Veja o que mudou em cada uma das últimas versões do Elyra. Quem já tem licença baixa a mais recente em sua conta.
v0.0.15
30 de setembro de 2026
Adicionado
Se o Elyra fechar inesperadamente, ele reabre sozinho: os terminais e os agentes continuam rodando durante a queda, e um aviso no seu idioma explica o que aconteceu.
O despertar dos agentes pode ser ligado ou desligado em cada cartão, no submenu Despertar do menu do cartão, e a mensagem pode ser personalizada ali, pelo comando de configuração ou pelo próprio agente com elyra wake message --set "texto" (--reset volta ao padrão).
Com muitos terminais abertos, o Elyra minimiza os cartões sozinho: passou de 60 terminais, os cartões com sessão são minimizados (menos quem está com agente trabalhando ou com a pessoa em cima), e voltam ao clicar ou quando o agente recomeçar a trabalhar.
Ajustes mostra Antes de desinstalar: o que fica no computador e um botão para desligar os ganchos e limpar o que continua intacto, antes de remover o app.
Alterado
Um agente lê a tela de outro só pelo nome: elyra terminal read "Nome" mostra o que aquele agente tem na tela agora.
Os agentes chamam uns aos outros pelo nome que aparece no cartão.
Os guias que o Elyra instala para os agentes ficaram mais curtos: um apresenta o app inteiro, outro ensina o trabalho em equipe, e os agentes passam a ler a saída em texto em vez de pedir dados brutos.
Se você voltar para uma versão anterior, o despertar de cada cartão volta ao padrão ao salvar o Canvas, e a permissão de orquestrador volta a seguir o papel do cartão.
Corrigido
Cartões de terminal não perdem mais o conteúdo ao sair da vista: nenhum cartão tem o terminal destruído enquanto a sessão vive, e a volta não percorre mais o histórico inteiro. Com histórico muito grande e saída contínua, a volta ainda pode levar alguns segundos.
Voltar ao Elyra depois de usar outro programa não deixa mais o terminal preto: ao retornar, a tela do terminal é redesenhada mesmo quando o sistema ainda a considera escondida, sem precisar recarregar.
Depois de uma queda, reabrir o Elyra não duplica o shell do cartão: o terminal volta ao mesmo shell de antes, em vez de ganhar um vazio extra com o agente escondido no antigo.
Terminais do pi e do OMP voltam à conversa anterior quando o Elyra é reaberto, em vez de ficar apenas no shell (sessões iniciadas a partir desta versão).
Uma nota cujo arquivo sumiu do disco pode ser fechada: o cartão sai do Canvas sem aviso de erro, e a confirmação diz que só o cartão será removido.
Cartões de terminal fora da área visível aguardam cerca de cinco minutos antes de estacionar, evitando remontagens ao navegar brevemente pelo Canvas.
Relatos escritos sem falha capturada mostram o começo da descrição, em vez de receberem todos o mesmo título.
Desinstalar o Elyra no Windows remove as skills que ele instalou, quando continuam iguais ao original; skills que você editou permanecem no computador. Se a limpeza não terminar, um aviso diz que nem tudo saiu.
Desinstalar o Elyra no Windows remove também as extensões que ele instalou para os agentes, quando continuam iguais ao original; extensões editadas, de terceiros ou de outra instalação permanecem no computador.
Desinstalar o Elyra no Windows remove também os scripts de gancho intactos, quando continuam iguais ao original; scripts editados ou de terceiros ficam. Arquivos usados por outra instalação do Elyra permanecem até a última saída.
Remover o pacote do Elyra no Linux agora avisa o que ficou para trás e como tirar à mão (skills, ganchos e extensões); atualizar o pacote continua sem tocar em nada. Computadores remotos acessados por SSH precisam de limpeza à parte.
O aviso de processos restantes usa a quantidade e o monitor do sistema corretamente no Windows, macOS e Linux.
Instalar os hooks do Hermes e do Kimi não mexe mais no resto da sua configuração: comentários e formato do arquivo são preservados, e as permissões do arquivo continuam as mesmas.
A saída em formato de dados da linha de comando vem pura: com --json, avisos e diagnósticos saem no canal de erro, e o resultado continua legível por scripts.
O filtro por pasta da linha de comando encontra o workspace no Windows, mesmo quando o caminho vem abreviado pelo sistema.
Os atalhos Ctrl/Cmd + número respeitam os tipos de cartão escolhidos em cada workspace: itens fora do filtro não entram na numeração, e a seleção continua após reabrir o aplicativo.
Organizar os cartões respeita o sentido escolhido sem empilhar todos numa coluna, e mantém as notas na posição em que foram deixadas.
O X e as ações dos cartões continuam clicáveis com o Canvas afastado.
As mensagens entre cartões chegam na hora, mesmo com o agente ocupado: o envio cola e confirma na hora; se o destino estiver sem agente, a mensagem fica na fila e o envio avisa.
A barra Arquivos avisa quando não consegue copiar um caminho, em vez de deixar a falha passar em silêncio.
Depois de uma falha da interface, o agente consegue reencontrar cartões pelo nome, mesmo quando o endereço da própria sessão mudou com o terminal ainda vivo.
Ler pelo nome de um cartão volta a encontrar o terminal certo, inclusive ao pedir o histórico inteiro, sem exigir que a pessoa copie o endereço da sessão.
Declarar uma entrega interrompe os despertares até chegar trabalho novo: informes de andamento não reativam o aviso, e ele não é enviado a terminais sem agente.
Marcar um cartão como orquestrador não troca seu papel nem suas instruções: a marcação continua funcionando mesmo sem o papel padrão.
A conexão SSH tenta recuperar uma compilação interrompida dos terminais, sem apagar a instalação existente.
O envio por SSH consegue substituir um arquivo existente em servidores OpenSSH, permitindo retomar a instalação incompleta da conexão sem apagar antes os arquivos anteriores.
Consultar os modelos do Codex não abre mais uma janela de erro do aplicativo quando ele não consegue iniciar: a falha é informada na conversa, com orientação para conferir a instalação e a pasta do projeto.
Comandos em segundo plano não abrem mais janelas de terminal no Windows: consultas e sondas passam a rodar ocultas; só os editores de terminal continuam com janela, de propósito.
Removido
Os ambientes descartáveis por workspace saíram do Elyra: o elyra.yaml antigo com essa seção continua abrindo normalmente, só que ela é ignorada; as opções e os comandos de receitas deixaram de existir.
O guia de ambientes por workspace saiu dos agentes, junto com as receitas; a cópia instalada pelo Elyra é removida na atualização, e uma pasta sua com o mesmo nome fica intocada.
v0.0.14
26 de setembro de 2026
Adicionado
A barra lateral mostra quantas sessões estão abertas em cada tela: passar o mouse sobre Canvas, Conversa ou Terminal diz quantas abas e cartões estão abertos em cada tela, no workspace ativo; sem nada aberto, fica só o nome da tela.
O que um assistente delegado do Verboo fez aparece como conversa própria: dá para abrir o trabalho dele e ler as mensagens, em vez de ver só a contagem.
Dois dedos no trackpad e a roda do mouse movem o Canvas, e Shift + roda move na horizontal; a pinça e Ctrl/Cmd + roda dão zoom. Sobre o conteúdo de um cartão, a rolagem continua rolando o cartão. Quem prefere o jeito antigo escolhe "Rolar dá zoom" em Ajustes → Aparência.
