Elyra ADE

Changelog

Veja o que mudou em cada uma das últimas versões do Elyra. Quem já tem licença baixa a mais recente em sua conta.

v0.0.15

30 de setembro de 2026

Adicionado

  • Se o Elyra fechar inesperadamente, ele reabre sozinho: os terminais e os agentes continuam rodando durante a queda, e um aviso no seu idioma explica o que aconteceu.
  • O despertar dos agentes pode ser ligado ou desligado em cada cartão, no submenu Despertar do menu do cartão, e a mensagem pode ser personalizada ali, pelo comando de configuração ou pelo próprio agente com elyra wake message --set "texto" (--reset volta ao padrão).
  • Com muitos terminais abertos, o Elyra minimiza os cartões sozinho: passou de 60 terminais, os cartões com sessão são minimizados (menos quem está com agente trabalhando ou com a pessoa em cima), e voltam ao clicar ou quando o agente recomeçar a trabalhar.
  • Ajustes mostra Antes de desinstalar: o que fica no computador e um botão para desligar os ganchos e limpar o que continua intacto, antes de remover o app.

Alterado

  • Um agente lê a tela de outro só pelo nome: elyra terminal read "Nome" mostra o que aquele agente tem na tela agora.
  • Os agentes chamam uns aos outros pelo nome que aparece no cartão.
  • Os guias que o Elyra instala para os agentes ficaram mais curtos: um apresenta o app inteiro, outro ensina o trabalho em equipe, e os agentes passam a ler a saída em texto em vez de pedir dados brutos.
  • Se você voltar para uma versão anterior, o despertar de cada cartão volta ao padrão ao salvar o Canvas, e a permissão de orquestrador volta a seguir o papel do cartão.

Corrigido

  • Cartões de terminal não perdem mais o conteúdo ao sair da vista: nenhum cartão tem o terminal destruído enquanto a sessão vive, e a volta não percorre mais o histórico inteiro. Com histórico muito grande e saída contínua, a volta ainda pode levar alguns segundos.
  • Voltar ao Elyra depois de usar outro programa não deixa mais o terminal preto: ao retornar, a tela do terminal é redesenhada mesmo quando o sistema ainda a considera escondida, sem precisar recarregar.
  • Depois de uma queda, reabrir o Elyra não duplica o shell do cartão: o terminal volta ao mesmo shell de antes, em vez de ganhar um vazio extra com o agente escondido no antigo.
  • Terminais do pi e do OMP voltam à conversa anterior quando o Elyra é reaberto, em vez de ficar apenas no shell (sessões iniciadas a partir desta versão).
  • Uma nota cujo arquivo sumiu do disco pode ser fechada: o cartão sai do Canvas sem aviso de erro, e a confirmação diz que só o cartão será removido.
  • Cartões de terminal fora da área visível aguardam cerca de cinco minutos antes de estacionar, evitando remontagens ao navegar brevemente pelo Canvas.
  • Relatos escritos sem falha capturada mostram o começo da descrição, em vez de receberem todos o mesmo título.
  • Desinstalar o Elyra no Windows remove as skills que ele instalou, quando continuam iguais ao original; skills que você editou permanecem no computador. Se a limpeza não terminar, um aviso diz que nem tudo saiu.
  • Desinstalar o Elyra no Windows remove também as extensões que ele instalou para os agentes, quando continuam iguais ao original; extensões editadas, de terceiros ou de outra instalação permanecem no computador.
  • Desinstalar o Elyra no Windows remove também os scripts de gancho intactos, quando continuam iguais ao original; scripts editados ou de terceiros ficam. Arquivos usados por outra instalação do Elyra permanecem até a última saída.
  • Remover o pacote do Elyra no Linux agora avisa o que ficou para trás e como tirar à mão (skills, ganchos e extensões); atualizar o pacote continua sem tocar em nada. Computadores remotos acessados por SSH precisam de limpeza à parte.
  • O aviso de processos restantes usa a quantidade e o monitor do sistema corretamente no Windows, macOS e Linux.
  • Instalar os hooks do Hermes e do Kimi não mexe mais no resto da sua configuração: comentários e formato do arquivo são preservados, e as permissões do arquivo continuam as mesmas.
  • A saída em formato de dados da linha de comando vem pura: com --json, avisos e diagnósticos saem no canal de erro, e o resultado continua legível por scripts.
  • O filtro por pasta da linha de comando encontra o workspace no Windows, mesmo quando o caminho vem abreviado pelo sistema.
  • Os atalhos Ctrl/Cmd + número respeitam os tipos de cartão escolhidos em cada workspace: itens fora do filtro não entram na numeração, e a seleção continua após reabrir o aplicativo.
  • Organizar os cartões respeita o sentido escolhido sem empilhar todos numa coluna, e mantém as notas na posição em que foram deixadas.
  • O X e as ações dos cartões continuam clicáveis com o Canvas afastado.
  • As mensagens entre cartões chegam na hora, mesmo com o agente ocupado: o envio cola e confirma na hora; se o destino estiver sem agente, a mensagem fica na fila e o envio avisa.
  • A barra Arquivos avisa quando não consegue copiar um caminho, em vez de deixar a falha passar em silêncio.
  • Depois de uma falha da interface, o agente consegue reencontrar cartões pelo nome, mesmo quando o endereço da própria sessão mudou com o terminal ainda vivo.
  • Ler pelo nome de um cartão volta a encontrar o terminal certo, inclusive ao pedir o histórico inteiro, sem exigir que a pessoa copie o endereço da sessão.
  • Declarar uma entrega interrompe os despertares até chegar trabalho novo: informes de andamento não reativam o aviso, e ele não é enviado a terminais sem agente.
  • Marcar um cartão como orquestrador não troca seu papel nem suas instruções: a marcação continua funcionando mesmo sem o papel padrão.
  • A conexão SSH tenta recuperar uma compilação interrompida dos terminais, sem apagar a instalação existente.
  • O envio por SSH consegue substituir um arquivo existente em servidores OpenSSH, permitindo retomar a instalação incompleta da conexão sem apagar antes os arquivos anteriores.
  • Consultar os modelos do Codex não abre mais uma janela de erro do aplicativo quando ele não consegue iniciar: a falha é informada na conversa, com orientação para conferir a instalação e a pasta do projeto.
  • Comandos em segundo plano não abrem mais janelas de terminal no Windows: consultas e sondas passam a rodar ocultas; só os editores de terminal continuam com janela, de propósito.

Removido

  • Os ambientes descartáveis por workspace saíram do Elyra: o elyra.yaml antigo com essa seção continua abrindo normalmente, só que ela é ignorada; as opções e os comandos de receitas deixaram de existir.
  • O guia de ambientes por workspace saiu dos agentes, junto com as receitas; a cópia instalada pelo Elyra é removida na atualização, e uma pasta sua com o mesmo nome fica intocada.

