✦ Privacidade
Atualizada em 18 de agosto de 2026
seus dados
Quer sair da lista?
Peça por e-mail e apagamos o seu registro. Sem formulário, sem motivo, sem cópia guardada.
Duas frentes têm dados seus: este site e o aplicativo Elyra. No site, uma coisa só acontece se você quiser — entrar na lista de espera — e uma acontece em toda visita, a medição de audiência. No aplicativo, os dados nascem de usar o produto: ativar a licença, enviar um relatório de erro, baixar uma versão nova. Todas estão abertas abaixo.
Quando você envia o formulário, uma linha é gravada. É esta:
{
"emailEnc": "U2FsdGVkX1+9f2c…",
"createdAt": "2026-08-12T14:03:11Z",
"source": "https://elyra.sh/"
}Não há um quarto campo, e não há campo escondido no formulário. O que está acima é o registro inteiro.
Usamos Google Analytics, carregado pelo Google Tag Manager. Ele serve para sabermos quantas pessoas chegam, por onde chegam e onde param de ler — e é assim que decidimos o que arrumar nesta página. É o que ele vê:
Para isso ele grava cookies no seu navegador — _ga e _ga_*, que duram até dois anos e guardam um número aleatório. Esse número não tem o seu nome nem o seu e-mail, e serve para o Google reconhecer que duas visitas vieram do mesmo navegador.
O e-mail da lista nunca é enviado ao Google. As duas coisas descritas nesta página não se encontram: quem está na lista não fica identificado no relatório de audiência, e o relatório não sabe quem se inscreveu.
Os dados de audiência ficam 14 meses e depois são apagados pelo próprio Google. Nesse tratamento, o Google atua como operador, sob os Termos de Processamento de Dados que aceitamos com ele.
Se você não quiser ser medido: um bloqueador de rastreadores resolve, e o Google publica um complemento oficial de desativação para o navegador. Hoje esta página não tem aviso de cookies, então é por aí que a recusa acontece. Nada da medição afeta o funcionamento do site: bloquear não quebra nada.
No envio do formulário, o seu IP passa pela memória do servidor só para limitar tentativas repetidas do mesmo lugar, e não é gravado junto com o seu cadastro. Além dos cookies de medição descritos acima, o único cookie deste domínio pertence à área administrativa da equipe e nasce quando um de nós faz login — nunca na sua visita.
Estes dados são diferentes dos de cima: eles nascem quando você usa o aplicativo Elyra, não o site, e ficam ligados à sua conta — é por isso que valem como dado pessoal pela LGPD, mesmo sem conter nome. As quatro finalidades abaixo são separadas de propósito: cada uma existe para um motivo só, e nenhuma se mistura com as outras.
Para a sua licença funcionar em cada computador onde você instala o Elyra, gravamos o seguinte por aparelho:
Contamos como as funcionalidades do Elyra são usadas, para saber o que priorizar e o que está quebrado. O sistema que faz isso foi desenhado com uma regra rígida: só passa enum fechado (uma lista fixa de valores possíveis) ou número dentro de faixa. Texto livre não existe nesse caminho.
A única exceção documentada nesse validador é uma mensagem técnica de até 200 caracteres sobre falha ao instalar um gancho de configuração de outra ferramenta (não é conteúdo seu, é erro de arquivo de configuração). Fora isso, o campo de erro é recusado por construção — não é promessa de política, é o validador rejeitando o evento inteiro se algum código tentar.
Quando o app trava ou encontra um defeito e você envia um relatório, ele carrega:
Antes de sair da sua máquina, o app apaga caminhos que contêm o nome da sua pasta de usuário (como C:\Users\seu-nome ou /Users/seu-nome). O servidor aplica o mesmo filtro de novo, por garantia. Nenhum relatório aceita conteúdo do terminal, conversa, nome de projeto ou variável de ambiente — um campo desses no corpo do pedido derruba o relatório inteiro.
Sobre o que você escreve: a caixa “o que aconteceu?” é opcional e vai exatamente como você digitou — não a preenchemos sozinhos nem a completamos com nada do app. Ela passa pelo mesmo filtro de caminho de pasta acima, mas o resto fica com você: não cole ali uma chave de API nem um trecho de código que não queira compartilhar.
Há dois momentos de envio, e eles são diferentes. Automático: quando uma tela quebra, vão só a mensagem e o stack — nada escrito por você. Manual: quando você aperta “Enviar relatório”, vai também o que você escreveu. Os dois só acontecem com uma licença ativa neste aparelho; sem ela o app mostra os detalhes para você copiar e não manda nada.
Cada vez que você baixa um instalador, registramos:
O Elyra é um ambiente de desenvolvimento: é onde ficam o seu código, as suas chaves e as suas conversas com a IA. Nada disto é lido nem enviado pelo app, em nenhuma das quatro finalidades acima:
A única forma de qualquer uma dessas coisas chegar até nós é você digitá-la na caixa “o que aconteceu?” de um relatório de erro e apertar enviar. O app nunca a preenche por conta própria.
