Elyra ADE

Changelog

Veja o que mudou em cada uma das últimas versões do Elyra. Quem já tem licença baixa a mais recente em sua conta.

v0.0.7

25 de agosto de 2026

Corrigido

  • Melhorias internas de estabilidade.

v0.0.6

25 de agosto de 2026

Adicionado

  • O aviso de atualização virou um diálogo. Mostra as duas versões, o que mudou, e deixa ignorar esta, deixar para depois ou instalar agora.
  • `elyra orchestration peers` (ou `elyra peers`): quem está ligado a você. O agente vê seus pares pelo fio do Canvas — nome, endereço, tipo, estado e área de trabalho —, as notas e páginas ligadas, e o que fazer quando não há ninguém. elyra context --json passa a trazer o mesmo peers.
  • A nota do Canvas nasce com texto. elyra canvas create note --content / --content-file, e elyra canvas note read / note write --append para ler e mudar depois. A resposta diz o caminho real do arquivo, e um erro de disco aparece em vez de deixar um cartão sem arquivo.
  • O agente criado numa área de trabalho própria recebe a missão em arquivo. .elyra/assignment.md dentro da área, com quem coordena, o próprio endereço e os comandos para responder — sobrevive a /clear e à compactação da conversa.
  • O cartão que o relógio encolheu volta a abrir quando o agente recomeça. Vale só para o que foi minimizado sozinho por ociosidade; o que você minimizou com a mão continua como você deixou.

Alterado

  • A skill `elyra` chega a todos os assistentes. Antes só Claude, Codex e a pasta .agents recebiam; agora também Hermes (inclusive no Windows, em %LOCALAPPDATA%\hermes), OpenCode, Gemini, Grok, Cursor, Droid, Copilot, Cline, Qwen, Mistral Vibe e Amp — só onde o assistente já está instalado. O desinstalador (Windows, .deb, .rpm) remove o que o app escreveu.
  • A skill `elyra` foi reescrita para o agente não se perder. Começa por como achar a CLI (elyra, elyra.cmd, $ELYRA_CLI), pelo passo zero elyra orchestration peers antes de coordenar, e pela via de equipe (task-create + dispatch --inject) como caminho principal.
  • A CLI `elyra` passou a responder em inglês. Toda saída dela, e todo texto que o app escreve para um assistente — skills, missão, avisos entre agentes —, ficam em inglês, que é a língua em que esses modelos erram menos. A interface do app continua em português.
  • Só o orquestrador manda notificação do sistema. Agentes criados por outro agente atualizam o cartão e a caixa de mensagens, mas não disparam aviso — quinze filhos não viram quinze notificações.
  • Arrastar o Canvas ficou mais leve. O céu de estrelas deixou de ser repintado a cada quadro do pan: as três camadas agora deslizam prontas, e o custo por quadro caiu de ~0,7 ms para ~0,12 ms na mesa de 1600×900. A imagem é a mesma.
  • A lista da margem esquerda se chama Projetos. É o que ela lista; os workspaces de cada projeto aparecem dentro dele.
  • Cada projeto na margem aparece com a própria inicial colorida, como na tela "Seus projetos". A pasta cinza e o avatar do dono no GitHub — que o app põe sozinho ao adicionar o projeto — eram iguais em toda linha e não diziam de que projeto se tratava. Qualquer ícone que você escolheu continua valendo, inclusive o avatar do GitHub, quando foi você quem o escolheu.

