v0.0.13
12 de setembro de 2026
versão atualAdicionado
- A barra superior abre a gaveta Agentes: todos os agentes do Elyra, de todos os projetos, agrupados por projeto e workspace, com o ícone de cada agente, o nome do cartão, busca e filtros. Ela abre mostrando quem está trabalhando no projeto atual, e o ícone fica âmbar e treme uma vez quando alguém passa a esperar você.
- Sugestões podem ser enviadas pelo menu de ajuda: pessoas com uma conta ativa agora conseguem propor melhorias sem sair do Elyra e recebem uma resposta clara se o envio não puder ser concluído.
- Terminais SSH podem continuar disponíveis no servidor com tmux: a opção fica desligada por padrão em cada host, reencontra somente as sessões criadas pelo Elyra e avisa como instalar o tmux quando ele não estiver disponível.
- Arquivos e pastas podem ser arrastados do sistema para a árvore de arquivos, inclusive em workspaces SSH, com destino destacado, escolha segura em conflitos, progresso e cancelamento sem deixar cópias pela metade.
- O Canvas ganhou uma view de camadas: um botão na barra lista todos os cartões daquele Canvas com o estado de cada agente, e clicar em um leva a tela até ele — o mesmo movimento que agora acontece sozinho quando você coloca um arquivo no Canvas.
- O Elyra pode acordar o orquestrador quando um cartão filho termina o trabalho: a opção fica desligada por padrão e avisa somente agentes acordáveis ligados ao cartão, inclusive por uma cadeia de ligações no mesmo workspace.
- O Elyra pode manter o computador ligado enquanto o aplicativo estiver aberto: o ajuste nasce ativado, continua valendo com a janela minimizada ou na bandeja e permite que a tela apague normalmente.
Alterado
- A tela Conversa oferece só o Claude por enquanto: os outros agentes saíram da nova conversa e do histórico da Conversa enquanto ficam mais estáveis, e continuam disponíveis no Terminal.
- Abrir as telas Terminal e Conversa não cria mais um terminal ou uma conversa sozinho: sem nada aberto, a tela mostra o estado vazio com o botão para criar.
- Clicar num agente do Canvas, pela gaveta ou pelas camadas, leva ao cartão enquadrado na tela, como "Focar no selecionado"; as camadas também mostram o ícone do agente e sempre o nome do cartão.
- O prazo para encerrar workspaces inativos agora pode ser escolhido nos Ajustes: há opções de 7, 30 ou 90 dias, além de Nunca.
- Mensagens entre agentes chegam enquanto o destinatário ainda está trabalhando: o terminal enfileira o recado imediatamente, preservando a ordem e evitando entregas duplicadas.
- Blocos de mensagens da CLI ficaram mais legíveis: nome do cartão, assunto, corpo e comando de resposta aparecem em uma estrutura única e estável, inclusive quando várias mensagens chegam juntas.
- O menu “+” do Terminal ficou mais organizado: shells, agentes e superfícies aparecem em grupos claros, com rótulos curtos e sem remover nenhuma opção.
- Terminais novos abrem com espaço para cerca de 122 colunas e 35 linhas: agentes TUI ganham largura e altura úteis sem depender de redimensionamento manual.
- Mensagens de orquestração aceitam até 30 KB antes de truncar: acima do limite, o aviso informa exatamente quanto conteúdo foi omitido.
- Editar um workspace ficou restrito ao seu nome: vínculos de issue, pull request e anotações que não pertenciam ao diálogo foram removidos.
- O estado dos projetos fica visível sem passar o mouse: a bolinha e o indicador giratório de trabalho aparecem tanto na barra lateral expandida quanto na recolhida.
Corrigido
- A tira de mensagens em fila só mostra o que está mesmo em fila, sem cartões fantasma nem "0 anexo(s)" em mensagem que tem texto.
- Uma falha ao carregar a conversa deixa de ser anunciada como falha ao enviar, com aviso que diz o que realmente aconteceu.
- Agentes não criam mais cartões, conversas, abas ou dispositivos escondidos em outra tela ou workspace: cada criação permanece visível na superfície de origem, e focar um terminal leva até o cartão no Canvas ou troca para a aba correta no Terminal.
- Mensagens entre agentes ficam restritas à cadeia conectada do projeto atual: recados de outro projeto ou de um agente sem ligação são recusados antes de chegar à caixa e executar.
- O Terminal deixa de cancelar colagens quando o foco continua no mesmo cartão, e muitos terminais organizados para baixo quebram em linhas conforme o espaço visível: a troca real de terminal continua bloqueada e criar novos cartões nunca é impedido.
- Cartões do Canvas deixam de aparecer em outros projetos: cada cartão permanece no projeto em que foi criado, e perfis anteriores são reorganizados sem apagar conteúdo.
- A visualização lateral agora abre imagens com zoom, explica binários sem preview e os editores preservam as teclas digitadas mesmo com atalhos globais ativos, em vez de recusar arquivos, deixar a área vazia ou salvar texto mutilado.
- Notas com arquivo ausente ou ilegível não aparecem mais vazias e editáveis: o cartão bloqueia qualquer gravação, explica o problema e permite tentar a leitura novamente sem arriscar sobrescrever conteúdo.
- Cartões novos deixam de se sobrepor antes da primeira medição do Canvas: o espaço ocupado agora considera o tamanho real de cada tipo desde o nascimento.
- Terminais fora da área visível liberam o corpo em até um minuto: a pintura continua suspensa imediatamente e o conteúdo pesado deixa de permanecer montado por cinco minutos.
- Trocar a branch não muda mais o nome nem o endereço dos dados do workspace: notas que ficaram em uma pasta antiga são recuperadas sem apagar nem sobrescrever os arquivos originais.
- A leitura de terminais com agentes mostra a tela atual em vez de acumular animações: o texto bruto continua disponível em JSON e nas leituras incrementais com cursor.
- Mensagens para um orquestrador agente não ficam mais esperando um Enter humano: coordenadores com agente vivo e o Cursor recebem a submissão automaticamente, enquanto shells sem agente continuam protegidos.
- Comandos destrutivos da CLI deixaram de anunciar efeitos que não aconteceram: fechar abas, cartões, terminais e emuladores agora distingue sucesso, ausência de alvo e falha parcial.
- O terminal não mostra mais um aviso falso ao reabrir uma aba como shell: a aba reabre normalmente, sem interromper o trabalho.
- A menção `>` funciona depois de texto e na posição do cursor: o conteúdo antes e depois é preservado, sem abrir a lista no meio de palavras ou em redirecionamentos completos do shell.
- Trocar de tela no projeto não deixa mais o workspace sem carregar: as telas pararam de entrar em laço de atualização enquanto o projeto ainda abre, e a que mesmo assim falhar avisa o que houve e volta sozinha quando você muda de tela, em vez de derrubar o projeto inteiro.
- As abas do Terminal não derrubam mais a tela ao abrir menus ou renomear, inclusive trocando muito de aba em workspaces remotos.
- As ligações do Canvas podem voltar a avisar os agentes sem despejar conteúdo: o aviso configurável informa em uma linha o que foi ligado e como acessar, tanto ao arrastar o fio quanto ao usar
elyra canvas link. - A descrição dos itens do Quadro deixa de ter um espaço interno exagerado: o texto agora aproveita melhor a área do cartão nos temas claro e escuro.
- A barra lateral mostra o nome do cartão do Canvas: ao renomear um cartão, a linha correspondente muda na hora em vez de continuar exibindo o nome antigo da sessão.
- A linha de comando volta a listar aplicativos e janelas abertos: os comandos que nunca conseguiam concluir agora encontram os alvos normalmente.
- Escrever em um campo deixa de confirmar algo que não aconteceu: quando o Elyra não consegue conferir o texto, o resultado explica que a ação não foi verificada.
- Clicar em um campo e colar em outro aplicativo passa a funcionar como uma só ação no Windows: foco, clique e atalho acontecem juntos, e o Elyra só confirma quando consegue reler o texto colado.
- A mensagem que você envia chega inteira ao agente, mesmo com anexos grandes: o texto e os arquivos são preparados e conferidos antes de entrar na fila, e a fila sobrevive ao fechamento do app.
- O resumo de cada turno reaproveita o que não mudou: trocar de conversa descarta o resumo guardado, e o idioma acompanha a interface.
- Voltar para um ponto da conversa do Claude volta a funcionar: a conversa dizia não ter gravação no disco mesmo com a gravação lá, quando o Claude Code gravou no home dele e o Elyra procurava só no diretório da conta.
v0.0.12
10 de setembro de 2026
Adicionado
- O agente de um host SSH agora recebe as skills do Elyra ao conectar: elas são instaladas no host na primeira conexão e atualizadas nas seguintes; se alguma não entrar, o cartão do host diz qual e o que fazer.
Alterado
- O envio de mensagens nos terminais locais acompanha o estado da sessão: quando o modo de colagem é conhecido, o Enter espera a saída se estabilizar, com limite de espera; conexões SSH mantêm o comportamento anterior.
- Os agentes encontram instruções mais curtas e organizadas por tarefa: as skills do Elyra passam a distinguir workspace de git worktree com receitas completas, evitam instruções duplicadas de coordenação e descrevem os comandos reais do emulador.
- A letra inicial virou o símbolo padrão do projeto: projeto novo e "voltar ao padrão" mostram a inicial colorida em vez da foto do GitHub, que continua a um clique nas configurações. Quem já tem foto ou ícone continua vendo o que gravou — a barra agora mostra o símbolo gravado em vez de trocar pela inicial.
- A lista de workspaces mostra só os seus workspaces. Pastas criadas com
git worktree add deixam de aparecer nela e passam a viver na tela Git, aba Worktrees; um aviso único diz quantas saíram, e nada é apagado do disco. - Criar uma worktree na tela Git não registra mais um workspace sozinho: a caixa "Abrir como workspace" nasce desmarcada, e só marcada é que a worktree também entra na lista de workspaces.
Corrigido
- Corrigida a sobreposição de linhas em TUIs quando a geometria definitiva do terminal chega após o carregamento inicial de fontes ou do layout.
- Um agente local não consegue mais assumir outro cartão copiando o ambiente dele no Linux ou macOS: o Elyra confirma também a conexão e a árvore do processo antes de aceitar a identidade.
- Os cartões mantêm a mesma identidade ao trocar de tela: voltar ao Canvas preserva o handle e o histórico do terminal, e processos não podem assumir outro cartão apenas copiando seus identificadores.
- Atualizações contínuas voltam a chegar aos agentes autorizados: assinaturas de abas e de buffer não param depois do primeiro snapshot.
- Quem cria uma nota pelo terminal pode desfazer a própria criação: o cartão continua protegido contra fechamento por outros agentes.
- Arquivos abertos ao lado do inspetor agora têm busca no texto: Ctrl+F (Cmd+F no macOS) ou o novo ícone de lupa abre a busca com destaques, contador e navegação entre ocorrências.
- O Navegador não herda mais páginas abertas em cartões do Canvas: sem uma aba própria, a tela mostra o convite para abrir uma página em vez de uma aba fantasma preta.
- A marcação do apontar-e-pedir não fica mais presa no Navegador: ela desaparece ao enviar, cancelar, trocar de aba, navegar ou fechar o painel.