A telemetria de uso vem ligada por padrão, com aviso na primeira vez que você abre o app dizendo o que é coletado e onde desligar. Você pode desligar quando quiser, em Configurações → Privacidade, no alternador de dados de uso anônimos.
Duas coisas desligam a telemetria por fora, e ganham de qualquer configuração sua: a variável de ambiente padrão da indústria DO_NOT_TRACK, e a detecção automática de que o app está rodando dentro de um ambiente de integração contínua (CI). Em nenhum dos dois casos sai um evento sequer, mesmo que o alternador esteja ligado.
Os dados de licença e aparelho (para a licença funcionar) e os relatórios de erro que você decide enviar não têm alternador — são o que faz a ativação e o suporte técnico existirem.
Para a lista de espera, a base legal é o seu consentimento (LGPD, art. 7º, I), dado quando você envia o formulário. A finalidade é uma e declarada: avisar você quando o beta abrir, e mandar notícia relevante sobre o produto. Nenhum outro uso.
Para a medição de audiência, a base é o legítimo interesse (art. 7º, IX): entender o uso do próprio site para poder melhorá-lo. Você pode se opor a qualquer momento, pelos meios descritos acima ou escrevendo para nós.
Para a licença e os aparelhos, a base é a execução do contrato de licenciamento (art. 7º, V): sem esses dados não dá para saber que o seu aparelho tem direito de abrir o app. Para a telemetria de uso e os relatórios de erro, a base é o legítimo interesse em manter e melhorar o produto (art. 7º, IX), com o opt-out descrito acima como forma de oposição.
Em armazenamento privado na Vercel, nosso provedor de infraestrutura, que atua como operador. O seu e-mail é cifrado antes de ser gravado — é por isso que o campo do registro se chama emailEnc e não email. Quem obtivesse o arquivo bruto não leria o endereço sem a nossa chave, que não vive junto com os dados.
Não vendemos, alugamos nem compartilhamos a lista, e não a usamos para alimentar publicidade de ninguém.
A licença, os relatórios de erro e os registros de download ficam no banco Postgres da Supabase e no armazenamento da Vercel, os dois contratados por nós como operadores. Os instaladores em si ficam num bucket privado da Cloudflare (R2), e o link de download é assinado com validade de 60 segundos — repassá-lo não adianta.
Cada relatório de erro também vira uma issue num repositório privado da nossa organização no GitHub, contratado por nós como operador, onde a equipe acompanha o conserto. A issue leva o relatório inteiro — inclusive o seu nome, o seu e-mail, o que você escreveu e os anexos. Leem essa issue as pessoas da equipe do Elyra, que também podem recebê-la por e-mail do GitHub, e os assistentes de IA que a equipe usa para programar. Os anexos vão por um link que funciona por 7 dias para quem o tiver. Se você pedir a exclusão dos seus dados, apagamos também, no GitHub, as issues que os tenham. Relatos enviados pelo nosso bot de WhatsApp seguem o mesmo caminho e levam o texto, a imagem (quando houver), o nome e o número de quem enviou.
A telemetria de uso vai para o PostHog, uma plataforma de análise de produto contratada por nós como terceiro processador. Não enviamos ao PostHog nada das outras três finalidades — licença, erro e download não passam por ele.
Lista de espera: até o beta abrir e você ser convidado, ou até você pedir a exclusão — o que vier primeiro. Se o beta for cancelado, apagamos a lista inteira.
Licença e aparelhos: enquanto a sua conta e a sua licença existirem. Revogar ou desativar um aparelho muda o estado dele, mas não apaga o histórico sozinho — a exclusão dos dados de conta é sempre por pedido, como descrito abaixo.
Pendência que assumimos aqui: ainda não temos um prazo de retenção definido para relatórios de erro e registros de download, nem exclusão automática por tempo. Enquanto isso não for decidido, o que vale é o parágrafo de exclusão por pedido logo abaixo — não um prazo fixo que ainda não existe.
A LGPD (art. 18) garante que você peça, a qualquer momento, confirmação de que tratamos os seus dados, acesso a eles, correção, portabilidade, revogação do consentimento e exclusão — do site e do aplicativo. Escreva para contato@elyra.sh e respondemos em até 15 dias.
Hoje a exclusão é sempre feita por nós, a seu pedido — não existe ainda um botão de autoatendimento para apagar a conta e o histórico de uma vez. Se você pedir, desativamos os seus aparelhos, revogamos a licença e apagamos o que não precisamos manter por obrigação legal (como registro fiscal, se houver).
A ElyraLabs, responsável pelo Elyra, é a controladora dos dados descritos aqui. Para qualquer assunto desta página, o canal é contato@elyra.sh.
Se o que fazemos com os seus dados mudar, esta página muda junto e a data no topo é atualizada. Mudança que amplie a finalidade do tratamento é avisada por e-mail a quem está na lista, antes de valer.