Corrigido

  • No Windows, `elyra` passa a existir no bash dos agentes. Só havia elyra.cmd, que o bash não resolve; OpenCode, Codex e afins respondiam command not found e desistiam — ou caíam na CLI de outro app. Agora há um elyra sem extensão ao lado, e ELYRA_CLI no ambiente aponta para ele.
  • Ligar dois cartões no Canvas avisa os dois de verdade. Num terminal com assistente parado o aviso era digitado e nunca enviado — ficava na caixa de entrada; agora vai como mensagem. Ligar pela CLI (elyra canvas link) também avisa. O texto ensina peers e a via de equipe.
  • O chat do Hermes entra na orquestração. Recebia nem o aviso de ligação nem as mensagens dos outros agentes, e a CLI de dentro dele não sabia quem ele era.
  • A resposta do agente volta para quem coordena. orchestration reply não empurrava a entrega; o endereço listado antes de o terminal subir não ligava ao definitivo; e mandar mensagem para um endereço morto respondia "ok". Agora entrega, liga e recusa com o que fazer.
  • No chat do OpenCode, digitar `/` abre os comandos. A lista nasce com /model, /help e /clear sem subir servidor; o primeiro / busca a lista real (/init, /review, skills). Um /review que o servidor recusa deixa de ir ao modelo como prosa, e /clear começa uma conversa de verdade em vez de retomar a anterior.
  • Os terminais de um host SSH param de sumir sozinhos. Ao conectar, o app lê o retrato do workspace guardado no host — e esse retrato é de antes da conexão terminar. Todo terminal aberto durante o connect não estava nele e era apagado logo depois de nascer: na tela Terminal a aba sumia, no Canvas o cartão passava a dizer "Este terminal foi encerrado", e o shell continuava rodando no servidor sem dono. Agora um terminal que ainda tem sessão aqui, ou que acabou de nascer, sobrevive ao retrato.
  • O cartão de terminal do Canvas volta a subir o assistente em projetos por SSH. Escolher Claude, Codex ou outro no cartão abria um shell vazio: num host remoto quem escreve o comando de partida é a própria tela, e o cartão recria o terminal algumas vezes até se acomodar — o comando ia embora nessa troca. Em projetos locais nunca aconteceu.
  • Os terminais param de redesenhar todas as letras a cada pausa dos agentes. Toda vez que a saída dos terminais ficava 200 ms em silêncio, o app apagava o cache de letras compartilhado por todos os terminais com WebGL e repintava todos — com agentes escrevendo no Canvas isso acontecia até 7 vezes por segundo, e 99 % das letras redesenhadas já estavam no cache. Agora só o modelo de cada terminal é reconstruído; o cache fica. O cache continua sendo limpo ao acordar a janela e ao colar imagem.
  • O Canvas com muitos terminais deixa de consumir a GPU. Duas causas, medidas no app real. A primeira: cada cartão de terminal era redesenhado até 60 vezes por segundo enquanto os agentes escreviam; agora só o terminal em que você está digitando mantém esse ritmo — os outros atualizam em rajadas alinhadas (15 vezes por segundo; 5 quando o cartão está pequeno na tela; 1 quando virou miniatura), sem perder nenhum byte. A segunda, e maior com agentes de verdade: o anel que gira ao lado do workspace "Trabalhando" pedia 60 quadros por segundo à placa de vídeo, e cada quadro redesenhava o Canvas inteiro — um anel de 10 px custava 6,7 % da GPU sozinho; agora ele gira em 6 passos (1,5 %). Com oito agentes escrevendo: de 12 % para cerca de 3 %.
  • O cartão minimizado sozinho para de mudar de lugar. Ao expandir, ele reaparecia acima de onde estava — quanto mais alto o cartão, maior o salto (um cartão de conversa subia quase 200 px). O cartão minimizado com a mão nunca teve o problema.
  • Ctrl/Cmd+1–9 troca de cartão mesmo com o terminal em foco. Era preciso clicar no vazio antes, ou insistir na tecla. Quem prefere que o terminal receba o atalho escolhe "terminal primeiro" nos Ajustes.
  • Uma área de trabalho nova volta a aparecer sozinha na lista. Quando a pasta de worktrees do projeto era recriada, o app parava de notar áreas novas até ser reiniciado.
  • Fechar o app e abrir de novo devolve os agentes do Canvas onde estavam. Cada cartão de terminal com Claude, Codex ou OpenCode volta com a mesma conversa (--resume), e não mais como um shell vazio — antes só o cartão que estava em foco na hora de sair voltava.
  • A atualização automática não encerra mais os terminais. Os agentes e shells continuam rodando durante a atualização e reaparecem vivos quando o app reabre; encerrar pelo menu ou pela área de notificação continua fechando tudo.
  • No Mac com chip da Apple, a atualização automática baixa o app certo. O feed misturava o instalador de Intel com o de Apple Silicon.
  • Trazer um projeto do Maestri traz as notas, os terminais e o que cada um estava rodando. Também aceita o arquivo .maestri (o export do workspace), não só o backup .maestribak.
  • O projeto trazido do Maestri chega com o quadro montado. A tela dizia "4 cartões, 3 ligações" e o Canvas abria vazio: o arranjo era gravado, mas a tela só o lia na próxima vez que o app abrisse — e o primeiro cartão criado ali apagava o que tinha sido trazido.
  • Trazer um projeto abre o projeto, no Canvas, já enquadrado. Sem procurar o projeto na lista depois, e sem cair num quadro que parece vazio porque os cartões estão logo fora da borda.
  • Vem tudo que estava no Maestri, não só notas e terminais. Navegador (na página em que você estava), celular, arquivo, bloco de texto, nota que mora fora da pasta do Maestri, os cartões de outros andares e as ligações entre eles. A pilha de notas, que aqui não existe, entra aberta em leque no lugar onde estava.
  • Os cartões trazidos mantêm o nome que tinham. "Sonata" e "Vela" viravam "Claude" e "OpenCode" no instante em que o assistente subia.
  • O Importador não perde mais o projeto quando o Maestri está aberto. Ele reescreve os próprios arquivos enquanto roda; uma leitura no meio disso fazia o Elyra dizer "projeto não encontrado" com os dados ali do lado.