Grupos de projetos na barra lateral: arraste um projeto sobre outro para criar um grupo, solte sobre um grupo para pô-lo dentro, e recolha, renomeie, troque a cor ou apague o grupo pelo clique direito; apagar um grupo nunca apaga pasta do disco.
Agentes de projetos do mesmo grupo conversam entre si e podem criar e organizar grupos pelo comando elyra group.
`elyra canvas create terminal --cwd <pasta>`: um agente no Canvas cria outro agente já dentro de uma pasta escolhida, como a worktree de um trabalho em paralelo. A raiz do disco é recusada. A pasta precisa existir: se ela não existir quando o terminal iniciar, ele abre na pasta do workspace e avisa isso nas primeiras linhas.
Os agentes passam a responder no seu idioma: as instruções que o Elyra distribui dizem para falar no idioma da pessoa, e o idioma configurado no app — ou o do sistema, quando a interface está em "Sistema" — fica visível na linha de comando para o agente usá-lo.
Na conversa do Codex dá para voltar a uma mensagem anterior: a conversa encolhe até aquele ponto; os arquivos no disco não mudam.
Dá para direcionar o Codex no meio do turno, depois que ele já começou a responder.
No histórico do Codex dá para criar uma derivação da conversa inteira, sem apagar a original. O corte a partir de uma mensagem específica ainda não está disponível.
Quando o Codex pede autenticação, a conversa oferece entrar na conta, sem ir às Configurações.
Na conversa do Hermes dá para escolher o perfil do agente: /profile lista os perfis da máquina com o endereço de cada um e qual está em uso, e /profile <nome> troca — cada perfil tem as próprias credenciais, memória e histórico, então a conversa começa nova e o perfil escolhido fica guardado no cartão.
Alterado
Sua máquina reorganizada: clicar num assistente mostra os limites e o consumo dele na mesma tela, e o visual ficou mais limpo e consistente com o resto do app.
As conversas dos assistentes que ainda estão em desenvolvimento ficam atrás de uma chave em Ajustes → Experimental, que nasce desligada: o Claude e o Codex continuam sempre disponíveis, e ligar a chave traz Cursor, Hermes, pi, Verboo e Antigravity para o seletor de nova conversa, sem apagar nenhuma conversa.
Os avisos do app aparecem no centro, embaixo, e sobem da borda da tela: cantos mais arredondados, ícone centrado e uma sombra na cor do aviso no lugar da faixa lateral; com o ditado ligado, eles sobem para não ficar atrás dele.
O relato de erro da interface passa a levar os nomes das partes da tela onde o erro aconteceu: só os nomes internos dos componentes, sem caminhos de arquivo, nome de usuário, conteúdo de terminal ou de projeto.
A lista de assistentes do seu computador se atualiza sozinha: com o Elyra aberto, um assistente instalado ou removido aparece em até 10 minutos, sem precisar clicar em Buscar de novo; com a janela minimizada ou oculta, a verificação não roda. Em workspaces SSH, a atualização continua sob demanda.
Mover uma coluna do quadro de trabalho pela linha de comando agora exige a posição nova: sem ela, o comando recusa e explica, em vez de levar a coluna para o início sem avisar.
A busca e os filtros de Camadas ficam recolhidos atrás de um ícone discreto; o botão de filtro indica quando um tipo de cartão está selecionado.
Em Ajustes, cada opção foi para o seu lugar: Minimizar cartões sem uso agora fica em Orquestração, e Energia abre a seção Avançado.
Mensagens em terminais SSH ficam disponíveis para consulta quando não é possível confirmar se o agente ainda está aberto: o texto não é colado automaticamente no terminal; quem recebe pode consultá-lo com elyra orchestration check.
O link de tarefa saiu do terminal e das linhas de agente: identificadores de tarefa deixam de virar atalho clicável no terminal, e as linhas de agente deixam de se agrupar pela tarefa que as despachou. O agrupamento dos subagentes de um mesmo agente continua. O título automático da aba ainda pode usar o nome da tarefa.
Mensagens entre agentes chegam em uma linha só: o recado no terminal de quem recebe agora é (nome do cartão) - mensagem, com o texto logo abaixo, sem cabeçalho de origem nem separadores que inchavam a tela.
Prioridade e dados internos de uma mensagem deixam de aparecer no texto: continuam guardados e visíveis para quem lê a mensagem em formato de dados, para encurtar o que chega na tela.
No terminal de uma pessoa o recado é escrito, mas não é enviado sozinho: o Enter continua sendo seu — um envio automático poderia executar algo que você tinha começado a digitar.
O site e a conta do Elyra agora ficam em elyra.sh: os endereços antigos continuam funcionando.
O Espaço virou um projeto comum na barra lateral: quem já guardava coisas nele continua vendo e abrindo o mesmo conteúdo de sempre; nada é movido nem apagado, e o Elyra não cria mais um Espaço novo sozinho.
Abrir o app sem nenhum projeto mostra a tela de primeiro projeto, sem criar mais nada sozinho: quem nunca criou um projeto escolhe uma pasta do computador ou clona uma URL, e quem já guardava coisas no Espaço continua vendo tudo como um projeto normal na lista.
Corrigido
O primeiro cartão de um Canvas vazio vira orquestrador sem receber um papel: ele ganha o poder de orquestrar, sem o texto de apresentação do papel enviado ao agente sozinho.
Quem está marcado como orquestrador é acordado mesmo sem o papel Orquestrador: apagar o papel padrão não desliga mais o aviso a quem coordena.
O ícone dos avisos do app fica centrado na caixa dele.
Trocar o agente de um terminal mostra o agente novo no mesmo cartão: o cartão não fica mais em branco nem preso no shell antigo depois da troca.
O Elyra não trava mais com vários terminais escondidos: uma aba escondida com um comando de início ainda por entregar entrava num vaivém que podia congelar a janela; agora o comando chega e a aba só é poupada depois.
Voltar a uma aba de terminal depois de retomar ou reiniciar não congela mais a tela.
Mensagem para um agente ocupado não se perde mais: ela é entregue assim que o agente termina o que estava fazendo.
Mensagens entre agentes podem ser enviadas pelo nome do cartão: o nome que aparece na tela basta como endereço, e renomear o cartão não desvia a mensagem para outro lugar.
Fechar o app à força logo depois de renomear ou remover um projeto não traz mais o quadro antigo de volta.
O botão Abrir a página de novo volta a abrir a ativação: na tela de ativar a licença, ele abre a página no navegador.
Terminais que você fechou param de voltar sozinhos: fechar um terminal (aba ou cartão) agora encerra a sessão de vez, e abrir o Elyra depois não reabre mais os que você fechou.
Ao atualizar, os terminais acumulados na tela Terminal são fechados uma vez, com os processos deles: um aviso diz quantos saíram. Os cartões do Canvas e as conversas continuam abertos.
Enquadrar tudo cabe muito mais cartões numa janela estreita com o painel Arquivos aberto: o zoom do Canvas agora afasta até 5%.
A primeira mensagem na conversa do Grok volta a ser enviada: o envio era recusado com um erro de fila desatualizada quando o assistente ainda não estava de pé.
Anexar imagem voltou a funcionar nas conversas dos assistentes que entraram agora: escolher ou colar uma imagem era recusado no envio nos cinco assistentes que passaram a abrir conversa.
Soltar uma imagem no campo de conversa anexa de verdade: o gesto era descartado em silêncio, em todos os assistentes.