v0.0.14

26 de setembro de 2026

Adicionado

  • A barra lateral mostra quantas sessões estão abertas em cada tela: passar o mouse sobre Canvas, Conversa ou Terminal diz quantas abas e cartões estão abertos em cada tela, no workspace ativo; sem nada aberto, fica só o nome da tela.
  • O que um assistente delegado do Verboo fez aparece como conversa própria: dá para abrir o trabalho dele e ler as mensagens, em vez de ver só a contagem.
  • Dois dedos no trackpad e a roda do mouse movem o Canvas, e Shift + roda move na horizontal; a pinça e Ctrl/Cmd + roda dão zoom. Sobre o conteúdo de um cartão, a rolagem continua rolando o cartão. Quem prefere o jeito antigo escolhe "Rolar dá zoom" em Ajustes → Aparência.
  • Grupos de projetos na barra lateral: arraste um projeto sobre outro para criar um grupo, solte sobre um grupo para pô-lo dentro, e recolha, renomeie, troque a cor ou apague o grupo pelo clique direito; apagar um grupo nunca apaga pasta do disco.
  • Agentes de projetos do mesmo grupo conversam entre si e podem criar e organizar grupos pelo comando elyra group.
  • `elyra canvas create terminal --cwd <pasta>`: um agente no Canvas cria outro agente já dentro de uma pasta escolhida, como a worktree de um trabalho em paralelo. A raiz do disco é recusada. A pasta precisa existir: se ela não existir quando o terminal iniciar, ele abre na pasta do workspace e avisa isso nas primeiras linhas.
  • Os agentes passam a responder no seu idioma: as instruções que o Elyra distribui dizem para falar no idioma da pessoa, e o idioma configurado no app — ou o do sistema, quando a interface está em "Sistema" — fica visível na linha de comando para o agente usá-lo.
  • Na conversa do Codex dá para voltar a uma mensagem anterior: a conversa encolhe até aquele ponto; os arquivos no disco não mudam.
  • Dá para direcionar o Codex no meio do turno, depois que ele já começou a responder.
  • No histórico do Codex dá para criar uma derivação da conversa inteira, sem apagar a original. O corte a partir de uma mensagem específica ainda não está disponível.
  • Quando o Codex pede autenticação, a conversa oferece entrar na conta, sem ir às Configurações.
  • Na conversa do Hermes dá para escolher o perfil do agente: /profile lista os perfis da máquina com o endereço de cada um e qual está em uso, e /profile <nome> troca — cada perfil tem as próprias credenciais, memória e histórico, então a conversa começa nova e o perfil escolhido fica guardado no cartão.

Alterado

  • Sua máquina reorganizada: clicar num assistente mostra os limites e o consumo dele na mesma tela, e o visual ficou mais limpo e consistente com o resto do app.
  • As conversas dos assistentes que ainda estão em desenvolvimento ficam atrás de uma chave em Ajustes → Experimental, que nasce desligada: o Claude e o Codex continuam sempre disponíveis, e ligar a chave traz Cursor, Hermes, pi, Verboo e Antigravity para o seletor de nova conversa, sem apagar nenhuma conversa.
  • Os avisos do app aparecem no centro, embaixo, e sobem da borda da tela: cantos mais arredondados, ícone centrado e uma sombra na cor do aviso no lugar da faixa lateral; com o ditado ligado, eles sobem para não ficar atrás dele.
  • O relato de erro da interface passa a levar os nomes das partes da tela onde o erro aconteceu: só os nomes internos dos componentes, sem caminhos de arquivo, nome de usuário, conteúdo de terminal ou de projeto.
  • A lista de assistentes do seu computador se atualiza sozinha: com o Elyra aberto, um assistente instalado ou removido aparece em até 10 minutos, sem precisar clicar em Buscar de novo; com a janela minimizada ou oculta, a verificação não roda. Em workspaces SSH, a atualização continua sob demanda.
  • Mover uma coluna do quadro de trabalho pela linha de comando agora exige a posição nova: sem ela, o comando recusa e explica, em vez de levar a coluna para o início sem avisar.
  • A busca e os filtros de Camadas ficam recolhidos atrás de um ícone discreto; o botão de filtro indica quando um tipo de cartão está selecionado.
  • Em Ajustes, cada opção foi para o seu lugar: Minimizar cartões sem uso agora fica em Orquestração, e Energia abre a seção Avançado.
  • Mensagens em terminais SSH ficam disponíveis para consulta quando não é possível confirmar se o agente ainda está aberto: o texto não é colado automaticamente no terminal; quem recebe pode consultá-lo com elyra orchestration check.
  • O link de tarefa saiu do terminal e das linhas de agente: identificadores de tarefa deixam de virar atalho clicável no terminal, e as linhas de agente deixam de se agrupar pela tarefa que as despachou. O agrupamento dos subagentes de um mesmo agente continua. O título automático da aba ainda pode usar o nome da tarefa.
  • Mensagens entre agentes chegam em uma linha só: o recado no terminal de quem recebe agora é (nome do cartão) - mensagem, com o texto logo abaixo, sem cabeçalho de origem nem separadores que inchavam a tela.
  • Prioridade e dados internos de uma mensagem deixam de aparecer no texto: continuam guardados e visíveis para quem lê a mensagem em formato de dados, para encurtar o que chega na tela.
  • No terminal de uma pessoa o recado é escrito, mas não é enviado sozinho: o Enter continua sendo seu — um envio automático poderia executar algo que você tinha começado a digitar.
  • O site e a conta do Elyra agora ficam em elyra.sh: os endereços antigos continuam funcionando.
  • O Espaço virou um projeto comum na barra lateral: quem já guardava coisas nele continua vendo e abrindo o mesmo conteúdo de sempre; nada é movido nem apagado, e o Elyra não cria mais um Espaço novo sozinho.
  • Abrir o app sem nenhum projeto mostra a tela de primeiro projeto, sem criar mais nada sozinho: quem nunca criou um projeto escolhe uma pasta do computador ou clona uma URL, e quem já guardava coisas no Espaço continua vendo tudo como um projeto normal na lista.