v0.0.5

24 de agosto de 2026

Adicionado

  • No chat do Codex, digitar `/` abre os comandos. Modelo, esforço, compactar, conversa nova e ajuda, com busca. A barra no terminal do Codex continua igual.
  • No Codex, anexo e menção chegam de forma nativa. Imagem colada entra como imagem; arquivo vira menção. Skills chamadas na conversa chegam ao Codex como skills de verdade, em vez de texto solto.
  • O painel de arquivo ao lado do inspetor deixa editar. Ctrl/Cmd+S grava. Fechar com mudança sem salvar pergunta o que fazer.

Alterado

  • No máximo da escada de esforço, cada assistente acende na cor dele. Claude continua no roxo do ultrawork; Verboo, Pi, Codex, Cursor e Grok ganham o mesmo efeito, cada um com a cor do próprio chat.
  • As dez skills do Elyra viraram seis, todas começando por `elyra`. elyra reúne projeto, Canvas, CLI e equipes; os dois emuladores viraram elyra-emulator; sobraram elyra-browser, elyra-computer, elyra-environments e elyra-docs. Quem recebe uma tarefa de outro agente agora tem instruções escritas do lado dele: como ler a caixa, responder e avisar que terminou. Skill que você mesmo editou é copiada antes de sair.

Corrigido

  • A atualização automática no Windows termina sozinha. Ela abria uma tela de instalação no meio do caminho, com o app já fechado, e não concluía. Agora o app fecha, atualiza e reabre na versão nova. Instalar do zero continua mostrando o instalador normalmente.
  • No Windows, a conversa do OpenCode volta a abrir. O Windows recusava abrir o OpenCode instalado pelo npm.
  • Clicar numa conversa recente abre a conversa. A lista misturava sessões de terminal, e o clique mandava para um terminal vazio. Agora só entram conversas de verdade, e o clique fica na tela de Conversa.
  • As notas do diff falam a língua do app. Adicionar, copiar e enviar deixam de aparecer em inglês. Enviar abre o mesmo diálogo de destino do apontar no navegador.
  • No Canvas, Ver o diff abre ao lado do inspetor. Antes o clique não mostrava nada. É um painel só do diff, separado do de arquivo.
  • Desligar um assistente nos Ajustes tira o medidor dele da margem. A barra de uso da esquerda some com o que você desligou.
  • Desinstalar o app leva as skills do Elyra junto. Elas ficavam para trás nas três pastas de assistente. Só sai o que o Elyra instalou; skill sua com o mesmo nome fica.

Removido

  • O Gemini CLI saiu da lista de assistentes. Ele não existe mais. Quem ficou no lugar é o Antigravity (agy).

v0.0.4

23 de agosto de 2026

Adicionado

  • O ícone do app é a lira oficial. Em Ajustes um slider escolhe redondo, quadrado, os dois em preto e branco, ou o jacaré. A bola com o desenho errado saiu.
  • Conversas nativas com Cursor, Hermes e pi. Você fala com eles na tela de Conversa: aprovar, trocar modelo e retomar sem abrir o terminal. Claude, Codex, Verboo, OpenCode e Grok já estavam; os oito aparecem ao criar uma conversa.
  • Traga um projeto do Maestri ou do Orca. Em Adicionar um projeto → Trazer de outro app. Notas, terminais e ligações vêm junto, se você quiser. Nada é copiado de lugar.
  • O assistente organiza o Canvas. Peça para abrir, mover, renomear, ligar ou fechar cartões.
  • Céu no Canvas e fio com brilho. Fundo de pontos com profundidade; um brilho percorre a linha entre cartões. Sem movimento extra se o sistema pediu menos.
  • Modo de seleção no Canvas. Arraste uma caixa no vazio, ou Shift+clique. Ctrl/Cmd+Shift+. enquadra o que está marcado, com a câmera deslizando em vez de pular.
  • Botão direito no vazio cria navegador e celular no ponto do clique.
  • Digite `>` para mencionar outro cartão. Tab cola o nome, nunca envia. ls > saida.txt continua sendo redirecionamento.
  • Issues no painel Git. Lista aberta do GitHub e do GitLab, com filtro "atribuídas a mim". Sem autenticação ou sem rede, o painel diz o que falta.
  • Página e celular dentro do cartão. O navegador do Canvas mostra a página no cartão; o celular mostra a tela do simulador ao vivo.