Trocar de modelo no OpenCode funciona mais de uma vez na mesma conversa: da segunda vez em diante a tela dizia que não foi possível trocar, até fechar e reabrir a conversa.
Imagens enviadas ao OpenCode chegam ao modelo com o conteúdo correto: o anexo podia ser aceito na conversa e ainda assim encerrar o turno com erro. Quando o provedor recusa o formato, a conversa explica o motivo e oferece escolher outro modelo.
A conversa do Verboo não mostra mais "Enviando…" junto do "Pensando…" do assistente, e o aviso de turno terminado sem resposta não aparece mais para uma mensagem que está sendo enviada.
O Verboo abre a conversa com o modelo definido no CLI, mesmo antes de carregar a lista de modelos, respeitando a escolha da conversa que já estava aberta.
O Antigravity oferece instalar o que falta para conversar: quando o componente de conversa do assistente não está no computador, o cartão diz o tamanho do download e deixa instalar, cancelar, ou copiar o comando e o pedido para um agente fazer isso.
A conversa do Verboo volta a responder: o processo do assistente não subia pelo caminho normal de envio, e toda mensagem era recusada com "o processo da conversa não está de pé" — inclusive depois de entrar na conta e ao reabrir a conversa.
O cartão de entrar na conta do Verboo só aparece quando falta entrar: quem já estava com a conta ativa no computador continuava vendo o convite, e agora a conversa confere antes.
A conversa do Codex voltou a despachar a fila no macOS: o segundo envio e os seguintes ficavam "na fila" para sempre, mesmo com o agente parado, por causa do caminho da pasta de dados do sistema.
A mensagem enviada com o agente parado sai na hora, sem piscar como "na fila": numa conversa nova, a primeira mensagem aparecia por um instante como fila antes de virar bolha; agora ela sai direto, e a fila continua valendo para o que você escreve enquanto o agente responde.
A mensagem despachada sai do cartão de fila assim que o assistente a recebe: ela continuava desenhada ali até a resposta terminar.
Quando o Grok termina um turno com falha, a conversa mostra o motivo em vez de encerrá-lo como sucesso. Turnos sem conteúdo nem duração medida também deixam de exibir um tempo de trabalho inventado.
Reabrir ou maximizar o cartão do Grok não faz uma resposta encerrada voltar a parecer em andamento: o histórico reaparece sem reativar “Escrevendo”.
A conversa do Grok parou de mostrar o aviso de atualização desconhecida a cada resposta e de esconder esse aviso dentro do raciocínio: o recado que precisa ser lido fica visível na conversa.
O Antigravity mostra a verificação da conta ao abrir a conversa e depois da instalação: quando precisa de autorização, oferece entrar pelo navegador e cancelar a espera, sem abrir uma página de login só por consultar os modelos.
O seletor de modelos do Hermes agrupa por provedor: dá para distinguir dois modelos de mesmo nome vindos de origens diferentes.
O Verboo compacta o contexto quando você pede: o comando era recusado com a justificativa de que o assistente não compacta, e agora compacta de verdade.
A conversa do Verboo não fica mais presa em "trabalhando" quando o envio falha: a mensagem recusada vira um aviso em português dizendo para enviar de novo, e a sua pergunta continua no histórico.
Entrar na conta do Verboo passa a bastar para conversar: quem tinha feito login via a resposta morrer sem explicação, porque o assistente exigia a chave no ambiente para aceitar o turno. Agora a credencial guardada pelo próprio login é usada, e a conversa responde normalmente.
A conversa do Verboo avisa quando o contexto foi compactado e quando o assistente não teve permissão para uma ferramenta: o turno segue normalmente e a pessoa vê o que não rodou.
Parar a resposta do Verboo não derruba mais o processo da conversa: a conversa continua viva e a próxima mensagem responde na hora, sem esperar o assistente subir de novo.
A fila do Verboo continua avançando com várias mensagens pendentes: cada mensagem sai na sua vez, sem parar depois da segunda resposta nem mostrar falha de despacho para um envio válido.
Parar a conversa do Verboo não deixa mais processos rodando em segundo plano: o cancelamento encerra também o que o assistente abriu por conta própria — servidor de desenvolvimento, tarefa em segundo plano —, e não só a resposta que estava na tela.
O Verboo não recebe mais um nível de esforço que o modelo escolhido recusa: o degrau é descartado antes de virar comando, com aviso na conversa, em vez de seguir para o processo assim mesmo; e quando o assistente não responde sobre os modelos, a lista que aparece diz que é a guardada, em vez de se passar pela lista de agora.
Quando um turno do Verboo falha, a conversa diz o motivo: credencial vencida, processo que morreu no meio do turno e contexto estourado aparecem nomeados, cada um com o próximo passo, e um contexto estourado é retomado uma vez em vez de repetir em laço — antes, toda causa virava o mesmo aviso genérico.
Reabrir a conversa do Verboo não mostra mais os avisos internos do assistente como se fossem seus: as anotações que o assistente escreve para si mesmo deixam de virar bolha na conversa, e o que volta é só o que você escreveu e o que ele respondeu.
O aviso de conversa compactada no chat do Claude fica na conversa, também na volta à tela e depois de reiniciar o app.
Anexo recusado no chat diz o motivo e o que fazer, como o limite de tamanho, em vez de só "falhou o envio".
Imagem colada numa conversa do Claude por SSH chega ao agente.
Quando a conexão SSH do projeto falha, o chat do Claude diz que foi a conexão, com o motivo, em vez de mandar instalar o Claude Code.
Sem login no Claude, o chat mostra um só aviso, com o botão de entrar na conta, em vez de repetir o erro em três lugares.
O custo mostrado em cada turno do chat do Claude é o do turno, e não o total da conversa.
Links nas respostas do chat aparecem com cor de link.
O menu de comandos do chat do Claude não mostra comandos internos ou removidos, nem barra de rolagem lateral.
Enquanto espera aprovação, a ferramenta aparece como em andamento, e não como se já tivesse escrito o arquivo.
Nomes de modelo e tipos de tarefa do chat do Claude aparecem em português, como "contexto de 1M" e "Subagente".
A tela de abertura não mostra mais "Loading…" em inglês para quem usa o app em outro idioma.
`/clear` no chat do Claude começa uma conversa limpa em vez de retomar a anterior.
`/context`, `/usage` e `/cost` respondem no chat do Claude, inclusive antes da primeira mensagem, e o cartão de uso diz quando o plano não informa o consumo.
Esc para o turno em andamento no chat do Claude, e o turno parado por você fica marcado como tal.
Aprovar uma permissão não mostra mais um erro falso quando a resposta já foi aceita.
A tarefa em segundo plano aparece uma vez só, com a descrição que ela recebeu, sem duplicar a árvore de subagentes.
O mesmo erro não aparece duas vezes quando o chat já mostra o cartão de login.
Mensagens que chegam de outro agente ou da linha de comando entram na ordem certa da conversa e somem se o envio falhar.
Perguntas na fila não somem quando a sessão do Claude é encerrada por inatividade ou quando você para o turno.
Falha ao preparar a conexão SSH aparece no chat com o motivo, em vez de o agente parecer indisponível sem explicação.
Entrar no Claude por SSH abre a tela de login de verdade no host remoto.
Uma conversa nova não herda o aviso "falhou o envio" da anterior.