Corrigido

  • O primeiro cartão de um Canvas vazio vira orquestrador sem receber um papel: ele ganha o poder de orquestrar, sem o texto de apresentação do papel enviado ao agente sozinho.
  • Quem está marcado como orquestrador é acordado mesmo sem o papel Orquestrador: apagar o papel padrão não desliga mais o aviso a quem coordena.
  • O ícone dos avisos do app fica centrado na caixa dele.
  • Trocar o agente de um terminal mostra o agente novo no mesmo cartão: o cartão não fica mais em branco nem preso no shell antigo depois da troca.
  • O Elyra não trava mais com vários terminais escondidos: uma aba escondida com um comando de início ainda por entregar entrava num vaivém que podia congelar a janela; agora o comando chega e a aba só é poupada depois.
  • Voltar a uma aba de terminal depois de retomar ou reiniciar não congela mais a tela.
  • Mensagem para um agente ocupado não se perde mais: ela é entregue assim que o agente termina o que estava fazendo.
  • Mensagens entre agentes podem ser enviadas pelo nome do cartão: o nome que aparece na tela basta como endereço, e renomear o cartão não desvia a mensagem para outro lugar.
  • Fechar o app à força logo depois de renomear ou remover um projeto não traz mais o quadro antigo de volta.
  • O botão Abrir a página de novo volta a abrir a ativação: na tela de ativar a licença, ele abre a página no navegador.
  • Terminais que você fechou param de voltar sozinhos: fechar um terminal (aba ou cartão) agora encerra a sessão de vez, e abrir o Elyra depois não reabre mais os que você fechou.
  • Ao atualizar, os terminais acumulados na tela Terminal são fechados uma vez, com os processos deles: um aviso diz quantos saíram. Os cartões do Canvas e as conversas continuam abertos.
  • Enquadrar tudo cabe muito mais cartões numa janela estreita com o painel Arquivos aberto: o zoom do Canvas agora afasta até 5%.
  • A primeira mensagem na conversa do Grok volta a ser enviada: o envio era recusado com um erro de fila desatualizada quando o assistente ainda não estava de pé.
  • Anexar imagem voltou a funcionar nas conversas dos assistentes que entraram agora: escolher ou colar uma imagem era recusado no envio nos cinco assistentes que passaram a abrir conversa.
  • Soltar uma imagem no campo de conversa anexa de verdade: o gesto era descartado em silêncio, em todos os assistentes.
  • Trocar de modelo no OpenCode funciona mais de uma vez na mesma conversa: da segunda vez em diante a tela dizia que não foi possível trocar, até fechar e reabrir a conversa.
  • Imagens enviadas ao OpenCode chegam ao modelo com o conteúdo correto: o anexo podia ser aceito na conversa e ainda assim encerrar o turno com erro. Quando o provedor recusa o formato, a conversa explica o motivo e oferece escolher outro modelo.
  • A conversa do Verboo não mostra mais "Enviando…" junto do "Pensando…" do assistente, e o aviso de turno terminado sem resposta não aparece mais para uma mensagem que está sendo enviada.
  • O Verboo abre a conversa com o modelo definido no CLI, mesmo antes de carregar a lista de modelos, respeitando a escolha da conversa que já estava aberta.
  • O Antigravity oferece instalar o que falta para conversar: quando o componente de conversa do assistente não está no computador, o cartão diz o tamanho do download e deixa instalar, cancelar, ou copiar o comando e o pedido para um agente fazer isso.
  • A conversa do Verboo volta a responder: o processo do assistente não subia pelo caminho normal de envio, e toda mensagem era recusada com "o processo da conversa não está de pé" — inclusive depois de entrar na conta e ao reabrir a conversa.
  • O cartão de entrar na conta do Verboo só aparece quando falta entrar: quem já estava com a conta ativa no computador continuava vendo o convite, e agora a conversa confere antes.
  • A conversa do Codex voltou a despachar a fila no macOS: o segundo envio e os seguintes ficavam "na fila" para sempre, mesmo com o agente parado, por causa do caminho da pasta de dados do sistema.
  • A mensagem enviada com o agente parado sai na hora, sem piscar como "na fila": numa conversa nova, a primeira mensagem aparecia por um instante como fila antes de virar bolha; agora ela sai direto, e a fila continua valendo para o que você escreve enquanto o agente responde.
  • A mensagem despachada sai do cartão de fila assim que o assistente a recebe: ela continuava desenhada ali até a resposta terminar.
  • Quando o Grok termina um turno com falha, a conversa mostra o motivo em vez de encerrá-lo como sucesso. Turnos sem conteúdo nem duração medida também deixam de exibir um tempo de trabalho inventado.
  • Reabrir ou maximizar o cartão do Grok não faz uma resposta encerrada voltar a parecer em andamento: o histórico reaparece sem reativar “Escrevendo”.
  • A conversa do Grok parou de mostrar o aviso de atualização desconhecida a cada resposta e de esconder esse aviso dentro do raciocínio: o recado que precisa ser lido fica visível na conversa.
  • O Antigravity mostra a verificação da conta ao abrir a conversa e depois da instalação: quando precisa de autorização, oferece entrar pelo navegador e cancelar a espera, sem abrir uma página de login só por consultar os modelos.
  • O seletor de modelos do Hermes agrupa por provedor: dá para distinguir dois modelos de mesmo nome vindos de origens diferentes.
  • O Verboo compacta o contexto quando você pede: o comando era recusado com a justificativa de que o assistente não compacta, e agora compacta de verdade.
  • A conversa do Verboo não fica mais presa em "trabalhando" quando o envio falha: a mensagem recusada vira um aviso em português dizendo para enviar de novo, e a sua pergunta continua no histórico.
  • Entrar na conta do Verboo passa a bastar para conversar: quem tinha feito login via a resposta morrer sem explicação, porque o assistente exigia a chave no ambiente para aceitar o turno. Agora a credencial guardada pelo próprio login é usada, e a conversa responde normalmente.
  • A conversa do Verboo avisa quando o contexto foi compactado e quando o assistente não teve permissão para uma ferramenta: o turno segue normalmente e a pessoa vê o que não rodou.
  • Parar a resposta do Verboo não derruba mais o processo da conversa: a conversa continua viva e a próxima mensagem responde na hora, sem esperar o assistente subir de novo.
  • A fila do Verboo continua avançando com várias mensagens pendentes: cada mensagem sai na sua vez, sem parar depois da segunda resposta nem mostrar falha de despacho para um envio válido.
  • Parar a conversa do Verboo não deixa mais processos rodando em segundo plano: o cancelamento encerra também o que o assistente abriu por conta própria — servidor de desenvolvimento, tarefa em segundo plano —, e não só a resposta que estava na tela.
  • O Verboo não recebe mais um nível de esforço que o modelo escolhido recusa: o degrau é descartado antes de virar comando, com aviso na conversa, em vez de seguir para o processo assim mesmo; e quando o assistente não responde sobre os modelos, a lista que aparece diz que é a guardada, em vez de se passar pela lista de agora.
  • Quando um turno do Verboo falha, a conversa diz o motivo: credencial vencida, processo que morreu no meio do turno e contexto estourado aparecem nomeados, cada um com o próximo passo, e um contexto estourado é retomado uma vez em vez de repetir em laço — antes, toda causa virava o mesmo aviso genérico.
  • Reabrir a conversa do Verboo não mostra mais os avisos internos do assistente como se fossem seus: as anotações que o assistente escreve para si mesmo deixam de virar bolha na conversa, e o que volta é só o que você escreveu e o que ele respondeu.
  • O aviso de conversa compactada no chat do Claude fica na conversa, também na volta à tela e depois de reiniciar o app.
  • Anexo recusado no chat diz o motivo e o que fazer, como o limite de tamanho, em vez de só "falhou o envio".
  • Imagem colada numa conversa do Claude por SSH chega ao agente.
  • Quando a conexão SSH do projeto falha, o chat do Claude diz que foi a conexão, com o motivo, em vez de mandar instalar o Claude Code.
  • Sem login no Claude, o chat mostra um só aviso, com o botão de entrar na conta, em vez de repetir o erro em três lugares.
  • O custo mostrado em cada turno do chat do Claude é o do turno, e não o total da conversa.
  • Links nas respostas do chat aparecem com cor de link.
  • O menu de comandos do chat do Claude não mostra comandos internos ou removidos, nem barra de rolagem lateral.
  • Enquanto espera aprovação, a ferramenta aparece como em andamento, e não como se já tivesse escrito o arquivo.
  • Nomes de modelo e tipos de tarefa do chat do Claude aparecem em português, como "contexto de 1M" e "Subagente".
  • A tela de abertura não mostra mais "Loading…" em inglês para quem usa o app em outro idioma.
  • `/clear` no chat do Claude começa uma conversa limpa em vez de retomar a anterior.
  • `/context`, `/usage` e `/cost` respondem no chat do Claude, inclusive antes da primeira mensagem, e o cartão de uso diz quando o plano não informa o consumo.
  • Esc para o turno em andamento no chat do Claude, e o turno parado por você fica marcado como tal.
  • Aprovar uma permissão não mostra mais um erro falso quando a resposta já foi aceita.
  • A tarefa em segundo plano aparece uma vez só, com a descrição que ela recebeu, sem duplicar a árvore de subagentes.
  • O mesmo erro não aparece duas vezes quando o chat já mostra o cartão de login.