- Continuar em outro agente agora pergunta onde abrir a nova sessão: é possível escolher a tela Conversa, a tela Terminal ou o Canvas, com cartão de conversa ou de terminal; destinos incompatíveis com o agente ou o host não são oferecidos.
- Agentes respeitam as ligações do Canvas: cartões só leem e controlam alvos ligados; fora do Canvas, o controle fica no workspace e preserva as exceções de notas e arquivos.
- O terminal deixa de acumular rastros do mouse depois que um agente encerra sem limpar seus modos de entrada: o rastreamento abandonado é desligado assim que a morte do processo é confirmada.
- O terminal deixa de imprimir rastros do mouse sobre uma interface de agente ainda aberta: ao confirmar uma rajada desses relatórios ecoados, o Elyra desarma somente o mouse daquele terminal e preserva o processo em execução.
- As ajudas de orquestração começam pelo terminal: os guias do Canvas apontam para criar terminal e o convite para montar uma equipe pede cartões de terminal nos seis idiomas.
- Os links do terminal deixam de trocar de workspace: caminhos seguem a abertura normal de arquivos e pastas, e as dicas de clique acompanham o idioma e os atalhos do sistema.
- Japonês, coreano e chinês deixam de exibir português em 100 textos cada: corrigidas mensagens de uso e custos, notas para agentes e painel Git.
- Mensagens já enviadas continuam confirmadas se o registro de acordadas falhar: o terminal e o chat informam a falha posterior separadamente, evitando que uma entrega aceita seja tratada como motivo para reenviar a mesma mensagem.
- O acordador alcança os workspaces fora da tela e respeita a entrega declarada pelo agente: trabalho novo volta a habilitar a acordada, e mensagens com várias linhas chegam juntas aos agentes compatíveis.
- A CLI do emulador agora lista sessões Android junto das iOS e explica falhas de consulta; instalação, abertura de aplicativos e permissões informam o resultado real, e o logcat aceita filtros repetidos por tag e prioridade.
- A lista de workspaces mostra só workspaces: uma worktree do git criada por fora deixou de aparecer como se fosse um ambiente seu — worktree é do git e continua visível na tela Git, na aba Worktrees.
- A imagem do símbolo do projeto agora aceita até 1 MB, e o aviso fala português: o limite subiu de 256 KB e, quando o arquivo passa do tamanho ou não é PNG, a mensagem aparece traduzida em vez do erro técnico em inglês.
- Trocar o símbolo do projeto reflete na barra lateral: a foto ou o ícone escolhido aparece no cabeçalho com a barra aberta e na tira com ela recolhida — antes a barra mostrava só a letra.
- Cada workspace da barra lateral abre e fecha a própria lista de itens: terminais, conversas e notas de qualquer workspace (não só do aberto) expandem e recolhem com a escolha guardada entre sessões.
- A ordem dos workspaces é sempre alfabética: o workspace aberto fica no lugar dele em vez de pular para o topo, e o arraste para reordenar saiu da barra — a preferência antiga continua guardada para um retorno futuro.
- Voltar a um projeto retorna ao mesmo workspace: sair e voltar não cai mais no workspace de atividade mais recente; se ele foi apagado, abre o primeiro da lista.
- A worktree criada sem workspace continua fora da lista depois de reiniciar o app. A escolha ficava valendo só até o próximo boot, quando a pasta voltava sozinha para a lista de workspaces; quem já passou por isso volta ao normal na primeira abertura, sem perder nada.
- A worktree que você trouxe para a lista continua nela. Quem usou o antigo botão "Trazer para a lista" mantém a pasta na lista de workspaces e no Cmd+J, com as abas e as notas — quem nunca a trouxe continua encontrando-a só na tela Git.
- `--path` relativo em `elyra workspace create` passa a valer a partir da pasta do projeto, como sempre esteve documentado, em vez de criar uma pasta vazia onde o app estivesse rodando.
- Ligar um cartão a um agente não avisa mais o agente: a ligação é só a linha no Canvas — nenhum recado na caixa de entrada, na conversa ou no terminal, em nenhum dos dois caminhos (arrastar o fio ou
elyra canvas link). - Pesquise dentro das notas com Ctrl+F (Cmd+F no macOS): a barra procura o texto do cartão, mostra “N de M”, destaca cada ocorrência e rola até ela, ignorando acentos.
- Ctrl+F (Cmd+F no macOS) respeita o foco no Canvas: com o cursor na nota, abre a busca da nota; o Buscar na página do navegador só captura com o foco nele — com dois cartões de navegador, só o dono do guest focado abre.
- O cartão de terminal que não consegue abrir a sessão passa a dizer por quê, em português e com o que fazer a seguir, além de um botão para tentar de novo — antes ele ficava preto e mudo para sempre, e o aviso do erro ficava numa parte da tela que ninguém via.
- O Espaço volta a abrir terminal quando a pasta existe mas o registro ainda não chegou: era o caso de quem já usava o Elyra e abriu um perfil novo na mesma máquina, e o terminal era recusado sem explicação.
- O terminal recém-aberto volta a mostrar o prompt: o convite para montar uma equipe passou para o cabeçalho do cartão; antes ele era uma faixa por cima das primeiras linhas, e escondia justamente o prompt que acabara de aparecer — o cartão parecia preto e travado, com a sessão viva por baixo.
- O mesmo convite parou de esconder o começo da conversa nos cartões de conversa, pelo mesmo motivo.
- O nome do cartão continua legível quando ele está estreito: o convite para montar uma equipe fica só no ícone nos cartões médios e some nos mais estreitos, em vez de tomar a barra de título — ele volta sozinho quando você alarga o cartão.
- O terminal que não abre porque a pasta sumiu agora diz isso em português, uma vez só, e oferece Tentar de novo: antes aparecia o nome interno do erro em inglês, repetido duas vezes, e a única saída era relatar a falha — quem restaurava a pasta não tinha como voltar.
- O terminal volta a usar a placa de vídeo depois de um tropeço enquanto estava fora da tela: antes ele ficava desenhando pelo caminho lento até você trocar de tela.
- `>` volta a listar os cartões no terminal depois de usar histórico ou colar: a lista agora olha a linha de verdade em vez de contar teclas, então navegar no histórico ou colar texto não quebra mais o atalho — nem abre a lista no meio do comando.
- Esc com o cartão maximizado fecha a lista, sem desmaximizar: antes o cartão voltava ao tamanho normal e a lista ficava aberta.
v0.0.11
8 de setembro de 2026
Adicionado
- Todo workspace novo começa com Orquestrador, Supervisor e Executor: os três já trazem responsabilidades, instruções e permissões próprias, sem recriar um papel que você apagar.
- Cada área de trabalho tem seus próprios papéis de agente: você cria "orquestrador", "revisor", "executor" — com instruções, cor e permissões — em Configurações, e cada cartão do Canvas mostra o papel que tem, pela cor, sem precisar abrir nada.
- Trocar o papel de um cartão não reinicia mais nada: a sessão continua de onde estava e o agente só recebe um aviso de que os dados dele mudaram.
- Um Canvas pode ter vários orquestradores: dá para criar um cartão já como orquestrador e para promover um cartão que já existe, sem perder o trabalho dele.
- Os agentes descobrem que agentes existem:
elyra agents list mostra o que o Elyra sabe iniciar, com o nome, o comando e se está instalado — antes o agente chutava e errava. - Um agente consegue ler o terminal de outro por inteiro:
elyra terminal read ganhou --all, --lines <n> e --node <cartão>, e passa a mostrar também a tela viva de quem roda em tela cheia, que antes não aparecia em lugar nenhum. - Toda resposta em JSON da linha de comando sugere o próximo passo, com o comando pronto para colar.
- Papéis podem restringir o que um agente faz — quem não tem permissão de orquestrar não cria cartões — e um cartão que já existe pode ser promovido a orquestrador com
elyra canvas set-orchestrator, sem reiniciar a sessão dele. - Cada coluna do Quadro tem um "Adicionar item" sempre à vista, no rodapé, como num quadro de cartões — antes o único jeito era um "+" que só aparecia ao passar o mouse.
- A descrição e os comentários do item do Quadro aceitam formatação: negrito, itálico, títulos, listas, citação, links e código, com o menu de barra "/" do resto do app.
- Dá para sair do Quadro mesmo entrando direto nele: quando não há projeto anterior para onde voltar, o cabeçalho oferece "Voltar à tela inicial".
- Grupo de notas: várias notas passam a caber num cartão só, como páginas — arraste uma nota sobre a outra para criar o grupo, ou crie um pelo menu do Canvas; tirar uma página ou desfazer o grupo devolve as notas ao Canvas, e nenhuma nota é apagada.
- O primeiro uso foi refeito: agora a pergunta divide a tela com uma miniatura do Elyra que se redesenha a cada resposta — escolher Terminal mostra um terminal, escolher o agente troca o selo do compositor, trocar o tema vira tudo junto.
- O Elyra pergunta em qual tela você quer começar (Canvas, Conversa ou Terminal) e passa a abrir nela; dá para trocar depois em Primeiros passos.
- O primeiro uso termina abrindo um projeto, com a pasta ou o clone ali mesmo, em vez de deixar você numa lista vazia.
- O último passo do primeiro uso tem as mesmas três portas de Adicionar projeto: selecionar pasta existente, clonar de um repositório ou criar um projeto novo — o mesmo gesto que você vai repetir depois.
- O raciocínio do agente abre numa moldura, com o título fixo na rolagem: dá para recolher de onde você estiver, sem subir a conversa inteira, e o cabeçalho diz do que o trecho trata — mais quanto tempo o modelo pensou, quando dá para medir.
- Um subagente que termina deixa um mini cartão na conversa: dobrado diz o nome e que terminou; um clique reabre tudo o que ele fez e falou, que agora fica guardado em vez de sumir.
- Uma faixa acima do campo de mensagem mostra a equipe de agentes do turno, com o estado de cada um, quanto tempo levam, um clique que leva ao cartão dele na conversa e parar por agente ou de uma vez.
- O Quadro passa a organizar itens de trabalho próprios: crie e acompanhe tarefas com descrição, checklist, comentários e anexos, manualmente ou por agentes pela CLI, sem criar workspaces.
- Guias por tela no menu Ajuda, com exemplos curtos, realce dos controles e orientação para encontrar o que ainda não está visível.
- O Elyra oferece o guia da tela na primeira vez que você entra nela, num cartão discreto no canto; recusar não oferece aquele guia de novo, e a recusa vale depois de fechar o app.
- Os guias pedem o gesto e reconhecem quando você faz: criar o cartão, abrir a busca ou digitar o sinal de menção avança o passo sozinho.
- Primeiros passos ganhou "Aprender a usar", com os onze guias, quais você já viu e um clique para reabrir qualquer um.
- Os guias levam você até a tela certa e apontam cada controle: abrir um guia pelo menu Ajuda troca para a tela dele em vez de avisar que você está no lugar errado, cada passo rola até o ajuste que explica, e o resto da tela escurece deixando só aquele controle à mostra.
- Busque na conversa com Cmd/Ctrl+F: a barra localiza qualquer trecho (mensagens, ferramentas, planos e erros), navega por todos os resultados e abre dobras e passos de ferramenta automaticamente, ignorando acentos.
- Aprovações do Claude ganham profundidade: um cartão em foco com “1 de N” e as demais dobradas abaixo — responda com
1–4 e troque o foco com j/k ou ↑/↓. - Dá para reverter um trecho da edição na conversa, e o agente fica sabendo para não refazer. Atrás de uma flag.