Quando o processo do Claude cai, a mensagem seguinte não some mais: ela fica no campo, com o aviso de que o envio falhou.
Conversas do Claude que davam "Erro" depois de reiniciar o app voltam a abrir, no próprio computador ou por SSH, com o histórico; e quando uma conversa não abre, a tela diz o motivo e oferece "Tentar de novo".
Reabrir o app não inicia mais o Claude escondido num terminal: as conversas do Claude eram retomadas por conta própria, fora da vista e sem pedir permissão para nada; agora só a conversa volta.
O diálogo de apagar workspace reconhece a pasta principal do projeto mesmo quando o Elyra perde a marca dela: oferece tirar o projeto do Elyra em vez de esquecer só o registro, e ela fica fora do apagar em lote.
Remover pelo Canvas um projeto remoto cuja pasta sumiu no servidor agora tira o projeto do Elyra, em vez de esquecer só o registro dele e deixar o projeto sem pasta.
A recusa de trocar o agente quando o terminal não confirmou a parada também sai em inglês na linha de comando.
Os avisos de encerramento incompleto de um terminal remoto (SSH), ao trocar o agente, saem em inglês na linha de comando, como o resto da CLI; na tela continuam no idioma do app.
A recusa de abrir um agente sem pasta de projeto, ou na raiz do disco, sai em inglês na linha de comando, como o resto da CLI; na tela continua no idioma do app.
Os avisos de copiar link no editor e de fechar todos os terminais aparecem em português para quem usa o app em PT-BR; antes saíam em inglês.
Trocar o agente de um terminal não abre um segundo agente quando o antigo não pôde ser encerrado: o Elyra avisa em português e mantém o terminal como estava, em vez de deixar dois agentes escrevendo no mesmo lugar.
O terminal que um agente abre para trabalhar fecha de verdade mesmo com o computador ocupado: sob carga, o encerramento podia terminar sem confirmar a morte do processo e deixá-lo rodando em segundo plano.
Cancelar a remoção de um workspace num servidor não deixa mais a linha presa: quando o encerramento dos terminais não pôde ser confirmado e você cancela o aviso, a lista volta ao normal na hora, em vez de ficar com o cursor de espera e as ações desabilitadas até reabrir o Elyra.
A interface trabalha menos com muitos terminais, cartões e dicas abertos, o que ajuda a evitar o travamento que deixava os terminais pretos.
O serviço de terminais se recupera sozinho quando ele para no meio do uso: se os terminais pararem de responder, o Elyra avisa na tela e reinicia o serviço por conta própria; se não conseguir, o aviso diz o que fazer, e abrir ou fechar um terminal responde com um erro claro em vez de ficar mudo.
No Windows, fechar terminais deixa de acumular memória: cada terminal fechado deixava uma parte da memória presa até o Elyra ficar lento ou reiniciar os terminais sozinho depois de um dia de uso; agora ela é devolvida alguns instantes depois de fechar.
Remover um projeto ou workspace SSH agora conserva o registro quando não é possível confirmar o encerramento dos seus terminais: o aviso permite tentar de novo ou confirmar a remoção local sabendo que processos podem continuar no servidor.
Um workspace SSH cuja pasta desapareceu deixa de repetir erros do Git: o Elyra pausa as consultas e oferece tentar de novo ou tirá-lo da lista sem apagar nada no servidor.
A integração do Copilot e do Grok passa a usar arquivos com o nome do Elyra: o que já estava instalado é atualizado, o que você criou é preservado, e desligar a integração remove só o que o Elyra instalou.
Mensagens que deixam de poder ser entregues após desfazer uma ligação no Canvas agora avisam quem enviou: o aviso aparece no cartão e acorda quem está esperando uma resposta, sem se repetir.
Falhas de atualização agora indicam a etapa correta: uma checagem ou download interrompido no Mac não é anunciado como instalação concluída; se a instalação for interrompida, o app orienta a fechá-lo e reabri-lo antes de tentar novamente.
Um workspace pai que existe em mais de um lugar deixa de ser tratado como inexistente: ao criar um workspace ligado a um pai ambíguo, o Elyra avisa que o nome serve para mais de um workspace e manda escolher pelo id.
Ao abrir uma pasta como projeto, o Elyra mantém a pasta escolhida: mesmo com outros repositórios dentro dela, não troca silenciosamente o projeto por uma subpasta.
Apagar uma nota com edição pendente não a faz reaparecer: o Elyra conclui a gravação antes de remover o arquivo da nota.
O indicador de um agente não fica preso em “trabalhando” depois que o agente que ele abriu conclui: quando há apenas um terminal nessa aba, ele acompanha a conclusão. Outros agentes que ainda trabalham continuam mostrando o indicador de trabalho.
Os textos em espanhol usam o mesmo gênero para terminal em todas as telas: avisos e configurações não alternam mais entre formas diferentes.
Avisos de falha ao excluir uma pasta e de suspensão do computador aparecem no idioma escolhido: o Elyra mostra o motivo e o que conferir sem trocar de idioma no meio do aviso.
Terminais SSH voltam a se conectar após uma queda temporária do host: uma falha na identificação durante a indisponibilidade não encerra cedo as tentativas nem informa que a plataforma é incompatível.
Cartões de agente no Canvas agora exigem uma pasta de projeto válida: se ela estiver ausente ou for a raiz do disco, o Elyra explica como corrigir antes de abrir o terminal.
Fechar um terminal SSH mostra quando processos da sessão podem ter continuado no host: o motivo aparece na tela, inclusive quando a tentativa final de encerramento termina depois do pedido.
Em terminais SSH sem tmux, a digitação descartada pausa a entrada naquele terminal: para voltar a digitar, encerre a sessão remota com confirmação e abra um terminal novo.
A oferta do guia do Quadro espera o Quadro aparecer: ao abrir o Elyra sem projeto, ela não cobre a tela “Seu primeiro projeto”.
Procurar de novo em Ajustes → Assistentes agora informa o resultado da busca: mostra quantos assistentes foram encontrados, quantos são novos ou que nada mudou; se a busca falhar, orienta a conferir o assistente no Terminal e tentar outra vez.
Ajustes de Shell e Versão do PowerShell aparecem apenas no app para Windows: em macOS e Linux, deixam de oferecer escolhas que não afetam os terminais locais.
Os menus de Arquivos evitam quebra de linha nas ações de copiar caminhos relativos e mostrar itens no sistema.
O botão direito num cartão minimizado do Canvas oferece "Expandir", que devolve o cartão ao tamanho normal, no lugar de um "Minimizar" que não fazia nada.
O terminal SSH não repete mais um comando quando a conexão cai e volta: o que já chegou ao host não é aplicado de novo, mesmo que o Elyra reenvie a digitação que ficou pendente.
Um texto entregue a um agente não executa mais o próprio conteúdo no seu terminal: marcas de colagem e caracteres de controle embutidos aparecem como símbolos, sem encerrar a mensagem nem executar o restante como comando.
Um terminal que rodou um agente e voltou a ser shell para de executar o recado recebido: a mensagem entre agentes deixa de ser enviada sozinha nesse terminal. Se o nome do agente ainda aparecer no título, o recado também não é escrito nem avisado ali; quem recebe pode consultá-lo com elyra orchestration check.
O recado entre agentes mostra o nome do cartão que está na tela: num cartão de conversa sem título próprio, o recado saía com o nome da sessão e quem procurava o cartão por ele não achava.