  • Mensagens que chegam de outro agente ou da linha de comando entram na ordem certa da conversa e somem se o envio falhar.
  • Perguntas na fila não somem quando a sessão do Claude é encerrada por inatividade ou quando você para o turno.
  • Falha ao preparar a conexão SSH aparece no chat com o motivo, em vez de o agente parecer indisponível sem explicação.
  • Entrar no Claude por SSH abre a tela de login de verdade no host remoto.
  • Uma conversa nova não herda o aviso "falhou o envio" da anterior.
  • Quando o processo do Claude cai, a mensagem seguinte não some mais: ela fica no campo, com o aviso de que o envio falhou.
  • Conversas do Claude que davam "Erro" depois de reiniciar o app voltam a abrir, no próprio computador ou por SSH, com o histórico; e quando uma conversa não abre, a tela diz o motivo e oferece "Tentar de novo".
  • Reabrir o app não inicia mais o Claude escondido num terminal: as conversas do Claude eram retomadas por conta própria, fora da vista e sem pedir permissão para nada; agora só a conversa volta.
  • O diálogo de apagar workspace reconhece a pasta principal do projeto mesmo quando o Elyra perde a marca dela: oferece tirar o projeto do Elyra em vez de esquecer só o registro, e ela fica fora do apagar em lote.
  • Remover pelo Canvas um projeto remoto cuja pasta sumiu no servidor agora tira o projeto do Elyra, em vez de esquecer só o registro dele e deixar o projeto sem pasta.
  • A recusa de trocar o agente quando o terminal não confirmou a parada também sai em inglês na linha de comando.
  • Os avisos de encerramento incompleto de um terminal remoto (SSH), ao trocar o agente, saem em inglês na linha de comando, como o resto da CLI; na tela continuam no idioma do app.
  • A recusa de abrir um agente sem pasta de projeto, ou na raiz do disco, sai em inglês na linha de comando, como o resto da CLI; na tela continua no idioma do app.
  • Os avisos de copiar link no editor e de fechar todos os terminais aparecem em português para quem usa o app em PT-BR; antes saíam em inglês.
  • Trocar o agente de um terminal não abre um segundo agente quando o antigo não pôde ser encerrado: o Elyra avisa em português e mantém o terminal como estava, em vez de deixar dois agentes escrevendo no mesmo lugar.
  • O terminal que um agente abre para trabalhar fecha de verdade mesmo com o computador ocupado: sob carga, o encerramento podia terminar sem confirmar a morte do processo e deixá-lo rodando em segundo plano.
  • Cancelar a remoção de um workspace num servidor não deixa mais a linha presa: quando o encerramento dos terminais não pôde ser confirmado e você cancela o aviso, a lista volta ao normal na hora, em vez de ficar com o cursor de espera e as ações desabilitadas até reabrir o Elyra.
  • A interface trabalha menos com muitos terminais, cartões e dicas abertos, o que ajuda a evitar o travamento que deixava os terminais pretos.
  • O serviço de terminais se recupera sozinho quando ele para no meio do uso: se os terminais pararem de responder, o Elyra avisa na tela e reinicia o serviço por conta própria; se não conseguir, o aviso diz o que fazer, e abrir ou fechar um terminal responde com um erro claro em vez de ficar mudo.
  • No Windows, fechar terminais deixa de acumular memória: cada terminal fechado deixava uma parte da memória presa até o Elyra ficar lento ou reiniciar os terminais sozinho depois de um dia de uso; agora ela é devolvida alguns instantes depois de fechar.
  • Remover um projeto ou workspace SSH agora conserva o registro quando não é possível confirmar o encerramento dos seus terminais: o aviso permite tentar de novo ou confirmar a remoção local sabendo que processos podem continuar no servidor.
  • Um workspace SSH cuja pasta desapareceu deixa de repetir erros do Git: o Elyra pausa as consultas e oferece tentar de novo ou tirá-lo da lista sem apagar nada no servidor.
  • A integração do Copilot e do Grok passa a usar arquivos com o nome do Elyra: o que já estava instalado é atualizado, o que você criou é preservado, e desligar a integração remove só o que o Elyra instalou.
  • Mensagens que deixam de poder ser entregues após desfazer uma ligação no Canvas agora avisam quem enviou: o aviso aparece no cartão e acorda quem está esperando uma resposta, sem se repetir.
  • Falhas de atualização agora indicam a etapa correta: uma checagem ou download interrompido no Mac não é anunciado como instalação concluída; se a instalação for interrompida, o app orienta a fechá-lo e reabri-lo antes de tentar novamente.
  • Um workspace pai que existe em mais de um lugar deixa de ser tratado como inexistente: ao criar um workspace ligado a um pai ambíguo, o Elyra avisa que o nome serve para mais de um workspace e manda escolher pelo id.
  • Ao abrir uma pasta como projeto, o Elyra mantém a pasta escolhida: mesmo com outros repositórios dentro dela, não troca silenciosamente o projeto por uma subpasta.
  • Apagar uma nota com edição pendente não a faz reaparecer: o Elyra conclui a gravação antes de remover o arquivo da nota.
  • O indicador de um agente não fica preso em “trabalhando” depois que o agente que ele abriu conclui: quando há apenas um terminal nessa aba, ele acompanha a conclusão. Outros agentes que ainda trabalham continuam mostrando o indicador de trabalho.
  • Os textos em espanhol usam o mesmo gênero para terminal em todas as telas: avisos e configurações não alternam mais entre formas diferentes.
  • Avisos de falha ao excluir uma pasta e de suspensão do computador aparecem no idioma escolhido: o Elyra mostra o motivo e o que conferir sem trocar de idioma no meio do aviso.
  • Terminais SSH voltam a se conectar após uma queda temporária do host: uma falha na identificação durante a indisponibilidade não encerra cedo as tentativas nem informa que a plataforma é incompatível.
  • Cartões de agente no Canvas agora exigem uma pasta de projeto válida: se ela estiver ausente ou for a raiz do disco, o Elyra explica como corrigir antes de abrir o terminal.
  • Fechar um terminal SSH mostra quando processos da sessão podem ter continuado no host: o motivo aparece na tela, inclusive quando a tentativa final de encerramento termina depois do pedido.
  • Em terminais SSH sem tmux, a digitação descartada pausa a entrada naquele terminal: para voltar a digitar, encerre a sessão remota com confirmação e abra um terminal novo.
  • A oferta do guia do Quadro espera o Quadro aparecer: ao abrir o Elyra sem projeto, ela não cobre a tela “Seu primeiro projeto”.
  • Procurar de novo em Ajustes → Assistentes agora informa o resultado da busca: mostra quantos assistentes foram encontrados, quantos são novos ou que nada mudou; se a busca falhar, orienta a conferir o assistente no Terminal e tentar outra vez.
  • Ajustes de Shell e Versão do PowerShell aparecem apenas no app para Windows: em macOS e Linux, deixam de oferecer escolhas que não afetam os terminais locais.
  • Os menus de Arquivos evitam quebra de linha nas ações de copiar caminhos relativos e mostrar itens no sistema.
  • O botão direito num cartão minimizado do Canvas oferece "Expandir", que devolve o cartão ao tamanho normal, no lugar de um "Minimizar" que não fazia nada.
  • O terminal SSH não repete mais um comando quando a conexão cai e volta: o que já chegou ao host não é aplicado de novo, mesmo que o Elyra reenvie a digitação que ficou pendente.
  • Um texto entregue a um agente não executa mais o próprio conteúdo no seu terminal: marcas de colagem e caracteres de controle embutidos aparecem como símbolos, sem encerrar a mensagem nem executar o restante como comando.
  • Um terminal que rodou um agente e voltou a ser shell para de executar o recado recebido: a mensagem entre agentes deixa de ser enviada sozinha nesse terminal. Se o nome do agente ainda aparecer no título, o recado também não é escrito nem avisado ali; quem recebe pode consultá-lo com elyra orchestration check.
  • O recado entre agentes mostra o nome do cartão que está na tela: num cartão de conversa sem título próprio, o recado saía com o nome da sessão e quem procurava o cartão por ele não achava.
  • A digitação num terminal SSH durante a queda de conexão não evapora mais: o que você digita enquanto o host se reconecta fica guardado e é enviado quando a sessão volta. Se a conexão ficar instável e não der para saber se a digitação chegou, o Elyra avisa e não reenvia sozinho, para não executar um comando duas vezes.
  • Se o limite de retenção da digitação SSH for excedido, o Elyra avisa do descarte: confira o terminal antes de continuar, pois parte do comando pode já ter chegado ao host.
  • A escolha de shell no Windows deixa claro onde vale: só nos terminais locais, e projetos WSL usam o shell do WSL — quem abre terminal por SSH ou em projeto WSL não espera mais que o ajuste valha para ele.
  • O aviso ao ligar cartões passa a dizer o que realmente faz: com a opção ligada, o aviso chega ao terminal do agente e é enviado como mensagem — o texto em Ajustes descrevia apenas um recado guardado, e o interruptor para desligá-lo continua onde está.
  • O aviso de que o Elyra não encontrou a pasta Documentos passa a vir em português, com o detalhe técnico separado do texto.
  • Escolher o PowerShell 7 no Terminal agora abre o PowerShell 7, inclusive quando ele foi instalado pela Microsoft Store; se ainda assim não for possível abri-lo, o terminal diz na tela o que aconteceu e o que fazer, em vez de abrir a versão antiga em silêncio.