- A central de atenção junta permissões, perguntas, login e limite de uso das conversas num painel só, com atalho e aviso do sistema, atrás de uma flag.
- A conversa do Claude mostra o custo acumulado da sessão, o botão Compactar no medidor de contexto e um divisor quando a conversa é compactada.
- A conversa do Claude mostra o que cada subagente está fazendo, em cartões no lugar da linha “Delegou …”, com os passos, o texto e os tokens de cada um.
- Cada turno da conversa mostra o que está fazendo agora, e ao terminar dobra com a duração, o custo e os arquivos que mudaram.
- Adicionar projeto abre uma paleta. Você busca a fonte, escolhe a pasta no seletor do sistema, e clone e import ficam empilhados.
- O Espaço aparece na barra de projetos. Sem projeto aberto, o app cai no Canvas do Espaço, rotulado Elyra. Dá para promover uma pasta a projeto.
- A conversa com o agente aparece no celular (companion Elyra). Histórico da sessão, lista de conversas do workspace, envio de mensagem com ditação por voz e o pedido de permissão respondido no computador. Tudo atrás de
ELYRA_MOBILE_FOUR_SCREENS_ENABLED desligada — a tela só entra no ar quando o mantenedor ligar a flag. - O que você digitou e não enviou na conversa é guardado, mesmo ao trocar de tela, minimizar ou fechar o app.
- A tela Git ganhou a aba Worktrees. Lista os checkouts do repositório, mostra worktrees descobertas fora do Elyra e deixa criar um checkout git novo.
- O compositor de workspace explica o que é um workspace. O subtítulo diz que ele é uma área de trabalho neste projeto, sem mexer no resto.
- Blocos de código da conversa ganham destaque de sintaxe, e caminhos
arquivo:linha no texto viram link para abrir o arquivo. - Cada commit do histórico abre o detalhe. Na aba Commits da tela Git, clicar mostra mensagem inteira, autoria, arquivos e o diff de cada arquivo, sem sair do painel.
- Abrir PR/MR escolhe origem e destino. O diálogo lista os branches reais do repositório, cria direto sem trocar de checkout, e a aba PR ganha o botão Nova para abrir de qualquer estado.
- Um projeto que entra sem abrir agora diz isso, em vez de deixar a tela parada como se nada tivesse acontecido.
Alterado
- A linha de comando avisa quando você mira um cartão em algo que não é cartão:
--node e --page existiam em quase todo comando, mas só o navegador e o Canvas os liam — em chat, no Quadro e em outros a opção era aceita e ignorada em silêncio, e agora ela é recusada, com o nome dela na mensagem. - O agente olha o Canvas antes de criar: a skill manda rodar
elyra canvas list e mirar o cartão que já está lá com --node, criando um novo só quando não existe — antes o pedido "me mostra o navegador daqui" abria um segundo navegador. - O primeiro uso ficou mais direto: cartões de agente deitados e em duas colunas, o modo YOLO virou um interruptor, "Sua máquina está pronta?" e "Avisos e privacidade" viraram cartões curtos, uma linha por ajuste, e o botão de sair é só "Pular".
- O primeiro uso fala de três telas (Canvas, Conversa e Terminal): o Navegador não é uma tela inicial.
- Abrir o Elyra entra direto no seu primeiro projeto, em vez de parar numa lista; sem nenhum projeto, ele abre o Espaço, e sair de um workspace leva ao próximo projeto.
- A conversa do Claude volta a parear com a versão atual do Claude Code: o motor foi atualizado e acompanha de novo o Claude Code 2.1.263, em vez de ficar 34 versões atrás.
- Os terminais atualizam a tela 26 vezes por segundo em vez de até 250: com vários agentes escrevendo, o app usa menos placa de vídeo e menos processador, e nada do que eles escrevem se perde. Digitar continua respondendo na hora.
- Com vários agentes escrevendo ao mesmo tempo, o app agrupa a saída antes de entregar à tela: menos idas e vindas entre o servidor de terminais e a janela (20% a menos de operações de entrada e saída) e menos uso da placa de vídeo, sem mudar o que aparece. Quem está digitando continua vendo a tecla na hora.
- Abrir o app ficou mais leve: só o workspace ativo volta com os terminais rodando; os demais ficam em repouso, sem processo consumindo memória, com o conteúdo guardado.
- Abrir um workspace em repouso traz os terminais de volta: o conteúdo anterior aparece na tela, cada aba volta no próprio diretório e agentes com sessão retomável continuam de onde pararam.
- Um workspace que você deixou de lado entra em repouso sozinho depois de 15 minutos, liberando a memória dos terminais dele com o conteúdo guardado; o que está na tela, o que você está olhando e o que tem agente trabalhando nunca entram em repouso.
- Fechar a janela flutuante agora encerra os terminais dela, liberando a memória que ficava presa em segundo plano; ao reabrir, as abas voltam no mesmo diretório, com o conteúdo anterior na tela, e agentes com sessão retomável continuam de onde pararam.
- A conversa do Codex passa a mostrar o contexto medido e o resultado real de cada turno, sem transformar interrupções em erros ou inventar uma porcentagem quando o modelo não informa a janela.
- No boot, só o workspace ativo restaura os terminais; os demais ficam dormentes, com retrato salvo e as sessões fechadas no daemon para não consumirem memória.
- A configuração inicial e Primeiros passos foram reorganizados, com exemplos de Canvas, Conversa e Terminal, escolha da tela inicial e preferências que podem ser revistas sem exigir projetos extras ou recursos opcionais.
- Falhas ao salvar preferências no onboarding ficam visíveis, e o fluxo só avança quando a gravação é confirmada.
- A tela inicial de projetos foi redesenhada. No lugar da grade de cartões, uma lista atravessada por um traçado que liga cada projeto aos seus workspaces e acende onde há trabalho rodando; o projeto de onde você veio fica no topo, marcado, e criar workspace virou o último ramo dele.
- A tela inicial aguenta muitos projetos. Acima de 50, ela desenha só o que cabe na janela — a ordem, a busca e o arrastar continuam valendo sobre a lista inteira.
- O cabeçalho do Quadro deixou de oferecer "Novo workspace" e "Todos os assistentes". A descrição agora identifica os itens de trabalho.
- A fila da conversa do Claude sobrevive ao fechamento do app, e direcionar entra no turno em curso em vez de esperar a vez.
- A conversa do Claude envia só o texto novo enquanto a resposta é escrita, em vez de reenviar a mensagem inteira a cada trecho.
- A conversa do Claude passa a receber custo, duração, resultado estruturado das ferramentas, pensamento separado e o stream do subagente (atrás de flag).
- Criar workspace pede só nome e pasta. A pasta do projeto já vem preenchida e, se não existir, é criada na hora; o agente se escolhe depois, no Canvas.
- Criar worktree no painel Git abre um diálogo. Você escolhe a branch (existente ou nova, partindo da padrão do repositório), vê a pasta antes de criar, pode rodar um comando uma vez na pasta nova e abrir um workspace nela no mesmo clique. Erro de criação chega em português, com o que fazer.
- O Terminal do companion guarda histórico paginado. Antes do primeiro quadro do stream ele lê a altura visível × 3 da saída retida; puxar para cima no topo pede a página anterior, com aviso quando o histórico mais antigo não está retido. Em desktops sem
terminal.read, ele cai sozinho no snapshot único de antes. - O Navegador do companion ganhou abas. Tocar troca de página, arrastar para o lado fecha sem confirmação (com "Desfazer" por 5 segundos) e, sem página aberta, aparece o campo de URL. Tudo segue atrás de
ELYRA_MOBILE_FOUR_SCREENS_ENABLED desligada. - O companion no celular ganha a tela de Orquestração, com Entrada, Tarefas e Portões — por enquanto só de leitura, atrás de
ELYRA_MOBILE_FOUR_SCREENS_ENABLED desligada; a lista de computadores ganha um indicador quando há agentes ligados ou mensagens não lidas. - Pasta sem git entra direto. Um repositório aninhado entra sem revisão; dois ou mais viram grupo, com Ajustar e Desfazer no aviso.
- O companion no celular passa a se chamar Elyra. Quem já tinha um desktop pareado num build antigo continua conectado, sem parear de novo.
- Interno: os portões do companion mobile passam a ter instalação reprodutível, typecheck e os comandos
pnpm test:mobile, pnpm lint:mobile e pnpm typecheck:mobile na raiz. - Interno: o companion ganha i18n PT-BR/inglês, tema Céu/Dia/Sistema e a casca das quatro telas atrás de
ELYRA_MOBILE_FOUR_SCREENS_ENABLED desligada. - Interno: o companion ganha o Canvas no celular — cartões do desktop, com leitura e edição de nota ligadas ao computador, ainda atrás de
ELYRA_MOBILE_FOUR_SCREENS_ENABLED desligada. - Interno: o desktop libera a leitura da orquestração para o celular; a escrita (responder, dispensar, resolver portões) fica atrás de
ELYRA_MOBILE_ORCHESTRATION_WRITE_ENABLED desligada. - A tela Git passou a ser do projeto. Ela assume o repositório da pasta sozinha, sem seletor, e reler o estado atualiza a pasta inteira — não o workspace em que você está.
- A unidade de trabalho se chama workspace. A palavra worktree fica só na tela Git e no conhecimento do agente, para trabalho em paralelo.
- O formulário de novo workspace cria um workspace, não um checkout git. Nome e pasta; worktree git nasce na tela Git ou no
git worktree. - Abrir o app ou um projeto sempre cai no Canvas. A tela em que você estava (Terminal, Conversa, Navegador) continua valendo enquanto o app está aberto; fechar e reabrir volta ao Canvas.
- Apagar o projeto em que você está abre o próximo da lista. Se era o último, abre o anterior. Se não sobrar nenhum, cai no Espaço.
- Apagar um projeto pede o nome e deixa claro que a pasta no disco fica. O diálogo ficou compacto, com um chip para copiar o nome; o botão só arma quando o nome bate.
- Apagar um workspace cabe em poucas linhas. Sai da lista e a pasta fica; só quando a pasta é exclusiva e foi criada aqui o diálogo oferece apagar o disco — nunca na raiz do projeto nem em pasta compartilhada.
- O + global só adiciona projeto. Novo workspace aparece dentro do projeto — no header da lista e no menu de contexto.
- A lista de workspaces não mostra mais branch nem pull request. Workspace não é worktree; o git fica na tela Git.
- O Quadro deixa de mostrar PR e alterações. Cada cartão fica com o nome, o agente e quando mexeu.
- O diff da conversa agora mostra o que mudou de verdade, com números de linha; a saída do comando traz o código de saída e as últimas linhas; cada ferramenta fecha com um resumo.
- O diff e a leitura de arquivo na conversa passam a ter destaque de sintaxe e números de linha.
- O pedido de permissão do Claude mostra o diff real do arquivo (e o comando com o diretório) antes de você decidir; quando a prévia não é possível, o cartão avisa que mostra o par antigo.
- Ajustes › Workspaces explica o workspace de outro jeito. Ele agora é um nome e uma pasta: vários workspaces podem apontar para a mesma pasta ou para pastas diferentes.
- A lista do projeto aberto mostra os workspaces sem dobrar os parados. Quem está parado aparece como linha simples, igual a quem está com algo aberto; concluídos seguem na prateleira própria.
