelyra snapshot --nodeseguinte respondia que não havia cartão nenhum: o cartão nascia numa área de trabalho e era procurado noutra. - Quando o cartão realmente não existe, o erro diz o que existe. Ele lista os cartões do canvas e avisa que a causa pode ser a área de trabalho, em vez de mandar procurar erro de digitação.
- `elyra canvas create browser` devolve o endereço da página junto com o cartão, como já fazia com o terminal; se a página ainda não montou, a resposta diz isso em vez de calar.
- `elyra tab list` deixa de abrir a tela do Navegador sozinho e de travar por oito segundos. Listar voltou a ser só listar; quem quiser acordar as abas guardadas de uma sessão anterior pede
--wake. - Os comandos do navegador passam a dizer que aceitam `--page` e `--node`. Sessenta e nove deles já obedeciam às duas formas de mirar — uma página ou um cartão do Canvas — e nenhum as anunciava.
- O JSON dos comandos do navegador e do celular sugere o próximo passo, com a linha pronta para colar: quem tira um retrato da página ouve como clicar nele, quem lista os aparelhos ouve como conectar.
- Criar um projeto ou um workspace agora entra nele. O app ficava na tela anterior depois de criar, e a barra de projetos não acendia a tela em que você estava.
- Os campos de texto dos Ajustes param de perder o que você digita. Busca de arquivos, cor, cabeçalho e as configurações de commit e PR por IA guardam o texto enquanto você escreve; se a gravação falhar, o campo volta ao valor anterior em vez de exibir algo que não foi salvo.
Removido
- O Quadro deixou de ter "Todos os projetos": ele abre no projeto em que você está, onde criar coluna e item de fato funciona.
- A tela Conversa deixou de avisar sobre assistentes que ela não alcança: o recado de agentes instalados no WSL ou no servidor saiu dos menus de nova conversa; a lista mostra quem conversa ali, e o resto se abre pelo terminal do projeto.
- A tela "Seus projetos" saiu: nada leva mais a ela. O Quadro continua onde estava, no menu e na barra lateral.
- Os cartões e faixas de uso guiado que apareciam sozinhos saíram: o pedido de dados de uso na primeira abertura, os dois avisos sobre o medidor de uso e a dica de importar do navegador. O consentimento de dados continua em Ajustes › Privacidade e agora é perguntado no primeiro uso; os medidores e a importação continuam onde estavam.
- As dicas automáticas e a oferta de adicionar um script de configuração saíram da interface, preservando os ajustes de comandos e a confirmação antes de executar scripts do projeto.
- A barra lateral antiga de worktrees saiu. A lista vive na margem.
- O campo “Local dos workspaces” saiu dos Ajustes › Workspaces. A pasta que já estava valendo continua valendo.