  • Voltar para a janela do Elyra devolve o cursor ao terminal onde você estava digitando, em vez de deixá-lo cair num terminal vizinho.
  • A pergunta enviada na conversa do OpenCode volta a aparecer: a bolha entra quando a mensagem sai, o indicador mostra que o agente está trabalhando e a resposta nasce abaixo dela — antes a pergunta sumia e a resposta aparecia sozinha.
  • A mensagem escrita enquanto o OpenCode responde agora espera na fila: ela aparece como "na fila", sai quando o turno termina — uma por turno, na ordem — e deixa o cartão no instante em que é enviada; antes era despachada na hora e cortava a resposta em andamento.
  • Uma conversa aberta não trava mais a área do workspace inteira: bastava existir ali uma conversa de vários dos agentes — e, em workspaces por SSH, também Codex, OpenCode e Cursor — para o cartão ficar preso em "Preparando seu assistente", a tela Conversa não abrir conversa nova e a tela Terminal mostrar erro.
  • A mensagem escrita enquanto o Claude responde agora espera na fila: ela aparece como "na fila", deixa o cartão no instante em que é enviada — quem continua esperando segue lá — e a resposta vem no lugar certo; antes era enviada por cima do turno em andamento e sumia da conversa, com a resposta aparecendo depois, fora de ordem.
  • A segunda mensagem de uma conversa do Codex volta a ser enviada: ela ficava presa como enfileirada e nunca chegava ao agente — tanto escrita durante a resposta quanto depois do turno terminar.
  • A conversa do Codex reaberta volta com o histórico dela: quem estava com uma versão recente do Codex via a conversa nascer vazia ao reabrir, mesmo com o agente lembrando de tudo.
  • Imagens e arquivos anexados a um turno do Codex continuam na conversa depois de recarregar, e um turno que é só a imagem colada não desaparece mais.
  • Direcionar o Codex quando o turno já acabou não passa mais por direcionamento: a mensagem é enviada e a conversa diz que ela saiu como uma mensagem nova, em vez de o gesto sumir sem efeito.
  • Parar o Codex no instante em que o turno está começando não diz mais que parou: a conversa avisa que a parada ficou registrada e vale assim que o turno existir.
  • Retomar no Chat uma conversa gravada em outra conta do Codex agora avisa, em vez de abrir a conversa antiga na tela e falhar no primeiro envio.
  • O painel de servidores MCP só mostra religar e ligar/desligar onde a ação de fato acontece: na conversa do Claude os botões religam e ligam/desligam o servidor, e onde isso ainda não existe o botão deixa de aparecer — a lista e o estado de cada servidor continuam à vista.
  • Continuar uma conversa em outro agente funciona de ponta a ponta: a conversa de origem vai inteira e de verdade, confirmar o recebimento vem antes de enviar, e a tela só diz "enviado" quando o destino confirma.
  • Quando não é possível continuar a conversa no destino escolhido, a tela diz isso na hora, em vez de ficar parada em "preparando" para sempre.
  • Dois cartões com o mesmo nome não se confundem mais no Canvas: o segundo Claude nasce como "Claude 2", criar ou renomear com um nome que já existe avisa e recusa, e nomes repetidos que já estavam salvos ganham um número — (1), (2) — ao carregar, sem perder nenhum cartão.
  • Desinstalar o Elyra no Windows não apaga mais as skills dos assistentes nem os backups delas: uma skill que você editou fica como está.
  • Remover o pacote do Elyra no Linux não apaga mais as skills dos assistentes nem os backups delas: uma skill que você editou fica como está.
  • O botão de agentes da barra superior aparece no idioma escolhido, e não mais em inglês.
  • Mudança feita no Canvas pela linha de comando não é mais desfeita pela janela aberta do Elyra.
  • Criar, duplicar e apagar nota no Canvas avisam quando o arquivo da nota não pôde ser criado ou apagado: o aviso diz o que ficou por fazer e o motivo recebido, e ao fechar uma nota cujo arquivo não saiu, diz onde esse arquivo continua. Em workspace remoto por SSH, o aviso diz que as notas ainda não são gravadas lá.
  • A primeira nota do Espaço no app volta com o texto depois de abrir outro projeto: antes o cartão aparecia como não encontrado, embora o arquivo continuasse na pasta de notas.
  • As conversas do Codex e do Grok voltam a funcionar do primeiro ao último envio: a primeira mensagem de uma conversa nova não é mais recusada, a sua própria mensagem aparece na hora no Grok, e reabrir o app não deixa mais a conversa recusando tudo em silêncio.
  • O compositor do Codex para de dizer "1 na fila" para sempre: o fim de cada turno conclui a mensagem entregue e libera a próxima, inclusive quando o turno termina em erro — antes a resposta chegava na tela e a conversa continuava travada.
  • Um turno recusado pelo servidor termina na hora, em vez de deixar a conversa girando: o aviso diz o que aconteceu e pode ser aberto para ler a explicação inteira, no Codex, no Grok, no OpenCode e no Verboo.
  • A sua pergunta continua na conversa do Codex depois de enviada, inclusive ao reabrir o app — antes ela sumia e só a resposta ficava.
  • A conversa do Cursor mostra quando ele está trabalhando: a barra da esquerda acompanha o turno com o assunto da sua mensagem, avisa quando ele termina e para de girar se a conversa cair — antes o turno rodava invisível fora da tela.
  • A mensagem escrita enquanto o Cursor responde agora espera na fila: ela aparece como "na fila", sai quando o turno termina — uma por turno, na ordem — e deixa o cartão no instante em que é enviada; se a fila falhar, a conversa avisa em vez de prender a mensagem em silêncio.
  • O seletor de modelos do Grok mostra todos os modelos, inclusive os que você criou com o grok build, e já vem com o que o CLI está usando de verdade — antes ele oferecia dois e apontava um que a assinatura nem cobre.
  • A conversa do Grok para de dizer "1 na fila" depois de responder: o Grok fecha o turno sem devolver a chamada do envio, e a mensagem já entregue ficava marcada como pendente para sempre.
  • A conversa do Grok não enche mais de avisos amarelos: as atualizações internas do CLI (modelos, MCP, resumo do turno, hooks) deixam de virar "atualização que o Elyra ainda não sabe exibir" — seis por turno, para informação que não é erro nenhum.
  • O seletor de modelos do OpenCode volta a ter modelos — e já vem preenchido quando a conversa abre, sem precisar esperar o agente responder: nomes de modelo com espaço sobrando, que alguns provedores publicam, derrubavam a lista inteira.
  • Modelo com barra no nome pode ser escolhido na conversa do OpenCode (como os do 9router): antes ele aparecia na lista e a troca era recusada.
  • Escolher um modelo na conversa do OpenCode volta a valer: a escolha era recusada sempre, e o primeiro envio depois dela também — a mensagem ficava parada no compositor.
  • A conversa do OpenCode deixa de dizer "falhou o envio" para uma mensagem que chegou: o recibo do primeiro envio traz o identificador da sessão que acabava de nascer, e a tela o recusava por ainda não conhecê-lo.
  • O pedido de autorização do OpenCode volta a aparecer: um padrão vazio no pedido do agente descartava o cartão inteiro, e o agente ficava parado esperando uma resposta que a tela não tinha como dar.
  • O cartão de autorização some depois de respondido: ele continuava na tela, com os botões ativos, mesmo sem nenhuma pendência do lado do agente.
  • A fila do OpenCode volta a drenar: a entrega ficava presa em "incerto" e a mensagem seguinte nunca era despachada, mesmo com o turno já terminado.
  • Os resultados estruturados do OpenCode carregam: todo cartão da conversa dizia "Não foi possível carregar os resultados estruturados".
  • O primeiro envio de uma conversa não é mais recusado logo depois de ela abrir.
  • O aplicativo não falha mais ao abrir por causa dos controles da conversa do Claude.
  • O aplicativo volta a abrir: a leitura da pasta de sessões do Grok acontecia cedo demais na subida e derrubava o app antes de a janela existir.
  • O resultado de cada resposta do OpenCode passa a aparecer: a conversa mostra o que o turno custou e, quando algo falha, o motivo com o próximo passo.
  • A conversa do OpenCode mostra quanto tempo o agente pensou antes de responder, quando o provedor informa o começo e o fim do raciocínio.
  • Os subagentes acionados na conversa do OpenCode aparecem na faixa de agentes com o nome da tarefa que os criou.
  • Imagens e arquivos que o agente devolve aparecem na conversa do OpenCode, inclusive depois de fechar e reabrir o app.
  • Pedidos de autorização do OpenCode acendem o aviso de atenção do app, para você não deixar um agente parado esperando sem perceber.
  • A conversa do OpenCode diz o que aconteceu quando a entrada na conta não é confirmada, em vez de o botão não fazer nada.
  • A sua pergunta continua na conversa do Hermes depois de enviada, inclusive ao reabrir o cartão — antes os anexos sumiam do balão e um envio vazio deixava um balão fantasma.
  • Sem o CLI do Hermes instalado, a conversa diz isso em português e guarda o aviso, em vez de falhar sem explicar e perder o erro ao reabrir o cartão.
  • O Elyra não deixa mais uma porta aberta para a sua rede local: com o app aberto, outros aparelhos da rede não conseguem mais tentar se conectar a ele.
  • O terminal de um projeto em outro computador não congela mais depois de um tempo sem uso: quando a conexão para de responder, o Elyra mostra o aviso de reconexão e retoma o terminal sozinho em segundos, com o histórico preservado.