- Um cartão de terminal coberto, minimizado ou fora da tela para de desenhar. Ele solta a placa de vídeo enquanto está escondido e volta a pintar quando reaparece — antes todos os terminais do Canvas continuavam desenhando ao mesmo tempo, inclusive os que ninguém estava vendo.
Corrigido
- O relato de falha foi refeito: diagnóstico dentro de um expansor, anexos como cartões com pré-visualização de imagem e vídeo em fileira horizontal, botão de anexar com ícone e a dica reduzida a "Imagem ou vídeo até 20 MB (até 4)".
- O cartão de erro do terminal oferece "Relatar falha" no lugar de "abrir uma issue", e o texto do erro já chega dentro do relato; o cartão também deixou o visual herdado.
- Colar um print anexa a imagem de novo, no relato de falha e no campo de conversa: o guarda de colar texto grande engolia o gesto porque a imagem não traz texto, e o anexo nunca aparecia.
- Notas podem ser renomeadas dentro do grupo, mantendo o nome ao sair; o gerenciador mostra o total de notas e ações por ícones com dicas.
- Títulos automáticos de notas ficam limitados a 15 caracteres, preservando nomes definidos manualmente.
- Grupos de notas ganham setas nas abas e um gerenciador com pesquisa, abertura, retirada e exclusão com confirmação; os botões de criar e de opções ficam sempre visíveis.
- Uma nota retirada aparece ao lado do grupo e recebe foco, e suas ligações continuam visíveis enquanto ela está agrupada.
- Só cartões de Terminal e Chat oferecem a opção de orquestrador, e agentes ligados a um grupo passam a enxergar suas notas nos comandos de pares.
- Editar ou apagar notas pela CLI respeita gravações pendentes do editor, e falhas na exclusão preservam o cartão.
- Notas mantêm o conteúdo ao sair de um grupo, e novas notas dentro do grupo já abrem com foco para escrever.
- Fechar um grupo permite manter ou apagar suas notas, com confirmação; o botão direito nas abas oferece as opções do grupo, e os textos passam a chamar cada item de nota.
- Criar grupo de notas fica no botão direito do botão Nota, deixando o clique comum para criar uma nota; o menu do Canvas também mostra o ícone do grupo.
- Adicionar projeto fica ao lado de Outros projetos na barra expandida, e Outra máquina reúne o seletor de host e o navegador de pastas na mesma tela, sem pedir o caminho novamente.
- Pastas sem Git abrem diretamente como projetos, no computador ou em outra máquina, sem aviso nem confirmação adicional.
- Papéis atribuídos ou removidos pela linha de comando aparecem imediatamente no Canvas: a etiqueta e a cor do cartão agora acompanham a mudança sem recarregar o app.
- Operações Git em segundo plano não abrem mais uma janela de senha herdada do terminal ou do editor: o Elyra limpa os auxiliares gráficos de autenticação nesses comandos e falha de forma visível quando precisa de credenciais.
- O host SSH agora se escolhe dentro de "Outra máquina": a lista de máquinas some da tela principal e aparece onde a escolha importa, com o estado de cada uma e o botão de conectar ao lado. Antes, quem entrava por ali sem nenhuma máquina conectada não encontrava lista nenhuma para escolher.
- "Outra máquina (SSH)" não joga mais você para fora do diálogo: a porta abre a escolha da máquina ali mesmo, em vez de fechar tudo e levar aos ajustes de hosts quando a lista ainda não tinha carregado — o que acontecia mesmo com várias máquinas já cadastradas.
- O aviso de troca de papel não é mais digitado no terminal como se fosse um comando: em um terminal sem assistente rodando, as frases "Role ... assigned"/"changed" caíam no shell e viravam erro na tela; agora o Elyra só avisa quem tem assistente, o papel continua registrado e a tela diz que ninguém foi avisado.
- Fechar um cartão de nota diz o que aconteceu com o arquivo: a linha de comando avisa se o
.md saiu do disco ou ficou, em vez de só dizer que fechou. - Apagar um workspace passa a dizer o que realmente aconteceu: se a pasta continuou no disco, a linha de comando avisa e diz por quê, em vez de responder só "removido".
- O seletor de pastas abre no caminho que já está escrito na tela: clicar em procurar ao adicionar um projeto ou um workspace levava a uma pasta qualquer, em vez da que o campo mostrava; se o caminho ainda não existe no disco, o seletor abre na pasta mais próxima que existe. Vale nos três sistemas.
- O nome do workspace novo é só o que você digitou: escolher uma branch trazia junto o dono do repositório na frente do nome, como em
alguem/minha-coisa. O git continua recebendo o nome completo da branch; o nome do workspace, não. - O nome já vem preenchido ao criar um workspace ou um projeto, como um valor que dá para editar, e não como um texto cinza que some ao clicar.
- O Quadro com muitas colunas rola em vez de cortar: a última coluna ficava presa fora da tela e não havia como alcançá-la.
- Um projeto novo já mostra as colunas "A fazer", "Em andamento", "Em revisão" e "Concluído", em vez de parecer vazio até você criar o primeiro item.
- Apagar todas as colunas do Quadro agora vale: elas voltavam sozinhas na leitura seguinte, e o quadro vazio era confundido com arquivo corrompido.
- O Quadro sem coluna nenhuma convida a criar uma coluna, e não a criar um item que não teria onde ficar.
- O ponteiro do mouse deixa de ficar carregando no Windows: a sonda que descobre se um terminal tem processo rodando criava um processo novo a cada segundo, e o Windows acendia a seta com a roda a cada nascimento; agora um único processo residente responde a todas as perguntas.
- A varredura de processos do Windows deixa de abrir um PowerShell novo a cada segundo: um único PowerShell fica de plantão e responde por 40 ms de CPU o que antes custava 347 ms de partida a frio; sem terminal aberto ele se encerra em um minuto.
- O Elyra passa a recolher as sobras de atualização de plugins que se acumulavam no disco: versões antigas do Claude Code e do Codex deixam para trás uma cópia do catálogo de plugins a cada verificação — um usuário do beta juntou 131 cópias, cerca de 73 GB, em oito dias. Trinta segundos depois de abrir, o app apaga as que já estão paradas há horas, sem tocar em nada que não tenha sido o próprio CLI a criar.
- Quando o antivírus impede o Elyra de abrir um terminal, a tela diz isso e o que fazer, em vez de mostrar um erro cru: o aviso explica que um antivírus, um EDR ou uma política de segurança bloqueou o app, e mantém o erro técnico à vista para você mostrar a quem for liberar.
- O medidor de contexto do Grok passa a preferir a medida viva da conversa, sem voltar para uma leitura antiga do histórico nem inventar uso quando o agente envia dados incompletos.
- O link termina onde a URL termina: colar ou digitar um endereço e continuar escrevendo depois do espaço deixava o texto novo com cara de link; agora só a URL é link, o resto sai normal.
- A conversa do Codex mantém modelo e permissões isolados por conta e computador, e só confirma uma mudança de modo depois que o próprio agente devolve a configuração aplicada.
- Uma interjeição recusada pelo OpenCode não encerra mais o turno que já estava em andamento. A conversa continua ativa e avisa que a nova mensagem não foi aceita.
- A tela inicial escolhida continua valendo quando as preferências demoram para carregar, sem desfazer uma tela que você já abriu nesse intervalo; se a leitura falhar, o app avisa e continua disponível.
- Uma pasta Documentos que o sistema não consegue localizar não derruba mais a restauração da sessão: as suas abas, terminais e projetos voltam normalmente, o app continua salvando, e quem não pôde usar o Espaço avisa o que ficou por fazer.
- Listar qualquer pasta local voltou a funcionar quando o sistema não resolve a pasta Documentos — antes a árvore de arquivos falhava inteira, com um erro que ainda apontava permissão de acesso como culpada.
- Fechar um terminal que está com algo rodando volta a perguntar antes de matar o processo. O app fechava calado tanto quando não conseguia saber se havia processo filho quanto quando o processo era outro PowerShell — invisível para a checagem por nome. Agora a lista real de processos do console decide, e o X da janela segue o mesmo caminho do botão de fechar.
- Uma automação rodando em segundo plano não arranca mais você de onde clicou. Ao terminar, ela devolve o foco só quando foi ela quem o tomou e ninguém navegou no meio do caminho.
- Um desligamento no meio de uma gravação não esvazia mais seus dados. Licença, identidade do dispositivo, chave de fala, histórico do terminal, porta de reserva do pareamento e o marcador de vídeo passam a gravar numa cópia e só então substituir o arquivo — antes o arquivo era esvaziado antes de o conteúdo novo existir.
- O serviço que hospeda os terminais deixa de morrer quando o Windows falha ao preparar o primeiro console na abertura. A falha chegava tarde demais para a proteção que existia e derrubava o serviço inteiro, levando junto os terminais de todo mundo.
- Se o arquivo de estado não puder ser lido na abertura, seus projetos voltam pelo backup em vez de o app começar vazio. Ele tenta ler de novo (a trava do antivírus ou da sincronização costuma passar em segundos) e, se ainda não der, carrega o backup mais recente — inclusive quando o arquivo continua no lugar e não pode ser substituído, que era justamente o caso em que tudo se perdia com cinco backups íntegros ao lado. Enquanto o arquivo estiver ilegível, nada é gravado por cima do seu perfil, e a tela diz o que houve com os botões de tentar de novo e sair sem salvar.
- Ao abrir um PR ou MR, uma lista incompleta de branches agora se identifica, em vez de parecer completa quando não foi possível consultar o repositório local ou o remoto.
- O resumo do turno não inventa mais tempo nem custo: quando o assistente não informa quanto demorou, some o "Trabalhou por 0s"; quando não informa custo, some o "US$ 0,00" do painel de contexto.
- O cartão do subagente não mostra mais contagem de tokens que ninguém mediu: quando o provedor não informa o uso, o número simplesmente não aparece, em vez de um “0” que parecia medida.
- Minimizar o Elyra agora reduz o consumo de verdade. Com a janela escondida ele para de varrer o disco atrás de mudanças nos workspaces, os relógios param e as animações congelam — antes trabalhava igual, como se estivesse aberto na sua frente. Medido na mesma máquina, com 22 workspaces e 12 terminais: 79% menos operações de disco e 81% menos processador com a janela minimizada. Ao voltar, tudo se atualiza na hora.
- O pedido de permissão de um subagente diz que veio de um subagente. Ele chegava idêntico a um pedido da conversa principal, e a pessoa respondia achando que era a conversa falando com ela.
- A faixa de agentes rodando mostra cada agente com o ícone dele, o mesmo do cartão na conversa, e diz o que ele está fazendo. Antes o agente aparecia ali como um ponto e um nome, enquanto no corpo da conversa tinha ícone e cor próprios — dois desenhos para o mesmo agente.
- A lista de tarefas em segundo plano parou de mostrar o código interno da tarefa. Onde se lia
local_agent agora se lê "Subagente", cada tarefa abre com o glifo do que ela é, e a frase do subagente deixou de ser monoespaçada como se fosse comando. Um tipo que o app não conhece some em vez de vazar o nome cru. - Parar um subagente para de verdade. O botão mandava o identificador da chamada da ferramenta onde o motor esperava o da tarefa, então clicar não fazia nada e ninguém avisava; agora ele só aparece quando existe algo que possa ser parado.