A digitação num terminal SSH durante a queda de conexão não evapora mais: o que você digita enquanto o host se reconecta fica guardado e é enviado quando a sessão volta. Se a conexão ficar instável e não der para saber se a digitação chegou, o Elyra avisa e não reenvia sozinho, para não executar um comando duas vezes.
Se o limite de retenção da digitação SSH for excedido, o Elyra avisa do descarte: confira o terminal antes de continuar, pois parte do comando pode já ter chegado ao host.
A escolha de shell no Windows deixa claro onde vale: só nos terminais locais, e projetos WSL usam o shell do WSL — quem abre terminal por SSH ou em projeto WSL não espera mais que o ajuste valha para ele.
O aviso ao ligar cartões passa a dizer o que realmente faz: com a opção ligada, o aviso chega ao terminal do agente e é enviado como mensagem — o texto em Ajustes descrevia apenas um recado guardado, e o interruptor para desligá-lo continua onde está.
O aviso de que o Elyra não encontrou a pasta Documentos passa a vir em português, com o detalhe técnico separado do texto.
Escolher o PowerShell 7 no Terminal agora abre o PowerShell 7, inclusive quando ele foi instalado pela Microsoft Store; se ainda assim não for possível abri-lo, o terminal diz na tela o que aconteceu e o que fazer, em vez de abrir a versão antiga em silêncio.
Voltar para a janela do Elyra devolve o cursor ao terminal onde você estava digitando, em vez de deixá-lo cair num terminal vizinho.
A pergunta enviada na conversa do OpenCode volta a aparecer: a bolha entra quando a mensagem sai, o indicador mostra que o agente está trabalhando e a resposta nasce abaixo dela — antes a pergunta sumia e a resposta aparecia sozinha.
A mensagem escrita enquanto o OpenCode responde agora espera na fila: ela aparece como "na fila", sai quando o turno termina — uma por turno, na ordem — e deixa o cartão no instante em que é enviada; antes era despachada na hora e cortava a resposta em andamento.
Uma conversa aberta não trava mais a área do workspace inteira: bastava existir ali uma conversa de vários dos agentes — e, em workspaces por SSH, também Codex, OpenCode e Cursor — para o cartão ficar preso em "Preparando seu assistente", a tela Conversa não abrir conversa nova e a tela Terminal mostrar erro.
A mensagem escrita enquanto o Claude responde agora espera na fila: ela aparece como "na fila", deixa o cartão no instante em que é enviada — quem continua esperando segue lá — e a resposta vem no lugar certo; antes era enviada por cima do turno em andamento e sumia da conversa, com a resposta aparecendo depois, fora de ordem.
A segunda mensagem de uma conversa do Codex volta a ser enviada: ela ficava presa como enfileirada e nunca chegava ao agente — tanto escrita durante a resposta quanto depois do turno terminar.
A conversa do Codex reaberta volta com o histórico dela: quem estava com uma versão recente do Codex via a conversa nascer vazia ao reabrir, mesmo com o agente lembrando de tudo.
Imagens e arquivos anexados a um turno do Codex continuam na conversa depois de recarregar, e um turno que é só a imagem colada não desaparece mais.
Direcionar o Codex quando o turno já acabou não passa mais por direcionamento: a mensagem é enviada e a conversa diz que ela saiu como uma mensagem nova, em vez de o gesto sumir sem efeito.
Parar o Codex no instante em que o turno está começando não diz mais que parou: a conversa avisa que a parada ficou registrada e vale assim que o turno existir.
Retomar no Chat uma conversa gravada em outra conta do Codex agora avisa, em vez de abrir a conversa antiga na tela e falhar no primeiro envio.
O painel de servidores MCP só mostra religar e ligar/desligar onde a ação de fato acontece: na conversa do Claude os botões religam e ligam/desligam o servidor, e onde isso ainda não existe o botão deixa de aparecer — a lista e o estado de cada servidor continuam à vista.
Continuar uma conversa em outro agente funciona de ponta a ponta: a conversa de origem vai inteira e de verdade, confirmar o recebimento vem antes de enviar, e a tela só diz "enviado" quando o destino confirma.
Quando não é possível continuar a conversa no destino escolhido, a tela diz isso na hora, em vez de ficar parada em "preparando" para sempre.
Dois cartões com o mesmo nome não se confundem mais no Canvas: o segundo Claude nasce como "Claude 2", criar ou renomear com um nome que já existe avisa e recusa, e nomes repetidos que já estavam salvos ganham um número — (1), (2) — ao carregar, sem perder nenhum cartão.
Desinstalar o Elyra no Windows não apaga mais as skills dos assistentes nem os backups delas: uma skill que você editou fica como está.
Remover o pacote do Elyra no Linux não apaga mais as skills dos assistentes nem os backups delas: uma skill que você editou fica como está.
O botão de agentes da barra superior aparece no idioma escolhido, e não mais em inglês.
Mudança feita no Canvas pela linha de comando não é mais desfeita pela janela aberta do Elyra.
Criar, duplicar e apagar nota no Canvas avisam quando o arquivo da nota não pôde ser criado ou apagado: o aviso diz o que ficou por fazer e o motivo recebido, e ao fechar uma nota cujo arquivo não saiu, diz onde esse arquivo continua. Em workspace remoto por SSH, o aviso diz que as notas ainda não são gravadas lá.
A primeira nota do Espaço no app volta com o texto depois de abrir outro projeto: antes o cartão aparecia como não encontrado, embora o arquivo continuasse na pasta de notas.
As conversas do Codex e do Grok voltam a funcionar do primeiro ao último envio: a primeira mensagem de uma conversa nova não é mais recusada, a sua própria mensagem aparece na hora no Grok, e reabrir o app não deixa mais a conversa recusando tudo em silêncio.
O compositor do Codex para de dizer "1 na fila" para sempre: o fim de cada turno conclui a mensagem entregue e libera a próxima, inclusive quando o turno termina em erro — antes a resposta chegava na tela e a conversa continuava travada.
Um turno recusado pelo servidor termina na hora, em vez de deixar a conversa girando: o aviso diz o que aconteceu e pode ser aberto para ler a explicação inteira, no Codex, no Grok, no OpenCode e no Verboo.
A sua pergunta continua na conversa do Codex depois de enviada, inclusive ao reabrir o app — antes ela sumia e só a resposta ficava.
A conversa do Cursor mostra quando ele está trabalhando: a barra da esquerda acompanha o turno com o assunto da sua mensagem, avisa quando ele termina e para de girar se a conversa cair — antes o turno rodava invisível fora da tela.
A mensagem escrita enquanto o Cursor responde agora espera na fila: ela aparece como "na fila", sai quando o turno termina — uma por turno, na ordem — e deixa o cartão no instante em que é enviada; se a fila falhar, a conversa avisa em vez de prender a mensagem em silêncio.
O seletor de modelos do Grok mostra todos os modelos, inclusive os que você criou com o grok build, e já vem com o que o CLI está usando de verdade — antes ele oferecia dois e apontava um que a assinatura nem cobre.
A conversa do Grok para de dizer "1 na fila" depois de responder: o Grok fecha o turno sem devolver a chamada do envio, e a mensagem já entregue ficava marcada como pendente para sempre.
A conversa do Grok não enche mais de avisos amarelos: as atualizações internas do CLI (modelos, MCP, resumo do turno, hooks) deixam de virar "atualização que o Elyra ainda não sabe exibir" — seis por turno, para informação que não é erro nenhum.