Alterado

  • As quatro telas não se misturam mais. O que você abre no Canvas fica no Canvas. Cada tela e cada área lembram onde você estava.
  • Organizar o Canvas ficou útil. Cartões ligados ficam perto, o fluxo vai para a direita, e o cartão novo nasce dentro desse fluxo em vez de aparecer longe do desenho.
  • Minimizar economiza de verdade. O corpo do cartão sai da tela e volta inteiro, com o histórico do terminal. Dá para desligar o descanso automático; o tempo passou a 15 minutos, só em terminal e conversa.
  • Ctrl/Cmd+1–9 troca de item, não de workspace: cartões do Canvas, conversas, terminais e abas do navegador, nesta ordem. Segure Ctrl/Cmd para ver os números. Dentro de um terminal o atalho não rouba a digitação. Trocar de workspace ficou em Ctrl/Cmd+Shift+1–9.
  • O Mac sai assinado pela Apple. Sem o bloqueio do Gatekeeper na primeira abertura; a atualização automática passa a valer.
  • O medidor do OpenCode Go lê o `/connect`. Sem colar cookie. O cookie continua como reserva em Ajustes → Assistentes.
  • OpenCode ganhou busca de modelo, modelo padrão da conta, menu `/`, anexos e anel de contexto. Sem login, um cartão pede para entrar — sem erro vermelho.
  • A conversa do Verboo pede confirmação, pergunta e mostra o plano. Ferramenta que muda arquivo espera um Permitir; quando o assistente precisa de uma escolha sua, aparece o formulário; o plano fica na conversa. O menu / e o $ passam a listar só o que funciona de verdade.
  • Parar um turno do Verboo interrompe com menos força. No Mac e no Linux o processo recebe o mesmo sinal de um Ctrl+C, e a conversa continua no próximo envio.
  • Ajustes agrupados por tarefa: Pessoais, Assistentes, Projetos e Sistema.
  • A skill de equipe agora se chama orquestração e vale também no terminal.
  • Apontar um elemento envia na hora. Copiar e Enviar saem da mesma nota, com o que você apontou e o contexto técnico. Acabou a fila de anotações.
  • A barra do Navegador e o topo do projeto mudaram de cara. Abas em pílula, endereço rebaixado, trilho das quatro telas.
  • A lista de commits do Git ficou mais legível. Mensagem na frente, inicial do autor, data humana ("há 3 h", "ontem") e a data exata no tooltip.

Corrigido

  • Os ícones do app aparecem no tamanho e na forma certos em Ajustes. Estavam pequenos e todos com cara de redondo, inclusive o quadrado e o jacaré.
  • A frase que você escreveu e não enviou não some ao trocar de tela ou minimizar o cartão. Em cada conversa, a sua.
  • No Windows, agents instalados no WSL voltam a ser reconhecidos. A procura usa a distribuição escolhida (incluindo Debian), lê a saída mesmo em UTF-16 e roda num shell de login. Se não achar ninguém, Ajustes diz qual distribuição foi consultada, o que foi tentado e o que fazer.
  • Clicar num elemento do Navegador não derruba mais a área de trabalho.
  • O cartão de navegador do Canvas mostra a página. Ele abria vazio: a moldura existia, a página não. Os ícones da barra também voltam na tela larga; no cartão estreito, as ações estão nos três pontinhos.
  • O botão Apontar volta na barra do Navegador.
  • A conversa do OpenCode parou de repetir a sua mensagem.
  • Conversa não sobe mais um terminal fantasma e não fica presa em "Preparando seu assistente…".
  • Pi e Grok aparecem nos seletores de conversa. Os dois já tinham conversa nativa, mas não eram oferecidos ao criar uma conversa.
  • Ligar um cartão a uma conversa mostra a pergunta, não só a resposta. Com a conversa fechada, o app pede para abrir o cartão em vez de falhar calado.
  • Arrastar um cartão não arrasta mais a tela. Mover é pela barra de título.
  • Nota nova do Canvas abre na hora.
  • Nota que já não existe no disco deixa de encher o log de erro.
  • Ver um arquivo na barra direita não esconde mais a árvore.
  • A CLI deixa de mentir. Comando que falhou agora falha; --opção=false desliga; apagar estado e mudar regra exigem você dizer o quê; a ajuda lista todos os comandos.
  • Textos do envio ao agente e das automações passam a aparecer nos seis idiomas.
  • A conversa do Verboo atravessa SSH. No servidor, o Elyra conversa com o verboo sem abrir a interface de terminal dele. Se o binário não está lá, o host caiu ou o projeto está num ambiente de runtime, a tela explica e não cria sessão. Ferramentas que pedem permissão ainda não passam no remoto.
  • O Verboo volta a pedir autorização na conversa. Com "Pergunta antes", o pedido de Permitir/Recusar chega na conversa em vez de o agente parar calado.
  • No Verboo, dá para voltar a conversa até uma mensagem sua. O que veio depois some da tela e o próximo turno não vê o que você descartou. Os arquivos do projeto ficam como estão.