- Um agente na fila deixa de ser anunciado como se estivesse trabalhando, e um agente pausado deixa de aparecer como parado. Fila, pausa, execução e fim viraram estados distintos, com a mesma palavra na conversa e na faixa.
- Os números de tokens do subagente param de fingir precisão: o que foi medido pelo provedor vai cru, o que é estimativa vai marcado, e a duração some quando não há como medi-la em vez de mostrar zero.
- Mover o terminal para um cartão preserva a sessão também em layouts antigos, sem recriar o terminal ao entrar ou sair do Canvas.
- Trocar de tela respeita o workspace ativo, sem deixar grupos ocultos alterarem sua seleção de abas.
- Arquivos na Conversa usam um único editor, preservando o rascunho ao alternar as telas.
- Projetos e workspaces mantêm a seleção alinhada: abrir um projeto novo não conserva o Canvas do anterior, e uma conclusão atrasada não troca o workspace que você acabou de escolher.
- A tela escolhida não volta sozinha ao Canvas quando o app recebe uma atualização das preferências de interface.
- A aba de revisão do PR no painel Git deixa de quebrar a barra lateral. Com um PR aberto, entrar na revisão derrubava a barra inteira; os contadores voltam a aparecer.
- O companion volta a reconhecer o link de pareamento `elyra://`.
- Ao recomeçar uma conversa encerrada, o texto que estava no campo vem junto.
- A migração de workspace grava a tabela nova no disco. Ao abrir um perfil antigo, os workspaces passam a persistir com identidade
ws_<uuid> em vez de ficar só na memória. - Criar um workspace num projeto git volta a aparecer na lista. O workspace nomeado não some mais depois do recarregar dos checkouts git.
- A tela Git usa o repositório do projeto aberto. Deixa de mostrar “esta pasta não usa git” num repositório de verdade, e pasta sem git não dispara
git worktree list cru no log. - O Quadro e o cartão de chat deixam de mostrar a branch. Fora da tela Git, a linha
refs/heads/… e o subtítulo main saem. - O app abre em instalação nova. As bibliotecas usadas na abertura agora viajam dentro do próprio aplicativo, evitando a falha
Cannot find module quando a instalação fica incompleta. - O convite para rodar o script de setup do projeto volta a aparecer. Ele mora na lista de workspaces da margem.
- O campo de pasta do Novo workspace mostra o rótulo certo em cada idioma. Em PT-BR ele diz “Pasta”.
- A conversa do cartão do Canvas não é mais encerrada sozinha ao trocar de tela ou de projeto.
- Notificações nascem desligadas. Instalação nova já abre quieta; quem já usa é desligado uma única vez ao atualizar — religar nos Ajustes é escolha sua e continua valendo.
- As skills do Elyra se reinstalam mesmo quando o marcador gerenciado quebrou. Um
.elyra-managed.json corrompido ou apagado travava a skill velha em silêncio; agora o app reinstala com backup e avisa onde guardou a cópia. Uma pasta que não é do Elyra continua intocada — e o app avisa o que fazer para receber a skill oficial ali. - As skills do Elyra atualizam sozinhas no boot, sem perguntar. O que estava no lugar de uma skill oficial — com marcador, sem marcador ou pasta alheia — vai para backup em
~/.agents/.elyra-skill-backups/ e a skill oficial entra por cima. Não há diálogo: o backup existe se a pessoa precisar, não se anuncia. Se o app não conseguir gravar (permissão, disco), ele avisa. - O instalador do macOS deixa de sair sem o motor do app. A imagem de disco era criada pequena demais e perdia o maior arquivo em silêncio; agora ela nasce com folga e o build confere, arquivo por arquivo, que o DMG é igual ao app antes de terminar.
- Os erros da conversa do Claude passaram a dizer o que aconteceu e o que fazer. A faixa acima do campo explica o motivo — sessão expirada, limite de uso, falta de memória, crash do processo — e oferece o próximo passo (tentar de novo, entrar, compactar, começar outra). Parar o turno continua “Parado por você”, sem faixa de erro.
- A conversa do Claude deixa de herdar chave de API do ambiente. Sem configuração explícita no Elyra, uma chave no
.env do projeto ou no shell não é usada. - A margem recolhida volta a mostrar os workspaces ao passar o mouse no projeto. O balão com a lista não abria; agora ele abre com todos os workspaces do projeto, e o clique ativa como na lista aberta.
- Os cartões de terminal do Espaço voltam com o terminal ao reabrir o app. Quem usava o Espaço e fechava o aplicativo reencontrava os cartões com o corpo vazio; agora as sessões remontam e os terminais reaparecem onde estavam.
- O cartão de navegador criado pela CLI passa a ser encontrado.
elyra canvas create browser criava o cartão e o elyra snapshot --node seguinte respondia que não havia cartão nenhum: o cartão nascia numa área de trabalho e era procurado noutra. - Quando o cartão realmente não existe, o erro diz o que existe. Ele lista os cartões do canvas e avisa que a causa pode ser a área de trabalho, em vez de mandar procurar erro de digitação.
- `elyra canvas create browser` devolve o endereço da página junto com o cartão, como já fazia com o terminal; se a página ainda não montou, a resposta diz isso em vez de calar.
- `elyra tab list` deixa de abrir a tela do Navegador sozinho e de travar por oito segundos. Listar voltou a ser só listar; quem quiser acordar as abas guardadas de uma sessão anterior pede
--wake. - Os comandos do navegador passam a dizer que aceitam `--page` e `--node`. Sessenta e nove deles já obedeciam às duas formas de mirar — uma página ou um cartão do Canvas — e nenhum as anunciava.
- O JSON dos comandos do navegador e do celular sugere o próximo passo, com a linha pronta para colar: quem tira um retrato da página ouve como clicar nele, quem lista os aparelhos ouve como conectar.
- Criar um projeto ou um workspace agora entra nele. O app ficava na tela anterior depois de criar, e a barra de projetos não acendia a tela em que você estava.
- Os campos de texto dos Ajustes param de perder o que você digita. Busca de arquivos, cor, cabeçalho e as configurações de commit e PR por IA guardam o texto enquanto você escreve; se a gravação falhar, o campo volta ao valor anterior em vez de exibir algo que não foi salvo.
Removido
- O Quadro deixou de ter "Todos os projetos": ele abre no projeto em que você está, onde criar coluna e item de fato funciona.
- A tela Conversa deixou de avisar sobre assistentes que ela não alcança: o recado de agentes instalados no WSL ou no servidor saiu dos menus de nova conversa; a lista mostra quem conversa ali, e o resto se abre pelo terminal do projeto.
- A tela "Seus projetos" saiu: nada leva mais a ela. O Quadro continua onde estava, no menu e na barra lateral.
- Os cartões e faixas de uso guiado que apareciam sozinhos saíram: o pedido de dados de uso na primeira abertura, os dois avisos sobre o medidor de uso e a dica de importar do navegador. O consentimento de dados continua em Ajustes › Privacidade e agora é perguntado no primeiro uso; os medidores e a importação continuam onde estavam.
- As dicas automáticas e a oferta de adicionar um script de configuração saíram da interface, preservando os ajustes de comandos e a confirmação antes de executar scripts do projeto.
- Tela Tasks do companion (GitHub, GitLab e Linear).
- A barra lateral antiga de worktrees saiu. A lista vive na margem.
- O campo “Local dos workspaces” saiu dos Ajustes › Workspaces. A pasta que já estava valendo continua valendo.
v0.0.10
31 de agosto de 2026
Adicionado
- Pastas sem git passam a ter o painel Git. Dá para iniciar o repositório ali, e se o git for criado fora do Elyra o painel reconhece ao recarregar o estado.
- `elyra worktree create` aceita `--path`. Você escolhe o diretório da worktree; o
--name continua sendo o nome e o branch.
Corrigido
- No Windows, o app volta a abrir depois de atualizar. A versão nova já era instalada; a janela agora reaparece sozinha quando a instalação termina.
- Tocar um arquivo em `/tmp` no WSL deixa de travar o app. A checagem não espera mais o sistema de arquivos do WSL quando ele está ocupado.
- O Elyra deixa de depender de uma biblioteca externa de QR code para conseguir abrir. A biblioteca agora viaja dentro do próprio aplicativo, evitando a falha
Cannot find module 'qrcode' quando uma instalação ou atualização fica incompleta. - Notas no Canvas voltam a rolar na vertical. O conteúdo longo não fica mais cortado sem barra de rolagem.
v0.0.9
30 de agosto de 2026
Adicionado
- O workspace flutuante agora abre em uma janela própria do Elyra. Ela pode ir para outro monitor, cria terminais, notas e páginas sem mexer nas abas da janela principal, lembra posição e tamanho e usa a mesma barra de título do app.
- Você escolhe onde os arquivos abrem por padrão. Em Configurações → Seus projetos → Arquivos e edição, cada projeto pode abrir arquivos no painel lateral ou na superfície ativa; o menu do arquivo também move do painel para o Canvas com “Colocar no canvas”.
- Ctrl/Cmd+1–9 ficou configurável por projeto. Você escolhe se o atalho alcança abas, cartões ou ambos e pode fixar cada item em uma tecla; os demais continuam seguindo a ordem natural.
- Apontar-e-pedir aceita vários apontamentos de uma vez. A fila fica visível, permite remover itens e é enviada inteira depois que você escolhe o agente de destino.
- O cartão de terminal ganhou a ação “Recarregar”. Ela remonta apenas o desenho do cartão quando ele congela ou fica preto, sem encerrar a sessão nem o agente.
- Projeto cuja pasta foi excluída passa a ser identificado e removível. A lista marca o projeto ausente e oferece remoção com confirmação, sem tocar em outras pastas.
- Relatos de falha aceitam até quatro imagens ou vídeos de 20 MB. Os anexos entram no mesmo envio do relatório no Windows, macOS e Linux.
- O Elyra pode acordar o orquestrador automaticamente. Em Configurações → Assistentes → Orquestração, você liga um intervalo para o app colar uma mensagem real no agente coordenador enquanto a equipe trabalha.
- O agente do workspace aberto volta à mesma sessão depois de reiniciar o app. Claude, Codex, Verboo e outros agentes de terminal retomam a conversa registrada; se a retomada falhar, o Elyra explica o próximo passo em vez de abrir um shell vazio.
Alterado
- Cartões de terminal passam a nascer com 800×520. O tamanho comporta cerca de 88 colunas × 30 linhas em todos os caminhos, inclusive criação pela CLI e por outro cartão.
- O login e o medidor do Gemini passam a usar o Antigravity CLI (`agy`). A integração nasce ativa, reconhece a sessão do CLI atual e os textos nos seis idiomas deixam de citar o comando antigo.
- Os controles do apontar-e-pedir ficaram menores em painéis estreitos. Os textos foram encurtados, o atalho continua funcionando e ações secundárias viram ícones quando falta espaço.
Corrigido
- O diálogo de crash não repete um incidente já tratado. Relatar ou dispensar marca aquele crash, e vários incidentes aparecem um por vez em vez de abrir uma cascata de janelas.
- No Linux com KDE/Wayland, o app deixa de abrir congelado ou esticado. O instalador usa X11 via XWayland por padrão; quem preferir Wayland nativo pode definir
ELECTRON_OZONE_PLATFORM_HINT=wayland. - Configurações não congelam ao abrir a aba de Terminal com um agente no WSL. A verificação de skills só se repete quando o alvo realmente muda ou quando você pede.