Removido

  • Os comandos `gate-create`, `gate-list` e `gate-resolve` saíram da CLI: decisões seguem por orchestration send --type decision_gate e respostas por orchestration reply.
  • A coordenação automática de tarefas saiu: mensagens de conclusão continuam chegando, mas não concluem tarefas nem aplicam critérios de aceite.
  • Os comandos de orçamento saíram (budget-set, budget-show e budget-clear): combine e acompanhe os limites diretamente com a equipe por mensagem.
  • O comando `elyra orchestration dismiss` saiu: para encerrar o agente de um cartão, use elyra canvas close "<título>", que fecha o cartão e encerra a sessão, e deixa o workspace, a pasta e a branch como estão.
  • A opção `--inject` do `elyra orchestration check` saiu: o recado já chega no terminal de quem recebe; a leitura só mostra o que chegou.
  • Os comandos de tarefa saíram (task-create, task-list e task-update): o trabalho passa a ser combinado por mensagem direta ao agente, com elyra orchestration send.
  • Os comandos `dispatch` e `dispatch-show` saíram: entregar trabalho é mandar uma mensagem direta ao agente.
  • Os comandos `run` e `run-stop` saíram: o Elyra não inicia mais uma coordenação automática da equipe; conduza os agentes por mensagem.
  • Os comandos de regra saíram (rule-create, rule-list, rule-set e rule-delete).
  • As opções `--task-id`, `--dispatch-id`, `--files-modified`, `--report-path` e `--phase` do `elyra orchestration send` saíram, e o tipo dispatch deixou de ser aceito.
  • A opção `--tasks` do `elyra orchestration reset` saiu: use --messages para limpar o histórico de mensagens ou --all para limpar o que resta.

v0.0.13

12 de setembro de 2026

Adicionado

  • A barra superior abre a gaveta Agentes: todos os agentes do Elyra, de todos os projetos, agrupados por projeto e workspace, com o ícone de cada agente, o nome do cartão, busca e filtros. Ela abre mostrando quem está trabalhando no projeto atual, e o ícone fica âmbar e treme uma vez quando alguém passa a esperar você.
  • Sugestões podem ser enviadas pelo menu de ajuda: pessoas com uma conta ativa agora conseguem propor melhorias sem sair do Elyra e recebem uma resposta clara se o envio não puder ser concluído.
  • Terminais SSH podem continuar disponíveis no servidor com tmux: a opção fica desligada por padrão em cada host, reencontra somente as sessões criadas pelo Elyra e avisa como instalar o tmux quando ele não estiver disponível.
  • Arquivos e pastas podem ser arrastados do sistema para a árvore de arquivos, inclusive em workspaces SSH, com destino destacado, escolha segura em conflitos, progresso e cancelamento sem deixar cópias pela metade.
  • O Canvas ganhou uma view de camadas: um botão na barra lista todos os cartões daquele Canvas com o estado de cada agente, e clicar em um leva a tela até ele — o mesmo movimento que agora acontece sozinho quando você coloca um arquivo no Canvas.
  • O Elyra pode acordar o orquestrador quando um cartão filho termina o trabalho: a opção fica desligada por padrão e avisa somente agentes acordáveis ligados ao cartão, inclusive por uma cadeia de ligações no mesmo workspace.
  • O Elyra pode manter o computador ligado enquanto o aplicativo estiver aberto: o ajuste nasce ativado, continua valendo com a janela minimizada ou na bandeja e permite que a tela apague normalmente.