O seletor de modelos do OpenCode volta a ter modelos — e já vem preenchido quando a conversa abre, sem precisar esperar o agente responder: nomes de modelo com espaço sobrando, que alguns provedores publicam, derrubavam a lista inteira.
Modelo com barra no nome pode ser escolhido na conversa do OpenCode (como os do 9router): antes ele aparecia na lista e a troca era recusada.
Escolher um modelo na conversa do OpenCode volta a valer: a escolha era recusada sempre, e o primeiro envio depois dela também — a mensagem ficava parada no compositor.
A conversa do OpenCode deixa de dizer "falhou o envio" para uma mensagem que chegou: o recibo do primeiro envio traz o identificador da sessão que acabava de nascer, e a tela o recusava por ainda não conhecê-lo.
O pedido de autorização do OpenCode volta a aparecer: um padrão vazio no pedido do agente descartava o cartão inteiro, e o agente ficava parado esperando uma resposta que a tela não tinha como dar.
O cartão de autorização some depois de respondido: ele continuava na tela, com os botões ativos, mesmo sem nenhuma pendência do lado do agente.
A fila do OpenCode volta a drenar: a entrega ficava presa em "incerto" e a mensagem seguinte nunca era despachada, mesmo com o turno já terminado.
Os resultados estruturados do OpenCode carregam: todo cartão da conversa dizia "Não foi possível carregar os resultados estruturados".
O primeiro envio de uma conversa não é mais recusado logo depois de ela abrir.
O aplicativo não falha mais ao abrir por causa dos controles da conversa do Claude.
O aplicativo volta a abrir: a leitura da pasta de sessões do Grok acontecia cedo demais na subida e derrubava o app antes de a janela existir.
O resultado de cada resposta do OpenCode passa a aparecer: a conversa mostra o que o turno custou e, quando algo falha, o motivo com o próximo passo.
A conversa do OpenCode mostra quanto tempo o agente pensou antes de responder, quando o provedor informa o começo e o fim do raciocínio.
Os subagentes acionados na conversa do OpenCode aparecem na faixa de agentes com o nome da tarefa que os criou.
Imagens e arquivos que o agente devolve aparecem na conversa do OpenCode, inclusive depois de fechar e reabrir o app.
Pedidos de autorização do OpenCode acendem o aviso de atenção do app, para você não deixar um agente parado esperando sem perceber.
A conversa do OpenCode diz o que aconteceu quando a entrada na conta não é confirmada, em vez de o botão não fazer nada.
A sua pergunta continua na conversa do Hermes depois de enviada, inclusive ao reabrir o cartão — antes os anexos sumiam do balão e um envio vazio deixava um balão fantasma.
Sem o CLI do Hermes instalado, a conversa diz isso em português e guarda o aviso, em vez de falhar sem explicar e perder o erro ao reabrir o cartão.
O Elyra não deixa mais uma porta aberta para a sua rede local: com o app aberto, outros aparelhos da rede não conseguem mais tentar se conectar a ele.
O terminal de um projeto em outro computador não congela mais depois de um tempo sem uso: quando a conexão para de responder, o Elyra mostra o aviso de reconexão e retoma o terminal sozinho em segundos, com o histórico preservado.
Removido
Os comandos `gate-create`, `gate-list` e `gate-resolve` saíram da CLI: decisões seguem por orchestration send --type decision_gate e respostas por orchestration reply.
A coordenação automática de tarefas saiu: mensagens de conclusão continuam chegando, mas não concluem tarefas nem aplicam critérios de aceite.
Os comandos de orçamento saíram (budget-set, budget-show e budget-clear): combine e acompanhe os limites diretamente com a equipe por mensagem.
O comando `elyra orchestration dismiss` saiu: para encerrar o agente de um cartão, use elyra canvas close "<título>", que fecha o cartão e encerra a sessão, e deixa o workspace, a pasta e a branch como estão.
A opção `--inject` do `elyra orchestration check` saiu: o recado já chega no terminal de quem recebe; a leitura só mostra o que chegou.
Os comandos de tarefa saíram (task-create, task-list e task-update): o trabalho passa a ser combinado por mensagem direta ao agente, com elyra orchestration send.
Os comandos `dispatch` e `dispatch-show` saíram: entregar trabalho é mandar uma mensagem direta ao agente.
Os comandos `run` e `run-stop` saíram: o Elyra não inicia mais uma coordenação automática da equipe; conduza os agentes por mensagem.
Os comandos de regra saíram (rule-create, rule-list, rule-set e rule-delete).
As opções `--task-id`, `--dispatch-id`, `--files-modified`, `--report-path` e `--phase` do `elyra orchestration send` saíram, e o tipo dispatch deixou de ser aceito.
A opção `--tasks` do `elyra orchestration reset` saiu: use --messages para limpar o histórico de mensagens ou --all para limpar o que resta.
v0.0.13
12 de setembro de 2026
Adicionado
A barra superior abre a gaveta Agentes: todos os agentes do Elyra, de todos os projetos, agrupados por projeto e workspace, com o ícone de cada agente, o nome do cartão, busca e filtros. Ela abre mostrando quem está trabalhando no projeto atual, e o ícone fica âmbar e treme uma vez quando alguém passa a esperar você.
Sugestões podem ser enviadas pelo menu de ajuda: pessoas com uma conta ativa agora conseguem propor melhorias sem sair do Elyra e recebem uma resposta clara se o envio não puder ser concluído.
Terminais SSH podem continuar disponíveis no servidor com tmux: a opção fica desligada por padrão em cada host, reencontra somente as sessões criadas pelo Elyra e avisa como instalar o tmux quando ele não estiver disponível.
Arquivos e pastas podem ser arrastados do sistema para a árvore de arquivos, inclusive em workspaces SSH, com destino destacado, escolha segura em conflitos, progresso e cancelamento sem deixar cópias pela metade.
O Canvas ganhou uma view de camadas: um botão na barra lista todos os cartões daquele Canvas com o estado de cada agente, e clicar em um leva a tela até ele — o mesmo movimento que agora acontece sozinho quando você coloca um arquivo no Canvas.
O Elyra pode acordar o orquestrador quando um cartão filho termina o trabalho: a opção fica desligada por padrão e avisa somente agentes acordáveis ligados ao cartão, inclusive por uma cadeia de ligações no mesmo workspace.
O Elyra pode manter o computador ligado enquanto o aplicativo estiver aberto: o ajuste nasce ativado, continua valendo com a janela minimizada ou na bandeja e permite que a tela apague normalmente.
Alterado
A tela Conversa oferece só o Claude por enquanto: os outros agentes saíram da nova conversa e do histórico da Conversa enquanto ficam mais estáveis, e continuam disponíveis no Terminal.
Abrir as telas Terminal e Conversa não cria mais um terminal ou uma conversa sozinho: sem nada aberto, a tela mostra o estado vazio com o botão para criar.
Clicar num agente do Canvas, pela gaveta ou pelas camadas, leva ao cartão enquadrado na tela, como "Focar no selecionado"; as camadas também mostram o ícone do agente e sempre o nome do cartão.
O prazo para encerrar workspaces inativos agora pode ser escolhido nos Ajustes: há opções de 7, 30 ou 90 dias, além de Nunca.
Mensagens entre agentes chegam enquanto o destinatário ainda está trabalhando: o terminal enfileira o recado imediatamente, preservando a ordem e evitando entregas duplicadas.
