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id: "conversa.exportar-historico"
titulo: "Exportar o histórico"
resumo: "Gere um arquivo JSON ou Markdown de uma conversa, sabendo os tetos aplicados e como o arquivo declara o que ficou de fora."
idioma: "pt-br"
tipo: "guia"
categoria: "telas"
aplicavelDesde: "0.0.16"
capabilities: ["chat.history.export"]
estadoEditorial: "aprovado"
nivelEvidencia: "artefato-distribuido"
refFonte: "27574c339b58316408f6be2d62169d59041d07bf"
revisaoFonte: "2026-09-24"
revisor: "mantenedor (v1, 2026-10-03)"
rota: "/docs/pt-br/conversa/exportar-historico/"
fonte: "pt-br/conversa/exportar-historico.md"
caminhoPublico: "docs/publica/pt-br/conversa/exportar-historico.md"
hashFonte: "sha256:fe5dc4c2757ab76f5d14d1d13061f057e10aa20b65e1a2cda3ad9e3fed27086b"
hashDestaPagina: "sha256:fe5dc4c2757ab76f5d14d1d13061f057e10aa20b65e1a2cda3ad9e3fed27086b"
traducaoAssistidaPorIA: false
traducaoDesatualizada: false
corpoRetido: false
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O navegador de [histórico de conversas](/docs/pt-br/conversa/historico/) permite **exportar** uma conversa para um arquivo, para que ela saia do aplicativo em algo que você possa guardar, revisar ou versionar.

## Formatos

Antes de exportar, você escolhe o formato:

- **JSON** — o documento estruturado, com as mensagens e os blocos de conteúdo. É o formato que preserva a estrutura.
- **Markdown** — texto legível, para leitura e para colar em outro lugar.

A exportação é feita **a partir da sessão disponível**: você escolhe o destino do arquivo, e pode cancelar essa escolha antes de gravar.

## O documento declara os próprios limites

O documento exportado é versionado e identificado como **Elyra, esquema 1**. Ele tem tetos explícitos, e vale conhecê-los porque explicam um arquivo que pareça incompleto:

|Limite|Valor|
|---|---|
|Mensagens|500|
|Blocos de conteúdo por mensagem|64|
|Texto por parte|256 KiB|
|Tamanho total|16 MiB|
|Profundidade da estrutura|32|
|Nós no total|10.000|
|Tamanho de string|4.096|
|Tamanho de URL|2.048|
|Bytes codificados de anexo|1 MiB|

## O que ficou de fora vem escrito

O ponto de desenho que mais importa aqui: o documento carrega uma lista de **omissões**, e cada uma diz o que foi deixado de fora e por quê, classificada em:

- **artefato ausente** — a referência aponta para algo que não está mais lá;
- **parte excluída** — o conteúdo foi deixado fora pelo teto;
- **segredo removido** — o dado foi retirado de propósito;
- **parte não suportada** — o formato não sabe representar aquilo.

Isso é deliberado. **Um arquivo de histórico truncado em silêncio mente sobre o que a conversa continha**; um arquivo que declara as omissões permite que você saiba o que não está ali. Pela mesma razão, o documento exporta a estrutura com as mensagens e o uso registrado, e não reduz a exportação a um booleano de sucesso.

## Cuidado com o conteúdo

Histórico de conversa **pode conter dados sensíveis**: caminhos, trechos de código, nomes de clientes, credenciais que apareceram no texto, decisões internas. Duas consequências práticas:

- **Escolha o destino com atenção.** O arquivo vai para onde você mandar, e a partir daí ele não é mais protegido pelo aplicativo.
- **A exportação pode ser truncada** pelos tetos acima — e nesse caso a lista de omissões é a parte do arquivo que você precisa ler primeiro.

## Limites que valem saber agora

- **A disponibilidade depende do provedor.** A exportação usa a mesma porta do catálogo de histórico, disponível para Claude, Codex, OpenCode e Grok.