Alterado

  • A tela Conversa oferece só o Claude por enquanto: os outros agentes saíram da nova conversa e do histórico da Conversa enquanto ficam mais estáveis, e continuam disponíveis no Terminal.
  • Abrir as telas Terminal e Conversa não cria mais um terminal ou uma conversa sozinho: sem nada aberto, a tela mostra o estado vazio com o botão para criar.
  • Clicar num agente do Canvas, pela gaveta ou pelas camadas, leva ao cartão enquadrado na tela, como "Focar no selecionado"; as camadas também mostram o ícone do agente e sempre o nome do cartão.
  • O prazo para encerrar workspaces inativos agora pode ser escolhido nos Ajustes: há opções de 7, 30 ou 90 dias, além de Nunca.
  • Mensagens entre agentes chegam enquanto o destinatário ainda está trabalhando: o terminal enfileira o recado imediatamente, preservando a ordem e evitando entregas duplicadas.
  • Blocos de mensagens da CLI ficaram mais legíveis: nome do cartão, assunto, corpo e comando de resposta aparecem em uma estrutura única e estável, inclusive quando várias mensagens chegam juntas.
  • O menu “+” do Terminal ficou mais organizado: shells, agentes e superfícies aparecem em grupos claros, com rótulos curtos e sem remover nenhuma opção.
  • Terminais novos abrem com espaço para cerca de 122 colunas e 35 linhas: agentes TUI ganham largura e altura úteis sem depender de redimensionamento manual.
  • Mensagens de orquestração aceitam até 30 KB antes de truncar: acima do limite, o aviso informa exatamente quanto conteúdo foi omitido.
  • Editar um workspace ficou restrito ao seu nome: vínculos de issue, pull request e anotações que não pertenciam ao diálogo foram removidos.
  • O estado dos projetos fica visível sem passar o mouse: a bolinha e o indicador giratório de trabalho aparecem tanto na barra lateral expandida quanto na recolhida.

Corrigido

  • A tira de mensagens em fila só mostra o que está mesmo em fila, sem cartões fantasma nem "0 anexo(s)" em mensagem que tem texto.
  • Uma falha ao carregar a conversa deixa de ser anunciada como falha ao enviar, com aviso que diz o que realmente aconteceu.
  • Agentes não criam mais cartões, conversas, abas ou dispositivos escondidos em outra tela ou workspace: cada criação permanece visível na superfície de origem, e focar um terminal leva até o cartão no Canvas ou troca para a aba correta no Terminal.
  • Mensagens entre agentes ficam restritas à cadeia conectada do projeto atual: recados de outro projeto ou de um agente sem ligação são recusados antes de chegar à caixa e executar.
  • O Terminal deixa de cancelar colagens quando o foco continua no mesmo cartão, e muitos terminais organizados para baixo quebram em linhas conforme o espaço visível: a troca real de terminal continua bloqueada e criar novos cartões nunca é impedido.
  • Cartões do Canvas deixam de aparecer em outros projetos: cada cartão permanece no projeto em que foi criado, e perfis anteriores são reorganizados sem apagar conteúdo.
  • A visualização lateral agora abre imagens com zoom, explica binários sem preview e os editores preservam as teclas digitadas mesmo com atalhos globais ativos, em vez de recusar arquivos, deixar a área vazia ou salvar texto mutilado.
  • Notas com arquivo ausente ou ilegível não aparecem mais vazias e editáveis: o cartão bloqueia qualquer gravação, explica o problema e permite tentar a leitura novamente sem arriscar sobrescrever conteúdo.
  • Cartões novos deixam de se sobrepor antes da primeira medição do Canvas: o espaço ocupado agora considera o tamanho real de cada tipo desde o nascimento.
  • Terminais fora da área visível liberam o corpo em até um minuto: a pintura continua suspensa imediatamente e o conteúdo pesado deixa de permanecer montado por cinco minutos.
  • Trocar a branch não muda mais o nome nem o endereço dos dados do workspace: notas que ficaram em uma pasta antiga são recuperadas sem apagar nem sobrescrever os arquivos originais.
  • A leitura de terminais com agentes mostra a tela atual em vez de acumular animações: o texto bruto continua disponível em JSON e nas leituras incrementais com cursor.
  • Mensagens para um orquestrador agente não ficam mais esperando um Enter humano: coordenadores com agente vivo e o Cursor recebem a submissão automaticamente, enquanto shells sem agente continuam protegidos.
  • Comandos destrutivos da CLI deixaram de anunciar efeitos que não aconteceram: fechar abas, cartões, terminais e emuladores agora distingue sucesso, ausência de alvo e falha parcial.
  • O terminal não mostra mais um aviso falso ao reabrir uma aba como shell: a aba reabre normalmente, sem interromper o trabalho.
  • A menção `>` funciona depois de texto e na posição do cursor: o conteúdo antes e depois é preservado, sem abrir a lista no meio de palavras ou em redirecionamentos completos do shell.
  • Trocar de tela no projeto não deixa mais o workspace sem carregar: as telas pararam de entrar em laço de atualização enquanto o projeto ainda abre, e a que mesmo assim falhar avisa o que houve e volta sozinha quando você muda de tela, em vez de derrubar o projeto inteiro.
  • As abas do Terminal não derrubam mais a tela ao abrir menus ou renomear, inclusive trocando muito de aba em workspaces remotos.
  • As ligações do Canvas podem voltar a avisar os agentes sem despejar conteúdo: o aviso configurável informa em uma linha o que foi ligado e como acessar, tanto ao arrastar o fio quanto ao usar elyra canvas link.
  • A descrição dos itens do Quadro deixa de ter um espaço interno exagerado: o texto agora aproveita melhor a área do cartão nos temas claro e escuro.
  • A barra lateral mostra o nome do cartão do Canvas: ao renomear um cartão, a linha correspondente muda na hora em vez de continuar exibindo o nome antigo da sessão.
  • A linha de comando volta a listar aplicativos e janelas abertos: os comandos que nunca conseguiam concluir agora encontram os alvos normalmente.
  • Escrever em um campo deixa de confirmar algo que não aconteceu: quando o Elyra não consegue conferir o texto, o resultado explica que a ação não foi verificada.
  • Clicar em um campo e colar em outro aplicativo passa a funcionar como uma só ação no Windows: foco, clique e atalho acontecem juntos, e o Elyra só confirma quando consegue reler o texto colado.
  • A mensagem que você envia chega inteira ao agente, mesmo com anexos grandes: o texto e os arquivos são preparados e conferidos antes de entrar na fila, e a fila sobrevive ao fechamento do app.
  • O resumo de cada turno reaproveita o que não mudou: trocar de conversa descarta o resumo guardado, e o idioma acompanha a interface.
  • Voltar para um ponto da conversa do Claude volta a funcionar: a conversa dizia não ter gravação no disco mesmo com a gravação lá, quando o Claude Code gravou no home dele e o Elyra procurava só no diretório da conta.

v0.0.12

10 de setembro de 2026

Adicionado

  • O agente de um host SSH agora recebe as skills do Elyra ao conectar: elas são instaladas no host na primeira conexão e atualizadas nas seguintes; se alguma não entrar, o cartão do host diz qual e o que fazer.

Alterado

  • O envio de mensagens nos terminais locais acompanha o estado da sessão: quando o modo de colagem é conhecido, o Enter espera a saída se estabilizar, com limite de espera; conexões SSH mantêm o comportamento anterior.
  • Os agentes encontram instruções mais curtas e organizadas por tarefa: as skills do Elyra passam a distinguir workspace de git worktree com receitas completas, evitam instruções duplicadas de coordenação e descrevem os comandos reais do emulador.
  • A letra inicial virou o símbolo padrão do projeto: projeto novo e "voltar ao padrão" mostram a inicial colorida em vez da foto do GitHub, que continua a um clique nas configurações. Quem já tem foto ou ícone continua vendo o que gravou — a barra agora mostra o símbolo gravado em vez de trocar pela inicial.
  • A lista de workspaces mostra só os seus workspaces. Pastas criadas com git worktree add deixam de aparecer nela e passam a viver na tela Git, aba Worktrees; um aviso único diz quantas saíram, e nada é apagado do disco.
  • Criar uma worktree na tela Git não registra mais um workspace sozinho: a caixa "Abrir como workspace" nasce desmarcada, e só marcada é que a worktree também entra na lista de workspaces.