Blocos de mensagens da CLI ficaram mais legíveis: nome do cartão, assunto, corpo e comando de resposta aparecem em uma estrutura única e estável, inclusive quando várias mensagens chegam juntas.
O menu “+” do Terminal ficou mais organizado: shells, agentes e superfícies aparecem em grupos claros, com rótulos curtos e sem remover nenhuma opção.
Terminais novos abrem com espaço para cerca de 122 colunas e 35 linhas: agentes TUI ganham largura e altura úteis sem depender de redimensionamento manual.
Mensagens de orquestração aceitam até 30 KB antes de truncar: acima do limite, o aviso informa exatamente quanto conteúdo foi omitido.
Editar um workspace ficou restrito ao seu nome: vínculos de issue, pull request e anotações que não pertenciam ao diálogo foram removidos.
O estado dos projetos fica visível sem passar o mouse: a bolinha e o indicador giratório de trabalho aparecem tanto na barra lateral expandida quanto na recolhida.
Corrigido
A tira de mensagens em fila só mostra o que está mesmo em fila, sem cartões fantasma nem "0 anexo(s)" em mensagem que tem texto.
Uma falha ao carregar a conversa deixa de ser anunciada como falha ao enviar, com aviso que diz o que realmente aconteceu.
Agentes não criam mais cartões, conversas, abas ou dispositivos escondidos em outra tela ou workspace: cada criação permanece visível na superfície de origem, e focar um terminal leva até o cartão no Canvas ou troca para a aba correta no Terminal.
Mensagens entre agentes ficam restritas à cadeia conectada do projeto atual: recados de outro projeto ou de um agente sem ligação são recusados antes de chegar à caixa e executar.
O Terminal deixa de cancelar colagens quando o foco continua no mesmo cartão, e muitos terminais organizados para baixo quebram em linhas conforme o espaço visível: a troca real de terminal continua bloqueada e criar novos cartões nunca é impedido.
Cartões do Canvas deixam de aparecer em outros projetos: cada cartão permanece no projeto em que foi criado, e perfis anteriores são reorganizados sem apagar conteúdo.
A visualização lateral agora abre imagens com zoom, explica binários sem preview e os editores preservam as teclas digitadas mesmo com atalhos globais ativos, em vez de recusar arquivos, deixar a área vazia ou salvar texto mutilado.
Notas com arquivo ausente ou ilegível não aparecem mais vazias e editáveis: o cartão bloqueia qualquer gravação, explica o problema e permite tentar a leitura novamente sem arriscar sobrescrever conteúdo.
Cartões novos deixam de se sobrepor antes da primeira medição do Canvas: o espaço ocupado agora considera o tamanho real de cada tipo desde o nascimento.
Terminais fora da área visível liberam o corpo em até um minuto: a pintura continua suspensa imediatamente e o conteúdo pesado deixa de permanecer montado por cinco minutos.
Trocar a branch não muda mais o nome nem o endereço dos dados do workspace: notas que ficaram em uma pasta antiga são recuperadas sem apagar nem sobrescrever os arquivos originais.
A leitura de terminais com agentes mostra a tela atual em vez de acumular animações: o texto bruto continua disponível em JSON e nas leituras incrementais com cursor.
Mensagens para um orquestrador agente não ficam mais esperando um Enter humano: coordenadores com agente vivo e o Cursor recebem a submissão automaticamente, enquanto shells sem agente continuam protegidos.
Comandos destrutivos da CLI deixaram de anunciar efeitos que não aconteceram: fechar abas, cartões, terminais e emuladores agora distingue sucesso, ausência de alvo e falha parcial.
O terminal não mostra mais um aviso falso ao reabrir uma aba como shell: a aba reabre normalmente, sem interromper o trabalho.
A menção `>` funciona depois de texto e na posição do cursor: o conteúdo antes e depois é preservado, sem abrir a lista no meio de palavras ou em redirecionamentos completos do shell.
Trocar de tela no projeto não deixa mais o workspace sem carregar: as telas pararam de entrar em laço de atualização enquanto o projeto ainda abre, e a que mesmo assim falhar avisa o que houve e volta sozinha quando você muda de tela, em vez de derrubar o projeto inteiro.
As abas do Terminal não derrubam mais a tela ao abrir menus ou renomear, inclusive trocando muito de aba em workspaces remotos.
As ligações do Canvas podem voltar a avisar os agentes sem despejar conteúdo: o aviso configurável informa em uma linha o que foi ligado e como acessar, tanto ao arrastar o fio quanto ao usar elyra canvas link.
A descrição dos itens do Quadro deixa de ter um espaço interno exagerado: o texto agora aproveita melhor a área do cartão nos temas claro e escuro.
A barra lateral mostra o nome do cartão do Canvas: ao renomear um cartão, a linha correspondente muda na hora em vez de continuar exibindo o nome antigo da sessão.
A linha de comando volta a listar aplicativos e janelas abertos: os comandos que nunca conseguiam concluir agora encontram os alvos normalmente.
Escrever em um campo deixa de confirmar algo que não aconteceu: quando o Elyra não consegue conferir o texto, o resultado explica que a ação não foi verificada.
Clicar em um campo e colar em outro aplicativo passa a funcionar como uma só ação no Windows: foco, clique e atalho acontecem juntos, e o Elyra só confirma quando consegue reler o texto colado.
A mensagem que você envia chega inteira ao agente, mesmo com anexos grandes: o texto e os arquivos são preparados e conferidos antes de entrar na fila, e a fila sobrevive ao fechamento do app.
O resumo de cada turno reaproveita o que não mudou: trocar de conversa descarta o resumo guardado, e o idioma acompanha a interface.
Voltar para um ponto da conversa do Claude volta a funcionar: a conversa dizia não ter gravação no disco mesmo com a gravação lá, quando o Claude Code gravou no home dele e o Elyra procurava só no diretório da conta.
v0.0.12
10 de setembro de 2026
Adicionado
O agente de um host SSH agora recebe as skills do Elyra ao conectar: elas são instaladas no host na primeira conexão e atualizadas nas seguintes; se alguma não entrar, o cartão do host diz qual e o que fazer.
Alterado
O envio de mensagens nos terminais locais acompanha o estado da sessão: quando o modo de colagem é conhecido, o Enter espera a saída se estabilizar, com limite de espera; conexões SSH mantêm o comportamento anterior.
Os agentes encontram instruções mais curtas e organizadas por tarefa: as skills do Elyra passam a distinguir workspace de git worktree com receitas completas, evitam instruções duplicadas de coordenação e descrevem os comandos reais do emulador.
A letra inicial virou o símbolo padrão do projeto: projeto novo e "voltar ao padrão" mostram a inicial colorida em vez da foto do GitHub, que continua a um clique nas configurações. Quem já tem foto ou ícone continua vendo o que gravou — a barra agora mostra o símbolo gravado em vez de trocar pela inicial.
A lista de workspaces mostra só os seus workspaces. Pastas criadas com git worktree add deixam de aparecer nela e passam a viver na tela Git, aba Worktrees; um aviso único diz quantas saíram, e nada é apagado do disco.
Criar uma worktree na tela Git não registra mais um workspace sozinho: a caixa "Abrir como workspace" nasce desmarcada, e só marcada é que a worktree também entra na lista de workspaces.