- Arrastar um cartão no Canvas não deixa mais o cartão voltar à posição anterior. Mudanças paralelas no estado do workspace preservam a posição que acabou de ser escolhida.
- Notas, arquivos e conversas não somem do Canvas por economia de memória. O estacionamento automático fica restrito aos cartões de terminal.
- Terminais apagados não voltam ao trocar de workspace. O Elyra preserva a intenção de deixar aquela área sem terminais.
- Texto vindo de pipe chega inteiro pela CLI, inclusive em projetos SSH. Flags
--*-file - passam o stdin para notas, chat, terminal, orquestração e relatos sem criar conteúdo vazio. - Esc no app maximizado continua chegando ao terminal sem minimizar a janela. Parar um agente não muda o estado da janela.
- Digitar `>` volta a abrir as menções no cartão de conversa do Canvas. O menu aparece no primeiro caractere, sem depender de uma segunda tecla.
- Nota nova já abre com o cursor no editor. O foco acontece só na criação e não é roubado novamente quando o cartão reaparece.
- O medidor de uso do Codex volta a carregar. A consulta usa o valor de aprovação aceito pelo CLI atual e respeita a duração de janela informada pelo próprio Codex.
- Adicionar novamente uma conta interrompida do Codex não trava com `ENOTEMPTY`. A pasta órfã é preservada ao lado e a conta igual pode ser reaproveitada, sem apagar dados que o Elyra não criou.
- Mensagens entre agentes chegam inteiras. Recados com várias linhas deixam de ser partidos na fila, e destinos sem colagem mantêm o texto completo no comando de leitura.
- O endereço de um cartão não muda ao trocar de workspace. A identidade acompanha a sessão, e um endereço morto passa a recusar a mensagem com indicação do cartão atual e do comando
elyra orchestration peers. - Terminais se recuperam depois de uma pressão breve de memória. O freio só entra após duas leituras críticas seguidas e restaura o desenho quando a memória volta.
- O terminal de um cartão do Canvas deixa de aparecer também na tela Terminal. A sessão continua a mesma e retorna à tela Terminal se o cartão for removido.
- O nome escolhido para um cartão permanece. Trocar de tela ou reabrir o Canvas não substitui mais o nome pelo da área de trabalho.
- A conversa volta a detectar os assistentes instalados no WSL. A lista é relida ao mudar de projeto, e o seletor continua visível mesmo quando só um assistente está disponível.
- O comando `elyra` no Windows volta a receber textos longos. Arquivos com BOM e conteúdo de várias linhas deixam de ser cortados na primeira quebra.
- Criar uma área de trabalho com assistente não troca a tela sem pedir. Ela nasce em segundo plano;
--activate ou --run-hooks continuam sendo as formas explícitas de trazê-la para a frente.
Removido
- O aviso de memória no limite deixa de interromper o trabalho. O freio continua protegendo o app e se recupera sozinho, sem mostrar o toast.
v0.0.8
28 de agosto de 2026
Adicionado
- O orquestrador alcança o cartão de conversa pela linha de comando. Cada cartão de conversa passa a ter endereço próprio e estável, e a CLI ganhou
elyra chat list, elyra chat send e elyra chat read — antes nenhum comando mandava mensagem para ele, e a única forma era digitar na tela. - A coluna de conversas avisa quando ainda está procurando. Ela aparece assim que a primeira busca termina e vai crescendo conforme as seguintes chegam; agora uma linha no topo diz "Procurando mais conversas…" até a última terminar, em vez de a lista parecer completa e crescer sozinha depois.
- Dá para ajustar a largura de um cartão minimizado no Canvas. Arraste uma das bordas laterais da barra: a altura continua a mesma, e a largura escolhida permanece depois de restaurar, encolher de novo e fechar e reabrir o app.
Alterado
- O terminal foi atualizado para a versão mais recente do motor que o desenha. Ganhos de desempenho no processamento do texto e uma correção de desenho das letras quando a mesma janela mostra mais de um documento — o caso da tela Navegador.
Corrigido
- Encerrar o Elyra não deixa mais agentes rodando por trás. Shells e agentes abertos dentro dos terminais só eram encerrados enquanto ainda estavam pendurados no app; quem tinha perdido o "pai" no meio do próprio fechamento continuava vivo depois de o app sumir da tela, segurando arquivos, portas e memória. Agora o app anota quem era dele antes de começar a fechar e alcança também esses. Fechar na área de notificação continua preservando tudo, e o histórico das conversas e dos terminais é gravado antes de qualquer coisa ser encerrada.
- No Windows, um agente ganha tempo para salvar antes de ser encerrado, em vez de levar uma interrupção seca no mesmo instante — só é forçado o que resistir. Se algum processo resistir mesmo assim, o app avisa quantos são e o número de cada um, para você encerrá-los no Gerenciador de Tarefas.
- Fechar um cartão no Mac e no Linux encerra também o agente e as ferramentas que ele abriu. Antes só o terminal morria: o CLI de dentro e os servidores que ele tinha iniciado seguiam consumindo processador e memória sem nenhuma janela por perto.
- Instalar uma atualização não corre mais o risco de o app encerrar o próprio instalador. A limpeza de processos passou a valer só quando é você quem manda sair.
- Abrir uma conversa não mostra mais um aviso de "na fila". A conversa aparece na tela na hora, então nada estava esperando — o aviso ainda aparece quando a sessão vai para um terminal novo, onde ela realmente espera.
- A conversa reaberta já mostra o modelo que ela usava. O seletor abria escrito "claude" e só se corrigia depois da primeira resposta; agora ele nasce com o modelo da própria conversa, e o esforço e o modo de permissão vêm da sessão em vez do padrão da tela.
- A conversa não esquece mais o modo de permissão. Pôr o chat em "não perguntar", arrastar o cartão no Canvas ou trocar de tela e voltar fazia o modo voltar ao anterior — valia para Claude, Cursor, Verboo, Hermes e pi.
- O campo da conversa deixou de sublinhar tudo de vermelho. O corretor ortográfico marcava como erro cada
/comando, @arquivo, $skill e caminho — que é quase tudo o que se escreve ali. Junto saíram a maiúscula automática, que estragava @src/..., e o autopreenchimento do navegador. - Selecionar no campo da conversa não esconde mais o texto, e o cursor voltou a cair sobre a letra: a seleção virou tinta transparente, o realce passou a usar o mesmo peso de letra do texto, e o rascunho de mais de cinco linhas deixou de sair do lugar ao crescer ou ao estreitar o painel.
- Dá para selecionar o texto da conversa dentro do Canvas, inclusive o aviso de conversa indisponível — arrastar pelo cabeçalho continua movendo o cartão. E o botão de copiar do bloco de código copia de verdade: ele dizia "Copiado" sem ter copiado, e agora avisa quando não consegue.
- Um agente cujo cartão está minimizado continua alcançável. O coordenador dizia que o terminal do par estava "fechado", a lista de conectados o mostrava sem sessão, e a ordem enviada ficava parada na fila. Minimizar é só visual: mandar mensagem, escrever e ler a saída voltam a funcionar com o cartão encolhido, inclusive depois dos 15 minutos em que ele se minimiza sozinho. Vale igual para o cartão de Conversa.
- Um endereço de agente que morreu para de aceitar ordem em silêncio — o erro chega na hora, e o histórico do terminal segue legível. Com o agente num computador remoto e a conexão desfeita, a falha também é tratada em vez de devolver a mensagem de erro interna do app, e o recado continua na fila.
- Ligar uma nota a um agente agora diz o que fazer: o aviso traz o caminho do arquivo, um trecho do conteúdo e pede para ler e agir na hora. Num terminal sem agente ele chega numa linha só, visível no prompt, em vez de o terminal executar linha por linha o que estava escrito na nota.
- No Canvas, o Enviar do apontar-e-pedir chega no agente ligado ao cartão. Havendo mais de um, você escolhe para quem vai. Vale também para enviar um trecho selecionado da página, inclusive em projeto aberto por SSH.
- O terminal não fica mais lento conforme a sessão cresce. A digitação travava por causa de uma conta que percorria todo o histórico a cada pedaço de saída; agora o custo não depende do tamanho da sessão — o eco de uma tecla saiu de 0,30 ms para 0,01 ms num histórico de 20 000 linhas.
- Digitar japonês, coreano ou chinês no terminal para de duplicar e embaralhar o texto. Ao confirmar uma palavra, o caractere podia sair duas vezes, fora de ordem ou se perder. Vale para todos os métodos de entrada (IBus, fcitx, Sogou, o do Windows e o do macOS).
- O terminal escondido volta com o negrito no lugar — o realce que a saída de agentes, do
git e de instaladores usa o tempo todo perdia o efeito ao reabrir a aba. Junto foi corrigido um quadro em branco que podia ficar travado depois de muitas fusões de páginas do atlas de letras. - Cartões de terminal no Canvas deixam de ficar pretos quando você abre muitos. Faltando espaço de desenho para todos, o cartão ficava até três segundos apagado; agora ele troca de forma de desenhar no ato, e o agente por trás nunca é afetado.
- Selecionar texto no terminal do Canvas volta a marcar o trecho certo, mesmo com zoom. Com o quadro afastado a seleção escorregava — em zoom 0,5, escolher a coluna 40 marcava a 21. Clique simples, duplo clique, arrastar para rolar, o brilho do link e o clique dentro de programas de terminal seguem o cursor em qualquer zoom.
- Cartão maximizado volta a ter como restaurar pelo cabeçalho. Aparece só "Restaurar tamanho"; minimizar e fechar somem nesse estado, para ninguém achar que fechar só restaura.
- Maximizar e restaurar um cartão muitas vezes não derruba mais o cartão. A animação de tela cheia recomeçava a cada redesenho e ia acumulando trabalho até a tela quebrar; agora ela roda uma vez por gesto.
- No cartão de notas, Enter no fim do texto rola até o cursor, e o mouse sobre o texto voltou a ser o cursor de texto. O mesmo vale para o editor de Markdown de um arquivo aberto no Canvas.
- A conversa parou de oferecer assistente que não roda no servidor. A tela perguntava quais CLIs existem no seu computador, e escolher um deles abria uma conversa muda. Agora a lista vem do servidor, e quando um assistente não conversa por lá o aviso diz qual serve no lugar e como abrir o outro pelo terminal.
- O servidor que não responde à verificação não é mais confundido com "sem o Claude Code instalado". O aviso separa as duas coisas e mostra onde o Elyra procurou. Enquanto a verificação está em andamento, a lista diz que está procurando, em vez de mandar instalar o que talvez já esteja lá. Vale também para o Verboo.
- Trazer um projeto do Maestri não perde mais as ligações feitas dentro de um andar, e para de contar duas vezes o mesmo cartão ou a mesma linha. O Importador também passou a aceitar formas de arquivo que o app do Maestri no Mac pode gravar, para não voltar de mãos vazias diante delas.
- O Importador para de tratar como perda os terminais que ele trouxe. Um terminal cujo comando o Elyra não identifica vem inteiro — com comando, nome, posição, pasta e ligações —, e a frase saiu de "O que não veio junto" para "Observações", nos seis idiomas.