Corrigido

  • O texto de agentes em tela cheia não se sobrepõe mais no terminal, mesmo quando o tamanho final do terminal chega depois do carregamento das fontes ou do layout.
  • Um agente local não consegue mais assumir outro cartão copiando o ambiente dele no Linux ou macOS: o Elyra confirma também a conexão e a árvore do processo antes de aceitar a identidade.
  • Os cartões mantêm a mesma identidade ao trocar de tela: voltar ao Canvas preserva o endereço e o histórico do terminal, e processos não podem assumir outro cartão apenas copiando seus identificadores.
  • Atualizações contínuas voltam a chegar aos agentes autorizados: elas não param mais depois da primeira leitura.
  • Quem cria uma nota pelo terminal pode desfazer a própria criação: o cartão continua protegido contra fechamento por outros agentes.
  • Arquivos abertos ao lado do inspetor agora têm busca no texto: Ctrl+F (Cmd+F no macOS) ou o novo ícone de lupa abre a busca com destaques, contador e navegação entre ocorrências.
  • O Navegador não herda mais páginas abertas em cartões do Canvas: sem uma aba própria, a tela mostra o convite para abrir uma página em vez de uma aba fantasma preta.
  • A marcação do apontar-e-pedir não fica mais presa no Navegador: ela desaparece ao enviar, cancelar, trocar de aba, navegar ou fechar o painel.
  • Continuar em outro agente agora pergunta onde abrir a nova sessão: é possível escolher a tela Conversa, a tela Terminal ou o Canvas, com cartão de conversa ou de terminal; destinos incompatíveis com o agente ou o host não são oferecidos.
  • Agentes respeitam as ligações do Canvas: cartões só leem e controlam alvos ligados; fora do Canvas, o controle fica no workspace e preserva as exceções de notas e arquivos.
  • O terminal deixa de acumular rastros do mouse depois que um agente encerra sem limpar seus modos de entrada: o rastreamento abandonado é desligado assim que a morte do processo é confirmada.
  • O terminal deixa de imprimir rastros do mouse sobre uma interface de agente ainda aberta: ao confirmar uma rajada desses relatórios ecoados, o Elyra desarma somente o mouse daquele terminal e preserva o processo em execução.
  • As ajudas de orquestração começam pelo terminal: os guias do Canvas apontam para criar terminal e o convite para montar uma equipe pede cartões de terminal nos seis idiomas.
  • Os links do terminal deixam de trocar de workspace: caminhos seguem a abertura normal de arquivos e pastas, e as dicas de clique acompanham o idioma e os atalhos do sistema.
  • Japonês, coreano e chinês deixam de exibir português em 100 textos cada: corrigidas mensagens de uso e custos, notas para agentes e painel Git.
  • Mensagens já enviadas continuam confirmadas se o registro de acordadas falhar: o terminal e o chat informam a falha posterior separadamente, evitando que uma entrega aceita seja tratada como motivo para reenviar a mesma mensagem.
  • O acordador alcança os workspaces fora da tela e respeita a entrega declarada pelo agente: trabalho novo volta a habilitar a acordada, e mensagens com várias linhas chegam juntas aos agentes compatíveis.
  • A CLI do emulador agora lista sessões Android junto das iOS e explica falhas de consulta; instalação, abertura de aplicativos e permissões informam o resultado real, e o logcat aceita filtros repetidos por tag e prioridade.
  • A imagem do símbolo do projeto agora aceita até 1 MB, e o aviso fala português: o limite subiu de 256 KB e, quando o arquivo passa do tamanho ou não é PNG, a mensagem aparece traduzida em vez do erro técnico em inglês.
  • Trocar o símbolo do projeto reflete na barra lateral: a foto ou o ícone escolhido aparece no cabeçalho com a barra aberta e na tira com ela recolhida — antes a barra mostrava só a letra.
  • Cada workspace da barra lateral abre e fecha a própria lista de itens: terminais, conversas e notas de qualquer workspace (não só do aberto) expandem e recolhem com a escolha guardada entre sessões.
  • A ordem dos workspaces é sempre alfabética: o workspace aberto fica no lugar dele em vez de pular para o topo, e o arraste para reordenar saiu da barra — a preferência antiga continua guardada para um retorno futuro.
  • Voltar a um projeto retorna ao mesmo workspace: sair e voltar não cai mais no workspace de atividade mais recente; se ele foi apagado, abre o primeiro da lista.
  • A worktree criada sem workspace continua fora da lista depois de reiniciar o app. A escolha ficava valendo só até o próximo boot, quando a pasta voltava sozinha para a lista de workspaces; quem já passou por isso volta ao normal na primeira abertura, sem perder nada.
  • A worktree que você trouxe para a lista continua nela. Quem usou o antigo botão "Trazer para a lista" mantém a pasta na lista de workspaces e no Cmd+J, com as abas e as notas — quem nunca a trouxe continua encontrando-a só na tela Git.
  • `--path` relativo em `elyra workspace create` passa a valer a partir da pasta do projeto, como sempre esteve documentado, em vez de criar uma pasta vazia onde o app estivesse rodando.
  • Ligar um cartão a um agente não avisa mais o agente: a ligação é só a linha no Canvas — nenhum recado na caixa de entrada, na conversa ou no terminal, em nenhum dos dois caminhos (arrastar o fio ou elyra canvas link).
  • Pesquise dentro das notas com Ctrl+F (Cmd+F no macOS): a barra procura o texto do cartão, mostra “N de M”, destaca cada ocorrência e rola até ela, ignorando acentos.
  • Ctrl+F (Cmd+F no macOS) respeita o foco no Canvas: com o cursor na nota, abre a busca da nota; o Buscar na página do navegador só captura com o foco nele — com dois cartões de navegador, só o dono do guest focado abre.
  • O cartão de terminal que não consegue abrir a sessão passa a dizer por quê, em português e com o que fazer a seguir, além de um botão para tentar de novo — antes ele ficava preto e mudo para sempre, e o aviso do erro ficava numa parte da tela que ninguém via.
  • O Espaço volta a abrir terminal quando a pasta existe mas o registro ainda não chegou: era o caso de quem já usava o Elyra e abriu um perfil novo na mesma máquina, e o terminal era recusado sem explicação.
  • O terminal recém-aberto volta a mostrar o prompt: o convite para montar uma equipe passou para o cabeçalho do cartão; antes ele era uma faixa por cima das primeiras linhas, e escondia justamente o prompt que acabara de aparecer — o cartão parecia preto e travado, com a sessão viva por baixo.
  • O mesmo convite parou de esconder o começo da conversa nos cartões de conversa, pelo mesmo motivo.
  • O nome do cartão continua legível quando ele está estreito: o convite para montar uma equipe fica só no ícone nos cartões médios e some nos mais estreitos, em vez de tomar a barra de título — ele volta sozinho quando você alarga o cartão.
  • O terminal que não abre porque a pasta sumiu agora diz isso em português, uma vez só, e oferece Tentar de novo: antes aparecia o nome interno do erro em inglês, repetido duas vezes, e a única saída era relatar a falha — quem restaurava a pasta não tinha como voltar.
  • O terminal volta a usar a placa de vídeo depois de um tropeço enquanto estava fora da tela: antes ele ficava desenhando pelo caminho lento até você trocar de tela.
  • `>` volta a listar os cartões no terminal depois de usar histórico ou colar: a lista agora olha a linha de verdade em vez de contar teclas, então navegar no histórico ou colar texto não quebra mais o atalho — nem abre a lista no meio do comando.
  • Esc com o cartão maximizado fecha a lista, sem desmaximizar: antes o cartão voltava ao tamanho normal e a lista ficava aberta.