Corrigido
O texto de agentes em tela cheia não se sobrepõe mais no terminal, mesmo quando o tamanho final do terminal chega depois do carregamento das fontes ou do layout.
Um agente local não consegue mais assumir outro cartão copiando o ambiente dele no Linux ou macOS: o Elyra confirma também a conexão e a árvore do processo antes de aceitar a identidade.
Os cartões mantêm a mesma identidade ao trocar de tela: voltar ao Canvas preserva o endereço e o histórico do terminal, e processos não podem assumir outro cartão apenas copiando seus identificadores.
Atualizações contínuas voltam a chegar aos agentes autorizados: elas não param mais depois da primeira leitura.
Quem cria uma nota pelo terminal pode desfazer a própria criação: o cartão continua protegido contra fechamento por outros agentes.
Arquivos abertos ao lado do inspetor agora têm busca no texto: Ctrl+F (Cmd+F no macOS) ou o novo ícone de lupa abre a busca com destaques, contador e navegação entre ocorrências.
O Navegador não herda mais páginas abertas em cartões do Canvas: sem uma aba própria, a tela mostra o convite para abrir uma página em vez de uma aba fantasma preta.
A marcação do apontar-e-pedir não fica mais presa no Navegador: ela desaparece ao enviar, cancelar, trocar de aba, navegar ou fechar o painel.
Continuar em outro agente agora pergunta onde abrir a nova sessão: é possível escolher a tela Conversa, a tela Terminal ou o Canvas, com cartão de conversa ou de terminal; destinos incompatíveis com o agente ou o host não são oferecidos.
Agentes respeitam as ligações do Canvas: cartões só leem e controlam alvos ligados; fora do Canvas, o controle fica no workspace e preserva as exceções de notas e arquivos.
O terminal deixa de acumular rastros do mouse depois que um agente encerra sem limpar seus modos de entrada: o rastreamento abandonado é desligado assim que a morte do processo é confirmada.
O terminal deixa de imprimir rastros do mouse sobre uma interface de agente ainda aberta: ao confirmar uma rajada desses relatórios ecoados, o Elyra desarma somente o mouse daquele terminal e preserva o processo em execução.
As ajudas de orquestração começam pelo terminal: os guias do Canvas apontam para criar terminal e o convite para montar uma equipe pede cartões de terminal nos seis idiomas.
Os links do terminal deixam de trocar de workspace: caminhos seguem a abertura normal de arquivos e pastas, e as dicas de clique acompanham o idioma e os atalhos do sistema.
Japonês, coreano e chinês deixam de exibir português em 100 textos cada: corrigidas mensagens de uso e custos, notas para agentes e painel Git.
Mensagens já enviadas continuam confirmadas se o registro de acordadas falhar: o terminal e o chat informam a falha posterior separadamente, evitando que uma entrega aceita seja tratada como motivo para reenviar a mesma mensagem.
O acordador alcança os workspaces fora da tela e respeita a entrega declarada pelo agente: trabalho novo volta a habilitar a acordada, e mensagens com várias linhas chegam juntas aos agentes compatíveis.
A CLI do emulador agora lista sessões Android junto das iOS e explica falhas de consulta; instalação, abertura de aplicativos e permissões informam o resultado real, e o logcat aceita filtros repetidos por tag e prioridade.
A imagem do símbolo do projeto agora aceita até 1 MB, e o aviso fala português: o limite subiu de 256 KB e, quando o arquivo passa do tamanho ou não é PNG, a mensagem aparece traduzida em vez do erro técnico em inglês.
Trocar o símbolo do projeto reflete na barra lateral: a foto ou o ícone escolhido aparece no cabeçalho com a barra aberta e na tira com ela recolhida — antes a barra mostrava só a letra.
Cada workspace da barra lateral abre e fecha a própria lista de itens: terminais, conversas e notas de qualquer workspace (não só do aberto) expandem e recolhem com a escolha guardada entre sessões.
A ordem dos workspaces é sempre alfabética: o workspace aberto fica no lugar dele em vez de pular para o topo, e o arraste para reordenar saiu da barra — a preferência antiga continua guardada para um retorno futuro.
Voltar a um projeto retorna ao mesmo workspace: sair e voltar não cai mais no workspace de atividade mais recente; se ele foi apagado, abre o primeiro da lista.
A worktree criada sem workspace continua fora da lista depois de reiniciar o app. A escolha ficava valendo só até o próximo boot, quando a pasta voltava sozinha para a lista de workspaces; quem já passou por isso volta ao normal na primeira abertura, sem perder nada.
A worktree que você trouxe para a lista continua nela. Quem usou o antigo botão "Trazer para a lista" mantém a pasta na lista de workspaces e no Cmd+J, com as abas e as notas — quem nunca a trouxe continua encontrando-a só na tela Git.
`--path` relativo em `elyra workspace create` passa a valer a partir da pasta do projeto, como sempre esteve documentado, em vez de criar uma pasta vazia onde o app estivesse rodando.
Ligar um cartão a um agente não avisa mais o agente: a ligação é só a linha no Canvas — nenhum recado na caixa de entrada, na conversa ou no terminal, em nenhum dos dois caminhos (arrastar o fio ou elyra canvas link).
Pesquise dentro das notas com Ctrl+F (Cmd+F no macOS): a barra procura o texto do cartão, mostra “N de M”, destaca cada ocorrência e rola até ela, ignorando acentos.
Ctrl+F (Cmd+F no macOS) respeita o foco no Canvas: com o cursor na nota, abre a busca da nota; o Buscar na página do navegador só captura com o foco nele — com dois cartões de navegador, só o dono do guest focado abre.
O cartão de terminal que não consegue abrir a sessão passa a dizer por quê, em português e com o que fazer a seguir, além de um botão para tentar de novo — antes ele ficava preto e mudo para sempre, e o aviso do erro ficava numa parte da tela que ninguém via.
O Espaço volta a abrir terminal quando a pasta existe mas o registro ainda não chegou: era o caso de quem já usava o Elyra e abriu um perfil novo na mesma máquina, e o terminal era recusado sem explicação.
O terminal recém-aberto volta a mostrar o prompt: o convite para montar uma equipe passou para o cabeçalho do cartão; antes ele era uma faixa por cima das primeiras linhas, e escondia justamente o prompt que acabara de aparecer — o cartão parecia preto e travado, com a sessão viva por baixo.
O mesmo convite parou de esconder o começo da conversa nos cartões de conversa, pelo mesmo motivo.
O nome do cartão continua legível quando ele está estreito: o convite para montar uma equipe fica só no ícone nos cartões médios e some nos mais estreitos, em vez de tomar a barra de título — ele volta sozinho quando você alarga o cartão.
O terminal que não abre porque a pasta sumiu agora diz isso em português, uma vez só, e oferece Tentar de novo: antes aparecia o nome interno do erro em inglês, repetido duas vezes, e a única saída era relatar a falha — quem restaurava a pasta não tinha como voltar.
O terminal volta a usar a placa de vídeo depois de um tropeço enquanto estava fora da tela: antes ele ficava desenhando pelo caminho lento até você trocar de tela.
`>` volta a listar os cartões no terminal depois de usar histórico ou colar: a lista agora olha a linha de verdade em vez de contar teclas, então navegar no histórico ou colar texto não quebra mais o atalho — nem abre a lista no meio do comando.
Esc com o cartão maximizado fecha a lista, sem desmaximizar: antes o cartão voltava ao tamanho normal e a lista ficava aberta.