- Com a máquina sem memória, o Elyra fica lento em vez de fechar sozinho. No limite do sistema ele para de acelerar o desenho dos terminais pela GPU e de reabrir cartões estacionados, e avisa o que fez — antes tentava mesmo assim e era encerrado pelo sistema, levando junto os terminais abertos. Abrir um cartão maximizado continua funcionando na hora, e tudo volta ao normal sozinho.
- O relatório de erro passa a registrar a memória da máquina — a disponível, o uso do sistema e quanto está sendo consumido fora do Elyra. Antes só mostrava o consumo do próprio app, e a causa real ficava invisível. No macOS o sistema não informa a memória disponível de forma confiável, e o relatório prefere dizer que não sabe a arriscar um número errado.
- Renomear na barra lateral volta a aceitar espaço — apertar espaço no nome de um arquivo, workspace ou projeto não inseria nada.
- O ícone do projeto na barra recolhida ficou igual ao da expandida. Sem ícone escolhido, as duas mostram a inicial colorida.
v0.0.7
25 de agosto de 2026
Corrigido
- Melhorias internas de estabilidade.
v0.0.6
25 de agosto de 2026
Adicionado
- O aviso de atualização virou um diálogo. Mostra as duas versões, o que mudou, e deixa ignorar esta, deixar para depois ou instalar agora.
- `elyra orchestration peers` (ou `elyra peers`): quem está ligado a você. O agente vê seus pares pelo fio do Canvas — nome, endereço, tipo, estado e área de trabalho —, as notas e páginas ligadas, e o que fazer quando não há ninguém.
elyra context --json passa a trazer o mesmo peers. - A nota do Canvas nasce com texto.
elyra canvas create note --content / --content-file, e elyra canvas note read / note write --append para ler e mudar depois. A resposta diz o caminho real do arquivo, e um erro de disco aparece em vez de deixar um cartão sem arquivo. - O agente criado numa área de trabalho própria recebe a missão em arquivo.
.elyra/assignment.md dentro da área, com quem coordena, o próprio endereço e os comandos para responder — sobrevive a /clear e à compactação da conversa. - O cartão que o relógio encolheu volta a abrir quando o agente recomeça. Vale só para o que foi minimizado sozinho por ociosidade; o que você minimizou com a mão continua como você deixou.
Alterado
- A skill `elyra` chega a todos os assistentes. Antes só Claude, Codex e a pasta
.agents recebiam; agora também Hermes (inclusive no Windows, em %LOCALAPPDATA%\hermes), OpenCode, Gemini, Grok, Cursor, Droid, Copilot, Cline, Qwen, Mistral Vibe e Amp — só onde o assistente já está instalado. O desinstalador (Windows, .deb, .rpm) remove o que o app escreveu. - A skill `elyra` foi reescrita para o agente não se perder. Começa por como achar a CLI (
elyra, elyra.cmd, $ELYRA_CLI), pelo passo zero elyra orchestration peers antes de coordenar, e pela via de equipe (task-create + dispatch --inject) como caminho principal. - A CLI `elyra` passou a responder em inglês. Toda saída dela, e todo texto que o app escreve para um assistente — skills, missão, avisos entre agentes —, ficam em inglês, que é a língua em que esses modelos erram menos. A interface do app continua em português.
- Só o orquestrador manda notificação do sistema. Agentes criados por outro agente atualizam o cartão e a caixa de mensagens, mas não disparam aviso — quinze filhos não viram quinze notificações.
- Arrastar o Canvas ficou mais leve. O céu de estrelas deixou de ser repintado a cada quadro do pan: as três camadas agora deslizam prontas, e o custo por quadro caiu de ~0,7 ms para ~0,12 ms na mesa de 1600×900. A imagem é a mesma.
- A lista da margem esquerda se chama Projetos. É o que ela lista; os workspaces de cada projeto aparecem dentro dele.
- Cada projeto na margem aparece com a própria inicial colorida, como na tela "Seus projetos". A pasta cinza e o avatar do dono no GitHub — que o app põe sozinho ao adicionar o projeto — eram iguais em toda linha e não diziam de que projeto se tratava. Qualquer ícone que você escolheu continua valendo, inclusive o avatar do GitHub, quando foi você quem o escolheu.
Corrigido
- No Windows, `elyra` passa a existir no bash dos agentes. Só havia
elyra.cmd, que o bash não resolve; OpenCode, Codex e afins respondiam command not found e desistiam — ou caíam na CLI de outro app. Agora há um elyra sem extensão ao lado, e ELYRA_CLI no ambiente aponta para ele. - Ligar dois cartões no Canvas avisa os dois de verdade. Num terminal com assistente parado o aviso era digitado e nunca enviado — ficava na caixa de entrada; agora vai como mensagem. Ligar pela CLI (
elyra canvas link) também avisa. O texto ensina peers e a via de equipe. - O chat do Hermes entra na orquestração. Recebia nem o aviso de ligação nem as mensagens dos outros agentes, e a CLI de dentro dele não sabia quem ele era.
- A resposta do agente volta para quem coordena.
orchestration reply não empurrava a entrega; o endereço listado antes de o terminal subir não ligava ao definitivo; e mandar mensagem para um endereço morto respondia "ok". Agora entrega, liga e recusa com o que fazer. - No chat do OpenCode, digitar `/` abre os comandos. A lista nasce com
/model, /help e /clear sem subir servidor; o primeiro / busca a lista real (/init, /review, skills). Um /review que o servidor recusa deixa de ir ao modelo como prosa, e /clear começa uma conversa de verdade em vez de retomar a anterior. - Os terminais de um host SSH param de sumir sozinhos. Ao conectar, o app lê o retrato do workspace guardado no host — e esse retrato é de antes da conexão terminar. Todo terminal aberto durante o connect não estava nele e era apagado logo depois de nascer: na tela Terminal a aba sumia, no Canvas o cartão passava a dizer "Este terminal foi encerrado", e o shell continuava rodando no servidor sem dono. Agora um terminal que ainda tem sessão aqui, ou que acabou de nascer, sobrevive ao retrato.
- O cartão de terminal do Canvas volta a subir o assistente em projetos por SSH. Escolher Claude, Codex ou outro no cartão abria um shell vazio: num host remoto quem escreve o comando de partida é a própria tela, e o cartão recria o terminal algumas vezes até se acomodar — o comando ia embora nessa troca. Em projetos locais nunca aconteceu.
- Os terminais param de redesenhar todas as letras a cada pausa dos agentes. Toda vez que a saída dos terminais ficava 200 ms em silêncio, o app apagava o cache de letras compartilhado por todos os terminais com WebGL e repintava todos — com agentes escrevendo no Canvas isso acontecia até 7 vezes por segundo, e 99 % das letras redesenhadas já estavam no cache. Agora só o modelo de cada terminal é reconstruído; o cache fica. O cache continua sendo limpo ao acordar a janela e ao colar imagem.
- O Canvas com muitos terminais deixa de consumir a GPU. Duas causas, medidas no app real. A primeira: cada cartão de terminal era redesenhado até 60 vezes por segundo enquanto os agentes escreviam; agora só o terminal em que você está digitando mantém esse ritmo — os outros atualizam em rajadas alinhadas (15 vezes por segundo; 5 quando o cartão está pequeno na tela; 1 quando virou miniatura), sem perder nenhum byte. A segunda, e maior com agentes de verdade: o anel que gira ao lado do workspace "Trabalhando" pedia 60 quadros por segundo à placa de vídeo, e cada quadro redesenhava o Canvas inteiro — um anel de 10 px custava 6,7 % da GPU sozinho; agora ele gira em 6 passos (1,5 %). Com oito agentes escrevendo: de 12 % para cerca de 3 %.
- O cartão minimizado sozinho para de mudar de lugar. Ao expandir, ele reaparecia acima de onde estava — quanto mais alto o cartão, maior o salto (um cartão de conversa subia quase 200 px). O cartão minimizado com a mão nunca teve o problema.
- Ctrl/Cmd+1–9 troca de cartão mesmo com o terminal em foco. Era preciso clicar no vazio antes, ou insistir na tecla. Quem prefere que o terminal receba o atalho escolhe "terminal primeiro" nos Ajustes.
- Uma área de trabalho nova volta a aparecer sozinha na lista. Quando a pasta de worktrees do projeto era recriada, o app parava de notar áreas novas até ser reiniciado.
- Fechar o app e abrir de novo devolve os agentes do Canvas onde estavam. Cada cartão de terminal com Claude, Codex ou OpenCode volta com a mesma conversa (
--resume), e não mais como um shell vazio — antes só o cartão que estava em foco na hora de sair voltava. - A atualização automática não encerra mais os terminais. Os agentes e shells continuam rodando durante a atualização e reaparecem vivos quando o app reabre; encerrar pelo menu ou pela área de notificação continua fechando tudo.
- No Mac com chip da Apple, a atualização automática baixa o app certo. O feed misturava o instalador de Intel com o de Apple Silicon.
- Trazer um projeto do Maestri traz as notas, os terminais e o que cada um estava rodando. Também aceita o arquivo
.maestri (o export do workspace), não só o backup .maestribak. - O projeto trazido do Maestri chega com o quadro montado. A tela dizia "4 cartões, 3 ligações" e o Canvas abria vazio: o arranjo era gravado, mas a tela só o lia na próxima vez que o app abrisse — e o primeiro cartão criado ali apagava o que tinha sido trazido.
- Trazer um projeto abre o projeto, no Canvas, já enquadrado. Sem procurar o projeto na lista depois, e sem cair num quadro que parece vazio porque os cartões estão logo fora da borda.
- Vem tudo que estava no Maestri, não só notas e terminais. Navegador (na página em que você estava), celular, arquivo, bloco de texto, nota que mora fora da pasta do Maestri, os cartões de outros andares e as ligações entre eles. A pilha de notas, que aqui não existe, entra aberta em leque no lugar onde estava.
- Os cartões trazidos mantêm o nome que tinham. "Sonata" e "Vela" viravam "Claude" e "OpenCode" no instante em que o assistente subia.
- O Importador não perde mais o projeto quando o Maestri está aberto. Ele reescreve os próprios arquivos enquanto roda; uma leitura no meio disso fazia o Elyra dizer "projeto não encontrado" com os dados ali do lado.
v0.0.5
24 de agosto de 2026
Adicionado
- No chat do Codex, digitar `/` abre os comandos. Modelo, esforço, compactar, conversa nova e ajuda, com busca. A barra no terminal do Codex continua igual.
- No Codex, anexo e menção vão pelo protocolo. Imagem colada entra como imagem; arquivo vira menção. As skills entram pelo
app-server, não como texto /nome. - O painel de arquivo ao lado do inspetor deixa editar. Ctrl/Cmd+S grava. Fechar com mudança sem salvar pergunta o que fazer.
Alterado
- No máximo da escada de esforço, cada assistente acende na cor dele. Claude continua no roxo do ultrawork; Verboo, Pi, Codex, Cursor e Grok ganham o mesmo efeito, cada um com a cor do próprio chat.
- As dez skills do Elyra viraram seis, todas começando por `elyra`.
elyra reúne projeto, Canvas, CLI e equipes; os dois emuladores viraram elyra-emulator; sobraram elyra-browser, elyra-computer, elyra-environments e elyra-docs. Quem recebe uma tarefa de outro agente agora tem instruções escritas do lado dele: como ler a caixa, responder e avisar que terminou. Skill que você mesmo editou é copiada antes de sair.
Corrigido
- A atualização automática no Windows termina sozinha. Ela abria uma tela de instalação no meio do caminho, com o app já fechado, e não concluía. Agora o app fecha, atualiza e reabre na versão nova. Instalar do zero continua mostrando o instalador normalmente.
- No Windows, a conversa do OpenCode volta a abrir. O app tentava subir o
opencode.cmd do npm direto e o Node recusava (spawn EINVAL). - Clicar numa conversa recente abre a conversa. A lista misturava sessões de terminal, e o clique mandava para um terminal vazio. Agora só entram conversas de verdade, e o clique fica na tela de Conversa.
- As notas do diff falam a língua do app. Adicionar, copiar e enviar deixam de aparecer em inglês. Enviar abre o mesmo diálogo de destino do apontar no navegador.
- No Canvas, Ver o diff abre ao lado do inspetor. Antes o clique não mostrava nada. É um painel só do diff, separado do de arquivo.
- Desligar um assistente nos Ajustes tira o medidor dele da margem. A barra de uso da esquerda some com o que você desligou.
- Desinstalar o app leva as skills do Elyra junto. Elas ficavam para trás nas três pastas de assistente. Só sai o que o Elyra instalou; skill sua com o mesmo nome fica.
Removido
- O Gemini CLI saiu da lista de assistentes. Ele não existe mais. Quem ficou no lugar é o Antigravity (
agy).
v0.0.4
23 de agosto de 2026
Adicionado
- O ícone do app é a lira oficial. Em Ajustes um slider escolhe redondo, quadrado, os dois em preto e branco, ou o jacaré. A bola com o desenho errado saiu.
- Conversas nativas com Cursor, Hermes e pi. Você fala com eles na tela de Conversa: aprovar, trocar modelo e retomar sem abrir o terminal. Claude, Codex, Verboo, OpenCode e Grok já estavam; os oito aparecem ao criar uma conversa.
- Traga um projeto do Maestri ou do Orca. Em Adicionar um projeto → Trazer de outro app. Notas, terminais e ligações vêm junto, se você quiser. Nada é copiado de lugar.
- O assistente organiza o Canvas. Peça para abrir, mover, renomear, ligar ou fechar cartões.
- Céu no Canvas e fio com brilho. Fundo de pontos com profundidade; um brilho percorre a linha entre cartões. Sem movimento extra se o sistema pediu menos.
- Modo de seleção no Canvas. Arraste uma caixa no vazio, ou Shift+clique. Ctrl/Cmd+Shift+. enquadra o que está marcado, com a câmera deslizando em vez de pular.
- Botão direito no vazio cria navegador e celular no ponto do clique.
- Digite `>` para mencionar outro cartão. Tab cola o nome, nunca envia.
ls > saida.txt continua sendo redirecionamento. - Issues no painel Git. Lista aberta do GitHub e do GitLab, com filtro "atribuídas a mim". Sem autenticação ou sem rede, o painel diz o que falta.
- Página e celular dentro do cartão. O navegador do Canvas mostra a página no cartão; o celular mostra a tela do simulador ao vivo.
Alterado
- As quatro telas não se misturam mais. O que você abre no Canvas fica no Canvas. Cada tela e cada área lembram onde você estava.
- Organizar o Canvas ficou útil. Cartões ligados ficam perto, o fluxo vai para a direita, e o cartão novo nasce dentro desse fluxo em vez de aparecer longe do desenho.
- Minimizar economiza de verdade. O corpo do cartão sai da tela e volta inteiro, com o histórico do terminal. Dá para desligar o descanso automático; o tempo passou a 15 minutos, só em terminal e conversa.
- Ctrl/Cmd+1–9 troca de item, não de workspace: cartões do Canvas, conversas, terminais e abas do navegador, nesta ordem. Segure Ctrl/Cmd para ver os números. Dentro de um terminal o atalho não rouba a digitação. Trocar de workspace ficou em Ctrl/Cmd+Shift+1–9.
- O Mac sai assinado pela Apple. Sem o bloqueio do Gatekeeper na primeira abertura; a atualização automática passa a valer.
- O medidor do OpenCode Go lê o `/connect`. Sem colar cookie. O cookie continua como reserva em Ajustes → Assistentes.
- OpenCode ganhou busca de modelo, modelo padrão da conta, menu `/`, anexos e anel de contexto. Sem login, um cartão pede para entrar — sem erro vermelho.
- A conversa do Verboo pede confirmação, pergunta e mostra o plano. Ferramenta que muda arquivo espera um Permitir; quando o assistente precisa de uma escolha sua, aparece o formulário; o plano fica na conversa. O menu
/ e o $ passam a listar só o que funciona de verdade. - Parar um turno do Verboo interrompe com menos força. No Mac e no Linux o processo recebe o mesmo sinal de um Ctrl+C, e a conversa continua no próximo envio.
- Ajustes agrupados por tarefa: Pessoais, Assistentes, Projetos e Sistema.
- A skill de equipe agora se chama orquestração e vale também no terminal.
- Apontar um elemento envia na hora. Copiar e Enviar saem da mesma nota, com o que você apontou e o contexto técnico. Acabou a fila de anotações.
- A tela Navegador não oferece mais ligar o app. Sem página aberta, ela pede para abrir uma página. "Ver meu app" e "Editar meu app" saíram da vista até essa parte estar pronta.
- A barra do Navegador e o topo do projeto mudaram de cara. Abas em pílula, endereço rebaixado, trilho das quatro telas.
- A lista de commits do Git ficou mais legível. Mensagem na frente, inicial do autor, data humana ("há 3 h", "ontem") e a data exata no tooltip.
Corrigido
- Os ícones do app aparecem no tamanho e na forma certos em Ajustes. Estavam pequenos e todos com cara de redondo, inclusive o quadrado e o jacaré.
- A frase que você escreveu e não enviou não some ao trocar de tela ou minimizar o cartão. Em cada conversa, a sua.
- No Windows, agents instalados no WSL voltam a ser reconhecidos. A procura usa a distribuição escolhida (incluindo Debian), lê a saída mesmo em UTF-16 e roda num shell de login. Se não achar ninguém, Ajustes diz qual distribuição foi consultada, o que foi tentado e o que fazer.
- Clicar num elemento do Navegador não derruba mais a área de trabalho.
- O cartão de navegador do Canvas mostra a página. Ele abria vazio: a moldura existia, a página não. Os ícones da barra também voltam na tela larga; no cartão estreito, as ações estão nos três pontinhos.
- Apontar saiu do overlay Lovable. O botão volta na barra do Navegador; "Ver meu app" e a faixa "seu app acabou de mudar" continuam ocultos.
- A conversa do OpenCode parou de repetir a sua mensagem.
- Conversa não sobe mais um terminal fantasma e não fica presa em "Preparando seu assistente…".
- Pi e Grok aparecem nos seletores de conversa. Os dois já tinham conversa nativa, mas não eram oferecidos ao criar uma conversa.
- Ligar um cartão a uma conversa mostra a pergunta, não só a resposta. Com a conversa fechada, o app pede para abrir o cartão em vez de falhar calado.
- Arrastar um cartão não arrasta mais a tela. Mover é pela barra de título.
- Nota nova do Canvas abre na hora.
- Nota que já não existe no disco deixa de encher o log de erro.
- Ver um arquivo na barra direita não esconde mais a árvore.
- No Linux, o `.deb` abre e o ícone aparece no dock.
- A CLI deixa de mentir. Comando que falhou agora falha;
--opção=false desliga; apagar estado e mudar regra exigem você dizer o quê; a ajuda lista todos os comandos. - Textos do envio ao agente e das automações passam a aparecer nos seis idiomas.
- A conversa do Verboo atravessa SSH. No servidor, o Elyra dirige o
verboo pelo adapter — sem abrir a TUI no terminal. Se o binário não está lá, o host caiu ou o projeto está num ambiente de runtime, a tela explica e não cria sessão. Ferramentas que pedem permissão ainda não passam no remoto. - O Verboo volta a pedir autorização na conversa. Com "Pergunta antes", o pedido de Permitir/Recusar chega na conversa em vez de o agente parar calado.
- No Verboo, dá para voltar a conversa até uma mensagem sua. O que veio depois some da tela e o próximo turno não vê o que você descartou. Os arquivos do projeto ficam como estão.
v0.0.3
22 de agosto de 2026
Adicionado
- Conversas nativas com Cursor, Hermes e pi.
- Traga um projeto do Maestri ou do Orca.
- O assistente organiza o Canvas pela conversa.
- Página e celular dentro do cartão do Canvas.
Alterado
- As quatro telas não se misturam mais.
- O Mac sai assinado pela Apple.
- Ajustes agrupados por tarefa. A skill de equipe passou a se chamar orquestração.
Corrigido
- No Linux, o `.deb` abre e o ícone aparece no dock.
- Arrastar um cartão não arrasta mais a tela. Nota nova abre na hora.
- A CLI deixa de mentir e a ajuda lista todos os comandos.
v0.0.2
19 de agosto de 2026
Adicionado
- No Windows, o X pergunta antes de encerrar. Avisa que terminais e agentes param junto. Com "Continuar em execução ao fechar", a janela vai para a área de notificação.
- "Rever a introdução" no menu Ajuda, na barra de cima.
- `elyra skills install` e `elyra skills list` na linha de comando.
- Página pública de changelog e versão em destaque na página de download.
- Aviso só quando a CLI ou as skills falham na abertura — e um botão para resolver.
- No Linux, `.deb`, `.rpm` e AppImage. O
.deb é o recomendado.
Corrigido
- Reabrir o app no Windows traz a janela para a frente. No Mac, clicar no Dock reabre a janela escondida.
- Uma segunda cópia do app não toca mais no seu perfil.
- Skills se instalam pelo app, sem comando no terminal.
- No Linux o app não sobe mais sem janela.
- `elyra serve --serve-port` respeita a porta pedida.
- O comando `elyra` se instala em todo boot, tenta de novo quando falha e avisa se precisar de você.
- Desinstalar no Windows não deixa processo nem pasta para trás.
- Listas longas em menu suspenso voltam a rolar.
- Links de baixar manualmente e o aviso de update no Mac apontam para o lugar certo.
- Ligar o celular pelo cartão passa a ligar o celular certo:
elyra emulator attach --node anexava o aparelho padrão em vez do dispositivo do cartão; agora anexa o do cartão, e --emulator também vale no attach. - Ligar o emulador sem dizer qual aparelho nem de qual workspace agora avisa na hora, em vez de subir um aparelho que nenhum comando seguinte encontrava — com o celular visivelmente ligado e a CLI jurando que não havia emulador.
- Permissões do Android passam a aceitar o cartão do celular:
elyra emulator permissions ... --node era recusado antes de chegar ao aparelho; agora resolve o dispositivo do cartão.
Removido
- Linear, Jira, Bitbucket, Azure DevOps e Gitea saíram do app. GitHub e GitLab continuam. Credencial já salva fica no computador, sem o app ler.
- A dica que pedia para instalar o `elyra` e as skills. O app já faz as duas coisas sozinho.
v0.0.1
18 de agosto de 2026
Adicionado
- Primeira versão publicada do beta fechado, para Windows, macOS e Linux.
- Quatro telas por projeto: Canvas, Chat, Terminal e Navegador com preview.
- Orquestração de vários agentes em paralelo, com dependências e supervisão.
- Ativação por licença, com permissão offline de três dias.
- Atualização automática pelo canal próprio.